31 outubro 2007

Circulo nos campos


pen.jpgPadrões circulares e geométricos, alguns intrincados e complexos, aparecendo nos campos, usualmente de trigo, e em maior número, em Inglaterra. A maior parte, se não todos, devem-se a brincalhões, como Doug Bower e David Chorley que, em 1991, admitiram ter feito cerca de 250 circulos ao longo de alguns anos. Há quem afirme que os circulos são mensagens de extraterrestres. Afirmam ser uma tentativa de comunicação connosco, usando antigos simbolos Sumérios. Estranho para uma civilização avançada.


Alguns cientistas tentam encontrar explicações naturais: vortexes, bolas de fogo, plasma, vento, calor, animais. Contudo não devemos pôr de lado a hipótese de fraude, tal como o Homem de Piltdown e o Gigante de Cardiff.


Se existissem no século XIII a responsabilidade seria de Satanás. Hoje em dia o poder dele já foi usurpado pelos extraterrestres..


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30 outubro 2007

HALLOWEEN


Gif Animado Orkut


História


A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase "Gostosuras ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração.


Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente "fim do verão" na língua celta).


O fim do verão era considerado como ano novo para os celtas. Era pois uma data sagrada uma vez que, durante este período, os celtas consideravam que o "véu" entre o mundo material e o mundo dos mortos (ancestrais) e dos deuses (mundo divino) ficava mais tênue.


O Samhain era comemorado por volta do dia 1 de novembro, com alegria e homenagens aos que já partiram e aos deuses. Para os celtas, os deuses também eram seus ancestrais, os primeiros de toda árvore genealógica.



Etimologia


Uma vez que entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1 de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês) acredita-se que assim se deu origem ao nome atual da festa: Hallow Evening -> Hallowe'en -> Halloween. Rapidamente se conclui que o termo "Dia das bruxas" não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo esta uma designação apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa.


Outra hipótese é que a Igreja Católica tenha tentado eliminar a festa pagã do Samhain instituindo restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como All Hallows' Eve.


A relação da comemoração desta data com as bruxas propriamente ditas, teria começado na Idade Média no seguimento das perseguições incitadas por líderes políticos e religiosos, sendo conduzidos julgamentos pela Inquisição, com o intuito de condenar os homens ou mulheres que fossem considerados curandeiros e/ou pagãos. Todos os que fossem alvo de tal suspeita eram designados por bruxos ou bruxas, com elevado sentido negativo e pejorativo, devendo ser julgados pelo tribunal do Santo Ofício e, na maioria das vezes, queimados na fogueira nos designados autos-de-fé.


Essa designação se perpetuou e a comemoração do halloween, levada até aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses (povo de etnia e cultura celta) no Século XIX, ficou assim conhecida como "dia das bruxas", dando origem ao dia da bruxa ficando assim como uma lenda histórica.



Atualidade


Com a conversão ao cristianismo dos povos europeus, se foi estabelecendo a partir dos Séculos IV e V o calendário litúrgico católico, surgindo as celebrações do dia dos fiéis defuntos e do dia de Todos-os-Santos, mitigando as referências às entidades pagãs, erodindo a popularidade da sua mitologia em favor da presença dos santos católicos.


Para as diferenças entre as festividades pagãs e católicas no mesmo dia 1 de novembro, ver Dia de Todos-os-Santos. E para as diferenças entre este dia e o dia 2 de novembro, ver Dia dos fiéis defuntos.


Atualmente, além das práticas de pedir doces ou de vestir roupas de fantasias que se popularizaram inclusive no Brasil, podemos encontrar pessoas que celebram à moda celta, como os praticantes do druidismo (o druida era o sacerdote dos celtas) ou da wicca (considerada como uma forma de bruxaria moderna).


Um ritual habitual na noite de 31 de outubro é o de acender uma vela numa das janelas de casa, em homenagem aos seus ancestrais.


Muitos grupos se reúnem e meditam em volta de fogueiras para honrar seus mortos e seus deuses, com oferendas como frutas e flores, e terminam a festa compartilhando comida e bebida, música e dança. Uma boa bebida para essa época é o leite quente com mel, servido com pedaços de maçã e polvilhado com canela. Pode-se acrescentar o chocolate, que na época dos celtas não existia, mas que hoje é muito bem-vindo.



A festa para os cristãos


Os cristãos mais fiéis reprovam as festividades. Os católicos consideram-na inclusive como uma afronta ao Dia de Todos-os-Santos, portanto resistem ao evento relacionando-o aos modismos provenientes da cultura consumista norte-americana.



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area 51


Ro_Butterfly1_5.gifRo_Butterfly1_1.gif"Area 51" é uma zona de uma base militar perto do lago Groom Dry no Nevada. Amantes dos OVNIs garantem que esconde extraterrestres.


Uma vez que podemos ser abatidos a tiro se entrarmos na base militar, os turistas de OVNIs devem ver o solo sagrado a distância. Muitos fazem-no, esperando ver um aterrar. Pelos vistos, o governo americano tem um acordo com extraterrestres permitindo que voem nesta àrea. Donde pensam que veio o Stealth Bomber, de um humano?


Assumimos que algo secreto se passa na Area 51. E pode ser mais sinistro que aviões ou armas. Recentemente foi colocada a hipotese de servir de lixeira para substancias tóxicas. Vários trabalhadores da Area 51 e viuvas teem apresentado queixas em tribunal por doenças e mortes relacionadas com a manipulação de lixos. O governo americano tem-se defendido com o argumento da "segurança nacional". De facto, nem sequer reconhece oficialmente a existência da Area 51. O que só dá argumentos aos defensores da teoria da conspiração.


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29 outubro 2007

DISSONANCIA COGNITIVA


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Dissonância cognitiva é uma teoria sobre a motivação humana que afirma ser psicologicamente desconfortável manter cognições contraditórias. A teoria prevê que a dissonância, por ser desagradável, motiva a pessoa a substituir sua cognição, atitude ou comportamento. Foi explorada detalhadamente pela primeira vez pelo psicólogo social Leon Festinger, que assim a descreveu:



Dissonância e consonância são relações entre cognições, ou seja, entre opiniões, crenças, conhecimentos sobre o ambiente e conhecimentos sobre as próprias ações e sentimentos. Duas opiniões, ou crenças, ou itens de conhecimento são dissonantes entre si quando não se encaixam um com o outro, isto é, são incompatíveis. Ou quando, considerando-se apenas os dois itens especificamente, um não decorrer do outro (Festinger 1956: 25).



Festinger argumenta que existem três maneiras de se lidar com a dissonância cognitiva, não considerando-os mutuamente exclusivos.




  1. Pode-se tentar substituir uma ou mais crenças, opiniões ou comportamentos envolvidos na dissonância;




  2. Pode-se tentar adquirir novas informações ou crenças que irão aumentar a consonância existente, fazendo assim com que a dissonância total seja reduzida;




  3. Pode-se tentar esquecer ou reduzir a importância daquelas cognições que mantêm um relacionamento dissonante (Festinger 1956: 25-26).




Por exemplo, as pessoas que fumam sabem que fumar é um mau hábito. Algumas justificam seu comportamento olhando para o lado bom: dizem a si mesmas que fumar ajuda-as a manter o peso e que o excesso de peso representaria um perigo maior para a saúde do que o fumo. Outras param de fumar. A maioria de nós é inteligente o bastante para inventar hipóteses ad hoc ou justificativas para salvar idéias que nos são caras. O fato de sermos levados a racionalizar por estarmos tentando reduzir ou eliminar a dissonância cognitiva não explica por que não podemos aplicar essa inteligência de uma forma mais competente. Pessoas diferentes lidam com o desconforto psicológico de formas diferentes. Algumas dessas formas são claramente mais razoáveis que outras. Portanto, por que algumas pessoas reagem à dissonância com competência cognitiva, enquanto que outras respondem com incompetência?


A dissonância cognitiva já foi chamada de "o melhor amigo do controlador de mentes" (Levine 2003: 202). Assim mesmo, um exame superficial revela que não é ela, mas sim a forma como as pessoas lidam com ela, que seria objeto do interesse de um indivíduo que tentasse controlar os outros quando as evidências parecessem estar contra ele.


Por exemplo, Marian Keech era a líder de uma seita OVNI nos anos 1950. Alegava receber mensagens de extraterrestres conhecidos como Os Guardiães através de escrita automática. Assim como os membros da seita Heaven's Gate fizeram quarenta anos mais tarde, Keech e seus seguidores, conhecidos como Os Buscadores da Irmandade dos Sete Raios, esperavam ser recolhidos por discos voadores. Segundo as profecias de Keech, seu grupo de 11 pessoas seria salvo pouco antes que a Terra fosse destruída por um dilúvio maciço em 21 de dezembro de 1954. Quando se tornou evidente que não haveria nenhum dilúvio e que os Guardiães não passaríam para apanhá-los, Keech



ficou exultante. Disse ter acabado de receber uma mensagem telepática dos Guardiães, dizendo que seu grupo de seguidores havia espalhado tanta luz com sua inabalável fé que Deus havia poupado o mundo do cataclismo (Levine 2003: 206).



Mais importante é o fato de que os Buscadores não a abandonaram. A maioria se tornou mais devota após a falha da profecia. (Apenas dois deixaram a seita quando o mundo não acabou.) "A maioria dos discípulos não só permaneceu como, após tomar essa decisão, estavam então ainda mais convencidos que antes de que Keech estava certa o tempo todo.... O fato de estarem errados os transformou em crentes fanáticos (ibid.)." Algumas pessoas são capazes de ir longe para evitar a incompatibilidade entre suas crenças mais caras e os fatos. Mas por que as pessoas interpretam as mesmas evidências de formas contrárias?


Os Buscadores não teriam esperado pelo disco voador se achassem que ele poderia não vir. Assim, quando ele não veio, seria de se esperar que alguém que pensasse de forma competente teria visto isso como uma refutação da alegação de Keech de que ele viria. No entanto, os maus pensadores foram feitos incompetentes pela devoção a Keech. Sua crença de que um disco voador os apanharia era baseada em , não em evidências. Da mesma forma, a crença de que o fracasso da profecia não deveria ser levado em conta contra suas crenças foi mais um ato de fé. Com esse tipo de pensamento irracional, poderia parecer inútil apresentar evidências para tentar convencer as pessoas de seus erros. Sua crença não é baseada em evidências, mas na devoção a uma pessoa. Essa devoção pode ser tão grande que mesmo o mais condenável comportamento de um profeta pode ser racionalizado. Há muitos exemplos de pessoas tão devotas a alguém que poderiam racionalizar ou ignorar abusos físicos e mentais extremos de seu líder de seita (ou cônjuge, ou namorado). Se a base da crença de uma pessoa é fé irracional, fundamentada na devoção a uma personalidade poderosa, a única opção que essa pessoa tem ao ser confrontada com evidências que poderiam minar sua fé seria continuar a ser irracional, a não ser que essa fé não fosse mesmo tão grande. A questão interessante, então, não é de dissonância cognitiva e sim de fé. O que havia em Keech que teria levado algumas pessoas a terem fé em sua pessoa, e o que havia nessas pessoas que as teria tornado vulneráveis a Keech? E o que havia de diferente nos dois que abandonaram a seita?


"Pesquisas mostram que há três características relacionadas à capacidade de persuasão: a atratividade, a honestidade e a autoridade percebida" (ibid. 31). Assim, se uma pessoa é fisicamente atraente, tendemos a gostar dela. E quanto mais gostamos dessa pessoa, mais tendemos a confiar nela (ibid. 57). As pesquisas também mostram que "percebem-se as pessoas como mais confiáveis quando fazem contato com os olhos e falam com confiança, não importa o que tenham a dizer" (ibid. 33).


Segundo Robert Levine, "os estudos encontraram uma surpreendentemente falta de traços em comum nos tipos de personalidade das pessoas que se unem a seitas: não há um tipo único de personalidade propenso ao culto" (ibid. 144). Esse fato surpreendeu Levine. Quando começou sua investigação sobre as seitas, "compartilhava o estereótipo comum de que a maioria dos adeptos era composta de desajustados psicológicos ou fanáticos religiosos" (ibid. 81). O que descobriu, porém, foi que a maioria dos membros de seitas era atraída pelo que parecia ser uma comunidade amorosa. "Uma das ironias sobre as seitas é que os grupos mais extravagantes são freqüentemente compostos pelas pessoas que mais se importam com as outras (ibid. 83)." Levine diz que o líder de seita Jim Jones era "um super-vendedor que exercia todas as regras da persuasão" (ibid. 213). Possuía autoridade, honestidade aparente e atratividade. É provável que o mesmo pudesse ser dito sobre Marian Keech. Também parece provável que muitos dos seguidores de seitas tenham encontrado nelas uma família substituta, ou no líder da seita uma mãe ou pai substituto.


É importante lembrar também que, na maioria dos casos, as pessoas não chegaram a suas crenças irracionais da noite para o dia, mas sim ao longo de um período de tempo, com crescimento gradual do comprometimento (ibid. cap. 7). Ninguém entraria para uma seita se o tom do convite fosse: "Siga-me. Beba esse Kool-Aid envenenado e cometa suicídio." Mesmo assim, nem todos na seita beberam o veneno e dois dos seguidores de Keech abandonaram a seita quando a profecia falhou. Em que eles diferiam dos outros? A explicação parece simples: a fé que tinham no líder era fraca. Segundo Festinger, os dois que abandonaram Keech -- Kurt Freund e Arthur Bergen -- já eram pouco comprometidos desde o início (Festinger 1956: 208).


Mesmo as pessoas que erroneamente acham que suas crenças são científicas podem chegar a essas idéias gradualmente, e seu comprometimento pode crescer até atingir o ponto da irracionalidade. O psicólogo Ray Hyman oferece um exemplo muito interessante de dissonância cognitiva e de como um quiroprático lidou com ela:



Há alguns anos, participei de um teste da cinesiologia aplicada no consultório do Dr. Wallace Sampson em Mountain View, na Califórnia. Uma equipe de quiropráticos veio para demonstrar o procedimento. Vários observadores médicos e os quiropráticos haviam concordado que estes primeiramente ficariam livres para demonstrar a cinesiologia aplicada da maneira que quisessem. Depois disso, tentaríamos alguns testes duplo-cegos de suas alegações.


Os quiropráticos apresentaram como seu principal exemplo uma demonstração que acreditavam mostrar que o corpo humano seria capaz de reagir à diferença entre a glucose (um açúcar "ruim") e a frutose (um açúcar "bom"). A sensibilidade diferenciada era aceita como verdade entre os "curandeiros alternativos", embora não houvesse nenhum respaldo científico. Fizeram com que voluntários se deitassem de costas e levantassem um dos braços verticalmente. Colocavam então uma gota de glucose (diluída em água) na língua do voluntário. O quiroprático então tentava forçar o braço levantado para que voltasse à posição horizontal, enquanto o voluntário tentava resistir. Em quase todos os casos, este não conseguia resistir. Os quiropráticos afirmaram que o corpo do voluntário reconhecia a glucose como um açúcar "ruim". Depois que a boca do voluntário era enxaguada e uma gota de frutose era depositada em sua língua, conseguia resistir ao movimento para a posição horizontal em quase todos as tentativas. O organismo teria reconhecido a frutose como um açúcar "bom".


Após o almoço, uma enfermeira nos trouxe um grande número de tubos de ensaio, cada qual codificado com um número secreto, de forma que não pudéssemos saber quais os que continham frutose e quais os que continham glucose. Ela então saiu da sala, para que ninguém no teste subseqüente soubesse conscientemente quais os tubos que continham glucose ou sacarose. Os testes dos braços foram repetidos, mas desta vez eram duplo-cegos -- nem o voluntário, nem os quiropráticos, nem os observadores sabiam se a solução aplicada na língua do voluntário era glucose ou frutose. Assim como na sessão feita pela manhã, às vezes os voluntários conseguiam resistir, e em outra vezes não. Registramos os número de código da solução em cada tentativa. Então, a enfermeira retornou com a chave do código. Quando determinamos quais das tentativas usaram glucose e quais usaram sacarose, não houve nenhuma conexão entre a capacidade de resistir e o fato do voluntário ter recebido o açúcar "bom" ou o "ruim".


Quando os resultados foram anunciados, o líder dos quiropráticos se voltou para mim e disse, "Está vendo? É por isso que nunca mais fizemos testes duplo-cegos. Nunca funciona!" Inicialmente pensei que ele estivesse brincando. Mas ele falava sério. Como ele "sabia" que a cinesiologia aplicada funcionava, e o melhor método científico mostrava que não funcionava, então -- pensava ele -- tinha que haver algo errado com o método científico. (Hyman 1999)



O que diferencia a racionalização do quiroprático da do membro de seita é que esta última se baseia em pura fé e devoção a um guru ou profeta, enquanto que a primeira é baseada em evidências decorrentes da experiência. Nenhuma dessas crenças pode ser refutada porque os crentes não permitiram que o sejam: nada pode contar contra elas. Aqueles que baseiam suas crenças na experiência e naquilo que assumem ser evidência empírica ou científica (por ex., astrólogos, quiromantes, médiuns, paranormais, defensores do design inteligente, e o quiroprático) apenas fingem estar dispostos a testar suas crenças. Só se dão ao trabalho de se submeterem a testes de suas idéias a fim de obter provas para apresentar a outras pessoas. É por isso que nos referimos a suas crenças como pseudociências. Não nos referimos às crenças de membros de seitas como pseudocientíficas, mas como irracionalidade baseada em fé.


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28 outubro 2007

ZOHAR


zohar_gd.jpgDe autoria do grande Rabi Shimon bar Yochai, permanece inacessível até os dias de hoje para a grande maioria dos que tentam transpor o mistério que encerra. Quem sabe se por esta razão, ou apesar desta, nenhuma outra obra mística jamais despertou tanta curiosidade e exerceu tão grande influência?


O Zohar é a coluna vertebral da Cabalá, também chamada de Chochmat ha-Emet - a Sabedoria da Verdade. Na língua hebraica, Cabalá significa "recebimento" ou "o que foi recebido". Por ser parte integral da Torá, tem origem e natureza Divina. Apesar de seus ensinamentos terem sido transmitidos a Adão e aos patriarcas do povo judeu, foi Moisés quem os recebeu diretamente de D'us durante a Revelação no Monte Sinai e os instituiu formalmente como parte da história do povo de Israel. Desde então, esta sabedoria mística vem sendo repassada de geração em geração para uns poucos escolhidos entre os líderes espirituais do povo judeu.


Chamados de nistarim (literalmente "os ocultos"), os primeiros cabalistas preservaram zelosamente esses ensinamentos, transmitindo-os oralmente às gerações seguintes. Somente no século II da era comum, surgiria no seio de Israel um homem que possuía os dons espirituais e intelectuais que lhe permitiram dar forma a essa sabedoria milenar. Seu nome era Rabi Shimon bar Yochai, uma das personalidades mais reverenciadas na história judaica. A ele coube o zechut, o honroso mérito de revelar a Luz Divina em todo a sua majestade e esplendor.


Grande líder e um dos maiores sábios talmúdicos, Rabi Shimon viveu em uma época muito conturbada. Durante sua geração, Israel penava sob o jugo romano, tendo que se sujeitar à proibição do estudo da Torá, esta apenas uma entre as inúmeras imposições de Roma. A gravidade da situação levou os mestres da Lei a adotarem medidas excepcionais. Preocupados que a perseguição e a dispersão dos judeus pudessem resultar na perda parcial dos ensinamentos da Torá Oral, os sábios deram seu consentimento para que os fundamentos de seu conteúdo fossem transcritos. Portanto, o Talmud, seus comentários, o Midrash e os ensinamentos cabalísticos começaram a ser compilados e escritos. E foi Rabi Shimon bar Yochai quem estruturou a tradição mística através do Zohar.


No entanto, havia um grande problema na transcrição dos segredos da Cabalá. Os sábios temiam que pessoas sem preparo espiritual tivessem acesso aos segredos da Criação e do Universo. Para evitar que isso acontecesse, O Livro do Esplendor foi escrito de forma praticamente indecifrável para os não iniciados. E a primeira condição para se fazer parte desse grupo pequeno e seleto era possuir um vasto e profundo conhecimento sobre a Torá e sobre a tradição cabalística.


Livro fechado


O Sefer ha'Zohar é um livro fechado e as chaves para sua compreensão permanecem em mãos de um número reduzido de sábios. Esta obra pode ser comparada a um sistema codificado, de extrema complexidade, que esconde tesouros inestimáveis. Rabi Shimon era um daqueles seres pertencentes a um plano espiritual tão elevado que, entre os que estudam a sua obra, são poucos os que conseguem assimilar parte de seus ensinamentos. Não obstante, mesmo com apenas um pouco desse conhecimento, constroem-se montanhas de sabedoria.


Como vimos, para os não iniciados, o Zohar é misterioso e praticamente impenetrável. As dificuldades de compreensão estão presentes em quase todos os níveis da obra. Além da insondável profundidade de seus preceitos, seu estilo literário peculiar e sua dialética dificultam a compreensão. Seus textos, escritos em hebraico ou em aramaico antigo, estão "codificados", impossibilitando, assim, que pessoas leigas entendam seu significado. Imagens simbólicas são usadas no lugar de uma terminologia racional e tópicos independentes são tratados em conjunto, colocando lado a lado assuntos aparentemente sem relação entre si.


Muitas das passagens do Zohar são compostas por combinações de alusões fragmentadas, que somente podem ser conectadas por associações secretas. Mas, na realidade, as conexões existem e são bastante claras para aqueles que entendem seu simbolismo e significado. Um sábio familiarizado com os segredos místicos da Torá entende perfeitamente seu conteúdo, seu estilo e sua estrutura aparentemente ilógica. Se para os não iniciados muitos de seus ensinamentos carecem de significado, estes mesmos preceitos são, para os que podem decifrá-los, a chave para desvendar os maiores e mais profundos segredos da existência e do universo.


Apesar de terem sido traduzidos para o hebraico moderno e para outros idiomas, os verdadeiros ensinamentos do Sefer ha-Zohar continuam sendo praticamente incompreensíveis. Mesmo para a maioria dos eruditos na Torá, o Livro do Esplendor continua sendo um enigma. O Talmud e outras obras da lei judaica são acessíveis e compreensíveis; não apenas é permitido o seu estudo, como também é incentivado e é uma obrigação colocar-se em prática os seus ensinamentos. Já o Zohar continua além do alcance intelectual e espiritual da maioria dos judeus - pelo menos por enquanto. Grandes cabalistas sempre alertaram que o privilégio de estudar e entender esta obra era reservado para muito poucos.


O cuidado e o resguardo em relação ao Zohar sempre foram impostos com o propósito de preservar não só a obra, mas também a alma daqueles que se aventurassem a estudá-la. Temia-se que seus ensinamentos e revelações pudessem ser mal interpretados ou usados de forma inadequada. Infelizmente, esses temores se confirmaram no decorrer da história. Houve vários casos de indivíduos e até mesmo de grupos que, após mergulharem nas águas do misticismo judaico sem o preparo adequado, acabaram por se perder. Ainda mais grave: seus ensinamentos místicos foram utilizados por falsos messias e distorcidos por místicos não-judeus e por adeptos da ciência do ocultismo. Os resultados foram catastróficos. Por isso, cabe alertar o leitor que o estudo do Zohar e da Cabalá somente deve ser conduzido na companhia de um professor que, além de instruído, tenha atingido um equilíbrio espiritual e mental; que entenda e siga a Lei Judaica em todos os seus minuciosos pormenores.


O Zohar é fonte de inspiração e sabedoria para os iniciados que ousam adentrar seus segredos. Seus principais focos são a teosofia - a interação das sefirot e seus mistérios, a conduta humana e o destino dos judeus neste mundo bem como no mundo das almas. São raras as ocasiões em que discute de forma explícita a meditação ou a experiência mística.


Ao penetrar na superfície literal da Torá, O Livro do Esplendor revela as profundezas místicas de suas histórias, leis e segredos. Transforma a narrativa bíblica em uma "biografia de D'us". Toda a Torá é lida como permutações de Nomes Divinos. Cada uma de suas palavras ou de suas mitzvot simbolizam algum aspecto das sefirot - que representam as maneiras pelas quais D'us interage com Sua Criação. O Zohar revela que o real significado da Torá reside em sua parte oculta - chamada de nistar - e em seus segredos místicos.


Mas esta obra grandiosa não trata apenas de assuntos esotéricos e místicos. Não há uma única preocupação sobre a existência humana que permaneça intocada em suas páginas. Apesar da aura de mistério que a cerca, muitos de seus ensinamentos têm servido de guia para várias gerações de judeus. De um lado, o Zohar se aprofunda nos maravilhosos mistérios da alma e do Criador; do outro, aborda assuntos como o poder do mal e a necromancia, proibida pelo judaísmo. Nele encontram-se visões da Redenção Messiânica, assim como soluções para as complexas relações entre seres humanos e os problemas de seu cotidiano.


Alicerçado principalmente na Torá, o Zohar é uma obra imensa, dividida em três trabalhos principais que são, por sua vez, subdivididos em outros segmentos. Trata-se principalmente de uma exegese - uma dissertação de homilias - e suas idéias emergem através de comentários e discursos. Nele estão as interpretações místicas e os comentários das sidrot - as leituras semanais da Torá. A obra não se restringe aos Cinco Livros de Moisés; também aborda outros livros da Torá, inclusive o Cântico dos Cânticos, o Livro de Ruth e as Lamentações. Não cabe enfatizar em demasia que a Cabalá é a parte secreta da Torá e, portanto, não poderia ser estudada ou seguida à parte da Torá revelada. Acreditar ou estudar a Cabalá sem o respaldo da Torá Escrita e Oral é, no mínimo, incongruente, pois não há um único trabalho cabalístico que não contenha citações dos 24 livros da Torá Escrita, do Talmud e do Midrash.


Assim como o Talmud, o Zohar cobre todas as manifestações do espírito judaico. Porém, enquanto o primeiro é essencialmente uma obra sobre a Lei Judaica, com pitadas de misticismo, o segundo é principalmente um trabalho místico que aborda e elabora sobre algumas leis do Torá. O Zohar descreve a realidade esotérica subjacente à experiência cotidiana. Nele, temas e histórias, tópicos legais e assuntos litúrgicos são vistos e expostos através de uma interpretação mística.


Um breve histórico


Como vimos acima, os ensinamentos da Cabalá começaram a assumir uma forma estruturada através do Livro do Esplendor, de Rabi Shimon bar Yochai. Segundo o Talmud, após ter fugido das autoridades romanas que queriam matá-lo, Rabi Shimon e seu filho, Rabi Elazar, esconderam-se em uma caverna nas montanhas da Galiléia. Pai e filho lá permaneceram durante treze anos, dedicando-se completamente ao estudo da Torá. Certamente Rabi Shimon já havia sido exposto aos ensinamentos místicos judaicos. Mas, enquanto estavam na caverna, ele e seu filho foram visitados pelas almas de Moisés e do profeta Eliahu, que lhes revelaram muitos outros preceitos cabalísticos. É possível que outros sábios, antes e depois dele, também tenham tido os dons intelectuais e espirituais para transmitir os ensinamentos da Cabalá. Mas foi Rabi Shimon, devido à sua luz, à pureza de sua alma e aos seus méritos, o escolhido por D'us para fazê-lo.


Como atesta a própria obra, coube a Rabi Abba, um dos alunos de Rabi Shimon, a tarefa de registrar por escrito os ensinamentos de seu mestre. Parte do Zohar não foi transcrita na época; foi preservada e transmitida de forma oral pelos discípulos de Rabi Shimon, conhecidos como "a Chevraiá".


Mas apesar de transcrito, ainda não havia chegado a hora de ser divulgado o seu conteúdo. Segundo a tradição, seus manuscritos originais ficaram escondidos durante mil anos e foram descobertos apenas no século XIII. Durante as décadas de 1270 e 1280, estes manuscritos ficaram restritos a círculos cabalistas. Finalmente, chegaram às mãos de um místico judeu espanhol, Rabi Moshe de Leon (1238-1305), que os editou e publicou na década de 1290.


Por que teria essa obra magna permanecido escondida por tanto tempo? O próprio Livro do Esplendor revela a razão ao afirmar que sua sabedoria e luz seriam reveladas como preparação para a Redenção Final, que deveria ocorrer 1.200 anos após a destruição do Templo Sagrado. E é exatamente o que aconteceu ! O Grande Templo de Jerusalém foi destruído no ano 70 da e.C., o que significa que, segundo as previsões do Zohar, seu conteúdo deveria ser revelado no ano de 1270.


O estudo da Cabalá floresceu na Espanha e na Provença, mas até a expulsão dos judeus da Península Ibérica, o Zohar só era conhecido no meio de restritos círculos de sábios e cabalistas. Após a expulsão, ele emerge desses círculos e passa a exercer uma grande influência sobre os judeus sefaraditas. Perseguidos e expulsos, os judeus da Espanha encontraram em seus ensinamentos sobre a Redenção Messiânica uma grande fonte de conforto e esperança e tanto a obra como seu autor passaram a ser reverenciados por eles. Até hoje, o Zohar está presente no dia-a-dia dos judeus dessa origem, pois seus ensinamentos moldaram grande parte de suas tradições e seus costumes religiosos.


Muitos dos cabalistas forçados a sair da Península Ibérica se estabeleceram na cidade sagrada de Safed, em Israel, que se tornou um centro de estudos místicos. Em Safed, o Sefer ha'Zohar serviu de base para os ensinamentos de dois dos maiores cabalistas - ambos sefaraditas - da era moderna: Rabi Moshe Cordovero (falecido em 1570), conhecido como o Ramak; e o grande Rabi Yitzhak Luria (1534-1572), o Arizal.


Foi em Safed que o Arizal transmitiu seus conhecimentos sobre o Livro do Esplendor e a Cabalá. Desenvolveu um novo sistema para a compreensão de seus mistérios, chamado de Método Luriânico. Seus ensinamentos são reconhecidos como a autoridade máxima da Cabalá, tendo sido estudados pelas gerações de cabalistas que o seguiram. A partir de seus ensinamentos, a Cabalá se tornou mais acessível e passou a ser disseminada por sábios e místicos judeus. O próprio Arizal afirmara que havia chegado a era na qual não só seria permitido revelar a sabedoria da Cabalá, mas tornar-se-ia uma obrigação fazê-lo.


Mas, foi na primeira metade do século XVIII, com o surgimento do chassidismo - como passou a ser chamado o movimento iniciado no leste da Europa pelo Rabi Baal Shem Tov - que a Cabalá que fora ensinada pelo Arizal passou a atingir um número ainda maior de judeus. A principal contribuição do chassidismo foi sua adaptação da doutrina da Cabalá a uma linguagem cotidiana e de fácil compreensão. Desta maneira, a profunda sabedoria de Rabi Shimon bar Yochai passou a influenciar as massas de judeus asquenazitas do leste Europeu. Com a expansão do chassidismo os ensinamentos do Zohar passaram a influenciar um número cada vez maior de judeus.


A santidade da obra


Chamada também de Ha'Zohar ha-Kadosh - O Sagrado Zohar - esta obra é envolta por uma aura de suprema santidade. Sua natureza misteriosa e seu conteúdo inacessível só acrescentaram reverência ao respeito que provoca entre judeus e não-judeus. Como vimos anteriormente, o Zohar é a suprema autoridade no campo do misticismo judaico, é a face mística da Revelação Divina manifestada por meio da Torá. Em termos de santidade, o Zohar foi posto em um nível ainda maior do que o Talmud, pois enquanto as leis deste último representam o corpo da Torá, os mistérios do Zohar representam sua alma. Mas, o Livro do Esplendor nunca se opõe à autoridade do Talmud nem às suas leis. Assim como alma e corpo são interdependentes; apenas quando unidos e em harmonia podem proporcionar ao homem uma vida significativa. Da mesma forma, o Zohar e o Talmud não podem cumprir sua missão, nem sobreviver de forma separada e sem uma mútua interligação.


O Zohar tem sido aceito por todo o povo judeu, independentemente de seu passado e tradições. Embora apenas um número limitado de judeus o tenha estudado de fato, continua a influenciar de maneiras que sequer podem ser imaginadas. Uma história do Baal Shem Tov revela o amor dos chassidim pelo Zohar e é também um exemplo de sua santidade e poder. Sabe-se que o Baal Shem Tov sempre levava uma cópia desta obra com ele, sendo capaz de realizar milagres e prever o futuro através da força espiritual do livro. Um dia lhe perguntaram como tinha sido capaz de, simplesmente olhando para o Zohar, descrever os passos de um homem que havia desaparecido. E ele respondeu com uma citação do Talmud: "A luz que D'us fez em seis dias de Criação permitiria ao homem enxergar de um lado do mundo para o outro, mas esta luz tem sido guardada para os justos no Mundo Vindouro". E onde está esta luz guardada", perguntou o Baal Shem Tov, respondendo ele próprio: "Na Torá. Então, quando eu abro o Zohar, eu posso ver o mundo todo".


Bibliografia


Tishby , Isaiah " The Wisdom of the Zohar - An Anthology of Texts"


The Littman Library of Jewish Civilization


Kaplan ,Aryeh, " Inner Space - Introduction to Kabbalah, Meditation and Prophecy " - Moznaim Publishing Corporation Bader, Gershom "


The Encyclopedia of Talmudic Sages", Jason Aronson Inc


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27 outubro 2007

glossario - A - 5



Angel Letter A.jpgAmina: Mãe do profeta Maomé, sua Mãe Divina.

Amitaba: (sânscr.; chinês O-Mi-Tuo; jap. Amida; tibet. Öpagmed/'Od Dpag Méd) Um dos cinco Dhyani-Budas, associado à Terra Pura do Oeste, Sukhavati.

Amortecedores: Mecanismos psicológicos que nos impedem de experimentar a realidade do momento presente e ver a nossa verdadeira condição mecânica; particularmente, um mecanismo através do qual a Falsa Personalidade protege o quadro fantasioso que temos de nós mesmos. O uso de um amortecedor como em "amortecer uma situação desagradável".

Amurru: (babil.) Deus principal dos Amoritas, chamado de Deus do Oeste da Natureza, mas de templos e atribuições ainda incertas. Nome do Vento do Oeste em acádio.

Amplificação: (Psicol.) Método de interpretação de imagens oníricas e desenhos desenvolvido por Jung, no qual o motivo ou a imagem onírica são ampliados, esclarecida e dado a ela um contexto significativo comparando-a com imagens similares da mitologia,do folclore e da religião comparada. A amplificação estabelece o contexto coletivo de um sonho, permitindo que seja visto não só em seu aspecto pessoal, mas em termos arquetípicos gerais que são comuns a toda a humanidade.

Anaata, Anahat: (sânscr.; masculino) Quarto chacra do corpo sutil, localizado à altura do coração. É o chacra que nos confere a intuição e nos dá o poder de controlar os ventos, os furacões. Se bem desenvolvido, dá os poderes paranormais da Levitação e do Teletransporte.

Anael: (hebraico) Arcanjo-Cosmocrator. Regente e Embaixador planetário de Vênus. Símbolo do amor, da bondade, da arte e da virtude de Deus. É o embaixador do Logos de Vênus (Uriel) na Terra (Lembrando que Uriel é um dos quatro grandes Arcanjos, junto com Miguel, Rafael e Gabriel, que governam as estações). Seu nome significa "a luz de Deus", e se lhe representa com um pergaminho e um livro que simboliza seu caráter de intérprete de juízos e profecias. A literatura esotérica expressa que Ele rege o verão e está relacionado com o princípio das forças do elemento sutil do enxofre. No Islã, Ele é chamado Israfil e é o Arcanjo da música que fará soar sua trombeta no Dia do Juízo para anunciar a Ressurreição.

Ananda: (sânscr.; masculino) Felicidade, bem-aventurança, estado de aptidão espiritual, objetivo do Sádhana tântrico. Primo do Buda Shakyamuni e um de seus principais discípulos.

Anapanasáti: (páli) Meditação sobre a respiração.

Anatman: (sânscr.; páli Anatta) O não-eu, não-ego, não-essência; ausência de qualquer indivíduo ou essência independente ou permanente. Veja Trilakshana.

Angal: (ou Ishtaran; babil.) Deus patrono de Der, a cidade ao leste do rio Tigre.

Angutara-Nikaya: (páli) Coleção Numérica; uma das seções do Sutta-Pitaka.

Aniquilação Budista: (sânscr.) Quando o discípulo se encontra no máximo grau de estancamento e passa por grandes crises emocionais, por um Supremo Arrependimento ou Suprema Dor, e não pode desintegrar o Ego-Causa, pois está relacionado com a Lei do Karma, a Mãe Divina Kundalini perdoa e se levanta e pulveriza a causa do erro, liberando a Essência. De um modo mais amplo, é a morte dos "venenos mentais"que aprisionam o budhata, a Essência Divina.

Ankh: (egípcio) Cruz egípcia que simboliza o Triunfo da Vida sobre a Morte; a Reencarnação e a Imortalidade. É a cruz com asa ou Ansa; é chamada também Cruz Ansata.

Ankh-Lad: (egípcio) Como um dos atributos de Ísis, era o círculo mundano; como símbolo da Lei sobre o peito de uma múmia, era o da Imortalidade, de uma eternidade sem princípio nem fim, a que descende sobre o plano da natureza material e o rebaixa, a linha horizontal feminina, sobrepujando a linha vertical masculina; o fecundante princípio masculino da Natureza, ou Espírito. Esotericamente, é um Grau relativo à Consciência Objetiva do Ser. Somente os Mestres Ressurrectos e os Ascensos é que possuem o ankh-Lad.

Anitya: (sânscr.; páli Anitta) Impermanência. Veja Trilakshana.

Annie Besant: (1847-1939) Teósofa, jornalista, reformadora social e oradora de origem irlandesa. Avançada discípula de HPB, ocupou a presidência da Sociedade Teosófica em Adhyar, desde 1907, até seu falecimento. Foi uma das mais notáveis figuras no campo da Teosofia moderna. Obras: A Sabedoria Antiga, Genealogia do Homem, O Homem e seus corpos etc. O Mestre Samael a menciona em várias ocasiões, especialmente no concernente ao Caso Krishnamurti. (Veja link Mestres da Senda, neste mesmo site gnosisonline.)

Antarabhava: (sânscr.) Veja Bardo.

Anu: Deus sumério do firmamento, filho de Nammu, pai de Enlil, esposo de Ki. deus de Uruk, templo Eanna; filho de Anshar e Kishar, consorte de Ki/Antu, pai de Ellil, Adad, Gerra, Sharra, e (em algumas tradições) Ishtar. Seu vizir é o deus Ilabrat. Deus principal da geração mais antiga. Símbolo: coroa de chifres sob o sinal de templo/altar.

Anshan: Moderna Tell Malyan. Capital da civilização iraniana antiga, próxima de Persépolis. Incluída na Lista dos Reis Sumérios.

Anshar: "Céu pleno", deus sumério e acádio da antiga geração, pai de Anu, geralmente tido como consorte de Kishar, e assimilado com Assur por semelhança fonética. Seu vizir é o deus Kakka.

Antu: (Antum, Anunitu; babil.) Esposa de Anu em Uruk, mãe de Ishtar. Também chamado Anunitu, especialmente em Sipar.

Anunaki: (Anunna, Anukki, Enunaki; babil.) Termo coletivo sumério e acádio para os deuses da fertilidade e do Mundo Subterrâneo, sob a liderança de Anu. Posteriormente, tornam-se juízes no Mundo Subterrâneo, algumas vezes identificados com os Apkalu. Algumas vezes também chamados de Igigi. Dizem certas tradições que são Deuses vindos de outros planetas para nos ajudarem em nosso crescimento interior.

Anuttara-Samyak-Sambodhi: (sânscr.; jap. Anokutara-Sanmyaku-Sanbodai) Iluminação insuperável, completa e perfeita. Encarnação das 3 Forças Primárias, último degrau antes da entrada ao Absoluto.

Anzu: (sumério Imdugug; Zu em acádio, também Azzu) Águia de cabeça de leão, porteiro de Enlil, nascido na montanha Hehe. Apresentado como o ladrão mal-intencionado no mito de Anzu, mas benevolente no épico sumério de Lugalbanda. Freqüentemente mostrado na iconografia na pose de Mestre dos Animais. No mito babilônico Anzu, ele era o vizir do deus supremo Enlil. Um dia, quando Enlil estava se banhando, Anzu roubou as Tábuas do Destino e escapou para o deserto. Aquele que possuísse as Tábuas do Destino se tornaria regente do universo. Ea então pede à deusa-mãe Belet-Ili para dar à luz a um herói divino capaz de derrotar Anzu. Belet-Ili dá à luz a Ninurta, mandando-o então para a batalha. Depois de uma luta eletrizante, Ninurta espeta o pulmão de Anzu com uma flecha, recapturando as Tábuas do Destino. O épico termina com elogios a Ninurta. Este mito possui produnda semelhança com os mitos de Lúcifer-Prometeu-Xolotl.

Ao: (grego) Pai do Pleroma. (Ain Soph).



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25 outubro 2007

afastar paquerador


Se tem alguém pegando no seu pé e você não está a fim, experimente esta simpatia. Pegue uma pimenta malagueta, soque bem e misture com um pouco de sal. Coloque a mistura dentro de um saquinho de pano e carregue sempre com você. Quando se encontrar com a tal pessoa, passe as mãos nesse talismã e depois na cabeça dele



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23 outubro 2007

Karma


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O conceito hindu a respeito de karma é bem diferente do conceito ocidental, divulgado pelos grupos espíritas e espiritualistas. Com a influência judaico-cristã, rica em noção de culpa e pecado, o karma para os ocidentais tem uma configuração de algo forçosamente ruim, que se deve pagar com sofrimento.


Para o hinduísmo, karma é apenas uma lei de causa e efeito, do gênero "cuspiu pra cima, vai receber uma cusparada no rosto". A pura lei do karma é simplesmente mecânica e não espiritual. Nem sequer moral. Independe de fundamentação reencarnacionista ou até mesmo teísta. Refere-se a um mecanismo da própria natureza. Uma espécie de energia potencial muito distante do fatalismo que lhe atribuímos.


Para exemplificar a flexibilidade desse conceito na Índia, podemos citar uma parábola que compara o karma a um arqueiro com suas flechas. O karma teria três estágios: o primeiro, equiparável ao momento em que o arqueiro tem seu arco em repouso e suas flechas descansam na aljava; o segundo, em que coloca uma flecha no arco, tensiona-o e aponta-o para um alvo; e o terceiro, no qual solta a flecha.


De acordo com essa comparação, tanto no primeiro estágio quanto no segundo, o arqueiro tem controle absoluto sobre o karma, podendo, inclusive no último instante, direcionar sua flecha para outro alvo, tensionar mais ou menos o arco para imprimir maior ou menor potência à seta, ou ainda desistir de atirar. Isso corresponde a um domínio de dois terços do karma, o que é bem razoável se comparado com nosso conceito de destino inflexível e sobre o qual não podemos atuar.


Além disso, qualquer que seja o nosso karma, a liberdade que temos sobre as formas de cumprí-lo é bastante elástica. A sensação de restrição ou impedimento é muito mais decorrente dos próprios receios de mudar e da acomodação das pessoas, do que propriamente da lei de causa e efeito.


É como se o cumprimento de um karma fosse uma viagem num transatlântico. Você está inevitavelmente dirigindo-se ao seu destino, entretanto, poderá aproveitar a jornada de diversas maneiras. Poderá cumprir o percurso relacionando-se bem ou mal com os companheiros de viagem. A bordo, terá o direito de tomar sol, nadar, ler, dançar, praticar esportes e namorar. Ou de reclamar da vida, da monotonia, do cheiro de maresia, do balanço do navio, do serviço de camarote, do tamanho da escotilha, do enjôo... Todos chegarão ao destino, de uma maneira ou de outra. Só que alguns divertir-se-ão bastante no trajeto. Outros vão sofrer. Isso deve-se preponderantemente ao temperamento de cada um e não ao karma. Esse é o verdadeiro conceito de karma. O resto é complexo de culpa.


Contudo, se você quiser complicar mais, podemos acrescentar que existem duas leis atuando sobre a nossa vida: o karma e o dharma. Por desconhecer esse pormenor, os espiritualistas confundem os dois e atribuem ao karma, qualidades que não lhe são inerentes. O karma é uma lei universal e o dharma, a lei humana, jurídica ou religiosa, do lugar e do tempo em que o indivíduo está vivendo. O karma não é temporal nem espacial. O mesmo karma é aplicável a um ateu do século XXI, a um muçulmano do século quinze, a um centurião romano, ou a um troglodita pré-histórico.


Todavia, o dharma de cada um deles é bem específico, pois foi determinado pelos costumes do seu tempo e lugar. Para viver bem, com saúde e felicidade, é preciso conhecer essas duas forças para obter a harmonia entre elas, especialmente nos muitos momentos nos quais entram em choque. Há circunstâncias em que o dharma determina que você aja de uma certa maneira e o karma, de outra. Por exemplo: o dharma, manda que você, em tempo de guerra, mate. O karma, proíbe-o em qualquer circunstância. Como agir? Há muitas soluções. Uma delas é prestar o serviço militar como enfermeiro. Esta manobra dissimulativa é aplicável também no nosso dia-a-dia.


O karma não é uma lei moral porque moral é algo temporal e muda o tempo todo. O dharma é uma lei moral porque é baseada nos costumes.


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22 outubro 2007

YOGA: Uma introdução à cultura oriental milenar



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Existem dois tipos de praticantes de Yôga: o primeiro que busca os benefícios, o segundo quer se dedicar realmente ao Yôga. Cada qual vai encontrar o que veio buscar. Claro que ensinar a quem quer Yôga, e não àquele que deseja apenas vantagens pessoais, é mais gratificante. Isso não significa que vamos recusar nem discriminar o outro. Esperamos simplesmente reeducá-lo para conscientizá-lo de que uma coisa nobre é o Yôga e outra bem inferior são seus efeitos.

O praticante que quer o Yôga e não meramente os seus benefícios, lê, pesquisa, investe, dedica-se. Já o que busca efeitos, esse não está se importando com a seriedade ou autenticidade do método, encorajando, dessa forma malsã, a disseminação de ensinantes sem formação nem habilitação, mas que saibam prometer benefícios.

O sádhaka que busca benefícios não valoriza os estudos mais profundos nem as sofisticações técnicas que seu instrutor se esforça por oferecer. Ele quer benefícios e tanto faz se o método é autêntico ou não, desde que consiga usufruir dos efeitos. Mesmo que eles sejam produto de uma mistura exótica de espiritismo, massagem, hipnose, macrobiótica, esoterismo, florais, cristais e curandeirismo, que nada tenha a ver com o Yôga.


Agora, imagine uma outra situação, conseqüência da atitude acima descrita. Suponha que você seja um professor de Ballet Clássico e, cada vez que vá ensinar uma técnica mais elaborada para tornar seu aluno um bailarino de verdade e não um mero iludido, ele reclame:- Ah! Professor, não exija tanto de mim. Não estou aqui para aprender a dançar. Vim só para emagrecer.E um outro:


- Eu também não quero dançar. Só quero melhorar da dor na coluna.


No final, você é professor de dança, mas ninguém quer aprender a dançar, pois estão todos voltados só aos benefícios para a saúde! Que frustração! Isso é o que ocorre sistematicamente com os instrutores de Yôga. Por essa razão temos evitado falar dos superlativos benefícios que a prática do Swásthya Yôga pode proporcionar.


Ademais, colhemos a vantagem da compostura ética de não ficar fazendo propaganda apelativa.


Não prometemos coisa alguma. Quem vem praticar conosco é porque entendeu nossa proposta e já sabe o que quer. Isto posto, podemos permitir-nos discorrer sobre alguns efeitos mais comuns para responder àquela tão famigerada pergunta.


Ah! Os benefícios...


Se você compreendeu o que foi colocado acima, então aceitamos explanar sobre os tão decantados benefícios.

O Swásthya proporciona uma flexibilidade espantosa e um excelente fortalecimento muscular. Com seus exercícios biológicos beneficia a coluna vertebral, os sistemas nervoso, endócrino, respiratório e circulatório.


Os ásanas (técnicas corporais) promovem a regulagem do peso por estimulação da tireóide; melhor irrigação cerebral pelas posições invertidas; consciência corporal, coordenação motora e elasticidade que auxiliarão outros esportes.


Os kriyás (atividades de purificação das mucosas) promovem a higiene interna, das mucosas do estômago, dos intestinos, do seio maxilar, dos brônquios, das conjuntivas, etc.


Os bandhas (contrações ou compressões de plexos e glândulas) prestam um massageamento aos plexos nervosos, glândulas endócrinas e órgãos internos.


Os pránáyámas (exercícios respiratórios) fornecem uma cota extra de energia vital, aumentam a capacidade pulmonar, controlam as emoções, permitem o contato do consciente com o inconsciente e ajudam a conseguir o domínio da musculatura lisa.


Os mantras (vocalização de sons e ultra-sons), em primeira instância aplicam vibração vocálica para desesclerosar meridianos energéticos; em segunda instância permitem equilibrar os impulsos de introversão/extroversão e dinamizar chakras; em terceira instância, ajudam a obter o aquietamento das ondas mentais para conquistar uma boa concentração e meditação.


O yôganidrá (técnica de descontração) é o módulo de relaxamento, que auxilia a todos os anteriores e, juntamente com os demais angas da prática, implode o stress.


O samyama (concentração, meditação e outros estados mais profundos) proporciona a megalucidez e o autoconhecimento.


Estes efeitos, e muitos outros, são simples conseqüências de exercícios. Ocorrem como resultado natural de estarmos exercitando uma filosofia de vida saudável. Se aprendemos a respirar melhor, relaxar melhor, dormir melhor, comer melhor, excretar melhor, fazer exercícios moderados, trabalhar melhor a coluna e manifestar uma sexualidade melhor, os frutos só podem ser o incremento da saúde e a redução de estados enfermiços.


Com a redução da tensão conseguimos minimizar a reação em cadeia de efeitos secundários.



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TRATAMENTO DE MERECIMENTO


TRATAMENTO DE MERECIMENTO
Louise L. Hay

Sou merecedor(a). Mereço tudo o que é bom.
Em minha mente, sou livre.
Agora me transporto para um novo espaço de consciência,
onde estou disposto(a) a me ver de maneira diferente.
Estou decidido a criar novos pensamentos
sobre mim mesmo e minha vida.
Meu modo de pensar torna-se uma nova experiência.

Eu agora sei e afirmo que sou uno com
o Poder de Prosperidade do Universo.
Assim, prospero de inúmeras maneiras.
Está diante de mim a totalidade das possibilidades.

Mereço vida, uma boa vida.
Mereço amor, uma abundância de amor.
Mereço boa saúde.
Mereço viver com conforto e prosperar.
Mereço alegria e felicidade.
Mereço a liberdade de ser tudo o que posso ser.
Mereço mais do que isso. Mereço tudo o que é bom.
O Universo está mais do que disposto a manifestar minhas novas crenças.
Aceito essa vida abundante com alegria, prazer e gratidão, pois sou merecedor(a).
Eu a aceito; sei que é verdadeiro.
Sou grato(a) a Deus por todas as bênçãos que recebo.
Amém.

Fazer por 21 dias consecutivos o tratamento de merecimento. Você pode recitar ou copia-lo durante os 21 dias .


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ovni, durante o dia e bem nitido

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21 outubro 2007

Catástrofe


Segundo a tradição, se um corvo for visto saindo da Torre de Londres, isto é o prenúncio de que a Torre Branca vai desmoronar e que alguma catástrofe vai cair sobre a Inglaterra. O problema é que, atualmente, para garantir que nenhum corvo saia voando, as pontas das suas asas são cortadas periodicamente. Pois é, já não se respeitam mais as lendas como antigamente



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glossario - A - 4



A.jpgAka-Bolzub: É o aspecto feminino do Logos, entre os maias. A Cósmica Mãe Divina.

Akasha: (sânscr.) A causa primordial do Éter, do eletromagnetismo, o quinto elemento criador da Natureza.

Akiba: (jud.; Aquiba Ben Joseph, 50-132 d. c.). Rabino e cabalista hebreu, fundador da escola rabínica de Jafa e mestre de Simeon ben Jochai. Recolheu as tradições cabalísticas esotéricas hebraicas e sistematizou o Sepher Yetzirah que normalmente lhe é atribuído. Segundo a tradição oculta, alcançou a iniciação.

Akshobhia: (bud.) Um dos cinco Dhyani-Budas.

Alah: (islam.) Palavra árabe que designa Deus. Também Alá. Sagrado mantra do Deva que se encontra sobre a Caaba, em Meca, Arábia Saudita.

Alaya-vijnana: (sânscr.) Consciência-armazém; conceito da escola Yogachara para definir uma consciência cósmica que armazena todos os fenômenos. É a onisciência do Iluminado.

Alberto Magno: (alq.; 1206-1280 d.C.) Filósofo Escolástico alemão, da Ordem Dominicana. Um dos espíritos mais universais da Idade Média, introduziu o aristotelismo na Teologia, que soube irmanar com as ciências físico-químico-naturais. Alcançou fama de mago por seus experimentos alquímicos e físicos. São muito conhecidos nos círculos esotéricos os seus escritos, especialmente: O Grimório de Alberto o Grande.

Albumasar: (alq.; Abu Maaschar, 805-885) Astrólogo e astrônomo árabe que viveu em Bagdá. Sua Introductiorum Astronomium e outras obras astrológicas traduzidas do latim exerceram grande influência no desenvolvimento da astrologia na Idade Média.

Alcorão: Livro sagrado dos muçulmanos. Em árabe, Cur'an significa literalmente O Livro (Al-Ktab). Texto sagrado do Islã. O nome em árabe indica algo lido ou recitado. Esta palavra pode ser uma forma arabizada de origem assíria. Se aplica ao livro que contém o que para os muçulmanos foram uma série de revelações de Alá (Deus) a Maomé durante sua estância em Meca (Makka) e Medina (al-Madinah) durante as primeiras décadas do século 7.


Aldebaran: (ufol.) Situa-se na Constelação do Touro. Segundo afirmações do Mestre Samael Aun Weor, fundador do gnosticismo moderno, essa estrela possui algumas das civilizações mais evoluídas da galáxia. Tal foi sua evolução que os planetas ao redor de Aldebaran se transformaram em corpos luminosos, quase como estrelas. Sua evolução tecnológica é também espantosa. Quando esses seres viajam a outros planetas e galáxias, usam seus corpos luminosos, não necessitando mais de naves. Juntamente com a Ursa Maior, possui uma das mais adiantadas civilizações de toda a nossa galáxia.

Aleister Crowley: Nascido sob o nome Edward Alexander Crowley, no dia 12 de outubro de 1975, é o bodhisatva caído do mestre egípcio Therion. Divulgador da filosofia Thelemita. Infelizmente, por não trabalhar sobre a morte do Ego, converteu-se num hanasmussen, tergiversando os ritos sagrados passados a ele por membros da Santa Igreja Gnóstica européia.

Alfa-cinza: (ufol.) Tipo de extraterrestre extremamente magro, de pele cinza, cabeça enorme sem orelhas e nariz, grandes olhos negros sem pupilas; a maioria tem cerca de 1,20 m, mas há alguns altos. Confira zeta.

Al-Ghazali: (Abu Hamid Al-Ghazali, 1058-1111) Filósofo e Místico súfi árabe. Uma das mais proeminentes figuras do Sufismo, tentou através de suas obras a reconciliação e assimilação do Sufismo na teologia muçulmana ortodoxa. Autor de importantes trabalhos filosóficos, onde impregna as teses aristotélicas.

Al-Hallaj: (Hussein Ibn Mansur, 866-922 d.C.) Místico Súfi, discípulo do célebre mestre Junsid de Bagdá. Predicou logo sua própria doutrina na Índia e no Turquestão, regressando logo a Bagdá, onde foi condenado à morte aparentemente por haver exposto publicamente a Doutrina Oculta. Não obstante, foi anos depois muito venerado. Em sua Mensagem de Natal 1967-1968 (A Noite dos Séculos), o mestre Samael dedica todo um capítulo à história deste Grande Mestre, no qual o chama "O Cristo Súfi, O Omnicósmico".

Alice A. Bailey: (1880-1949) Esoterista e autora inglesa. Em sua juventude formou parte de um centro teosófico de Los Angeles (EUA), logo fundando a Arcana School e a revista The Beacon. Suas numerosas obras foram inspiradas ou ditadas pelo Mestre Djwal Khul (ou simplesmente DK, O Tibetano), mediante aa faculdade de clariaudiência que a autora possuía. Obras: Psicologia Esotérica, Tratado sobre os Sete Raios, Tratado Sobre o Fogo Cósmico etc.

Ali ibn Abi Talib: Primo e genro do profeta, quarto califa; casou-se com Fátima, filha do profeta Mohammad, ou Maomé. É representado como o imã supremo dos súfis. Seu símbolo é a espada Zulfikar, a espada de duplo gume, símbolo da força da kundalini, que tanto pode ascender pela coluna vertebral do esoterista quanto baixar a seus infernos atômicos, transformando-se na cauda de demônio.

Allan Kardec: (Hipollyte Leon Denizard Rivail, 1804-1869) Espírita e pedagogo francês. Colaborador de Pestalozzi. Atuou na docência e desde 1865 advogou na difusão e codificação da doutrina espírita. Fundou a Revue Spirite e a Societé Parisienne d'Etudes Spirites. Sua obra Le Livre d'Esprits (O Livro dos Espíritos) se converteu em texto básico do espiritismo, ao que configurou num sistema doutrinário filosófico-moral coerente. Sua personalidade ocupa um lugar de exceção dentro do espiritualismo de todos os tempos. Samael estudou suas obras, assim como Krumm-Heller e ambos encontraram elementos que os ajudaram em suas buscas da verdade. Sem embargo, não compartilharam com os processos de mediunidade, qualificando-os como pura Magia Negra.

Allat/Allatu: Deusa babilônica da sexualidade e da cópula, esposa de Nergal. Veja Ereshkigal.

Allulu: Ser metade pássaro, metade humano, que amou Ishtar, e que teve suas asas quebradas.

Alphonse Louis Constant: (Elifas Levi Zahed, 1810-1875) Esoterista, cabalista e autor francês. Chegou a ser diácono, porém foi expulso do seminário, provavelmente por seus atos demasiado liberais e por mostrar grande interesse pelas ciências ocultas. Foi Mestre de vários ritos maçônicos e iniciado da Societas Rosicruciana in Anglia. Membro dos Frates Lucis, e é considerado uma das mais altas e importantes personalidades ocultistas do século 19. Autor de: Dogma e Ritual da Alta Magia, História da Magia, O Livro dos Esplendores etc. Samael nos ratifica sua maestria, cita-o freqüentemente e nos narra algumas de sus experiências com este Mestre.

Alternativa 2: (Ufol.) Projeto que teria sido arquitetado na década de 50 para preservar a raça humana de uma futura extinção; consistiria na construção de gigantescas cidades subterrâneas. À parte ser real a existência de enormes complexos subterrâneos, os Alternativa 1, 2 e 3 teriam sido criações de um programa inglês de ficção científica na décade de 70.

Alternativa 3: (ufol.) Proposto conjuntamente com o Alternativa 2 e com análoga finalidade, propunha a exploração e colonização de Marte, Vênus e/ou da Lua, com auxílio de tecnologia alienígena; há quem acredite que tenha resultado em pousos na Lua ou em Marte em 1962, e que existiriam bases do governo secreto nestes orbes. Pode tratar-se no entanto de fantasia (ver Alternativa 2).

Amém, Amén: (hebr.) A palavra Amém em hebraico está formada pelas letras A, M, N = 1, 40, 50 = 91, e, assim, é um similar de "Jeová Adonai" = 10, 5, 6, 5 e 1, 4, 50, 10 = 91 em conjunto. É uma forma da voz hebraica equivalente a "Verdade". Na linguagem ordinária, Amém se diz que significa "Assim seja". Porém, em lenguagem esotérica, Amém significa "o oculto". Os egípcios empregavam dito termo para invocar a seu grande Deus de Mistério, Ammon (o Ammas, o Deus Oculto), afim de se fazer visível e manifestar-se a eles. Amém é intitulado "Senhor da festa da Lua Nova". Jeová-Adonai é uma nova forma do deus de cabeça de carneiro, Amoun ou Amon, que era invocado pelos sacerdotes egípcios sob o nome de Amém.

Amén-Smen: (grego) Paraíso dos Oito (Ogdóada) A Tétrade o Quaternário, ao refletir-se, produziu a Ogdóada, o "Santo Oito" segundo os gnósticos marcosianos. Os Oito Grandes Deuses foram denominados a "Sagrada Ogdóada". Na filosofia oriental, a Ogdóada é Aditi com seus oito filhos.

Amenti, ou Amén-Ti: (egípcio) Esotérica e literalmente, a morada do Deus Amen o Amoun, ou o Deus secreto, escondido. Exotericamente, el reino de Osíris dividido em 14 partes, cada uma das quais, estava destinada a algum fim relacionado com a vida futura do defunto. Entre outras coisas, em uma dessas divisões estava a Sala do Juízo. Era a "Terra do Ocidente", a "Mansão Secreta", a "Terra Tenebrosa" e a "Casa Sem Porta". Porém também era Kerneter, a "Morada dos Deuses" e a "Tierra dos Espíritos ou Sombras", como o Hades dos gregos. Era, também, a "Casa de Deus-Pai" (no qual há "muitas mansões"). As 14 divisões comprendiam, entre muitas outras, Aanroo, a Sala das Duas Verdades, a Terra da Bem-aventurança; Neter-xer, "ou lugar funeral ou cemitério"; Otamer-xer, os "Campos de Aprazível Silêncio"; e também outras muitas salas e mansões místicas; uma delas como o Sheol dos hebreus, outra como o Devakán dos ocultistas etc. Ademais das 15 portas da morada de Osíris, havia dois principais: a "porta de entrada" ou Rustu, e a "porta de saída" (reencarnação) ou Amh. Porém não havia no Amenti sítio algum que representasse o ortodoxo inferno cristão. A pior de todas era a Sala das Trevas e Sonhos eternos. Este lugar é Decreto Kármico; a Terra do Silêncio, a mansão daqueles que morrem absolutamente incrédulos, que falecem antes do término assinalado de sua vida, e por último do que morre no umbral do Avitchi, que jamais está no Amenti ou algum outro estado subjetivo, salvo em um só caso: quando estão nesta região de forçoso renascimento. Esses não se detinham muito tempo ainda que em seu estado de sonho profundo, de esquecimento e trevas, antes ao contrário, eram conduzidos com mais ou menos presteza até o Amh, a "porta de saída".





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20 outubro 2007

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dossie ovni 01 3/7

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afastar seus marido de outras


Esta simpatia deve ser feita na última quarta-feira do mês. Arrume um pedaço de pano branco novo, uma agulha e linha. Quando seu marido estiver dormindo, dê alguns pontos no pano e diga baixinho: "Estou costurando o coração de (diga o nome dele) para que nunca se aproxime de ninguém e para que nenhuma mulher dê bola pra ele." Repita treze vezes seguidas e depois, enterre o pano num jardim



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19 outubro 2007

Oração a FREI GALVÃO


Pai Santo, fiel remunerador daqueles que, nesta vida de exílio, buscam e trabalham para que em vida se cumpra a vossa vontade santíssima, pedimos humildemente a glorificação do Beato Frei Antônio de Sant'Ana Galvão, concedendo-lhe socorrer a todos os que em suas necessidades, cheios de confiança, solicitarem a intercessão do "homem da paz e da caridade" e filho devoto da Imaculada Conceição. Isto vos pédimos para a vossa maior honra e glória, por Cristo Nosso Senhor. Amém.

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17 outubro 2007

EXPERIMENTO DA PROSPERIDADE


Os.jpgOs rosacruzes levam a efeito um interessante experimento durante 40 dias, para demonstrar individual e coletivamente o bom resultado da seguinte afirmação:

"O Cósmico é a fonte de toda prosperidade e quando mantemos em mente, constantemente, a consciência da prosperidade, ela se manifestará."

Quatro coisas são necessárias:


1 - Um período especial de agradecimento pela presença da ajuda universal;

2 - Um depósito monetário diário em uma caixinha (qualquer tipo), da mesma quantia, durante 40 dias, a qual denominaremos de "Caixinha da Prosperidade";

3 - Visualização da prosperidade como uma corrente, da qual participamos;

4 - Uma oração para compreensão do uso da abundância.

O sucesso tem sido total. Agora todos estão convidado s a participar deste experimento, lembrando que a riqueza não consiste somente de dinheiro, mas também de:




  • Riqueza de Saúde



  • Riqueza de Poder Mental



  • Riqueza de Alegria de Viver



  • Riqueza provinda da satisfação que provém do bom ajustamento às condições que nos cercam e de poder melhorá-las gradativamente.




Este experimento dever ser realizado anualmente.

"A regularidade é essencial para o sucesso do Experimento"


Explicação:

A Saúde, a felicidade e a prosperidade são abundantes no Cósmico, mas devemos suplicar, atrair estas bênçãos, mantendo a atitude mental correta, ou seja, uma atitude positiva. Devemos desejá-las ardentemente, pois só possuímos as coisas pelas quais lutamos.

Ensinaram-nos que o dinheiro é uma forma de energia. Quanto mais livremente fluir, mais efetivo e produtivo se torna. O dinheiro não deve ser um bem que recebemos e guardamos, mas devemos bem usá-lo continuamente.

Devemos ainda aprender a considerar o dinheiro em sua verdadeira forma, uma energia e seus raios luminosos, que devem brilhar, aconteça o que acontecer. A energia, sob forma de dinheiro, está sempre se manifestando para tornar-nos indivíduos livres, amplos e felizes. Devemos compreender esta forma de energia, adotando a atitude mental correta para atingirmos a corrente e maior quantidade fluirá para nós. Devemos considerar o dinheiro como ferramenta para nosso uso, para nos beneficiar e podermos auxiliar os outros.

Entretanto, o fato de despendermos dinheiro não significa que acompanhamos a corrente. Ele deve ser u sado de forma construtiva. Nem a leitura, nem o estudo, nos darão a consciência da prosperidade ou a atitude mental correta com respeito ao dinheiro. As duas partes da lei da prosperidade são "DAR E RECEBER".

Devemos dar se quisermos receber

Para que a lei funcione, devemos usar o que possuímos e por em prática a lei de DAR E RECEBER.

Se dermos livremente, de boa vontade, regularmente e sem qualquer pensamento de negociar com o Cósmico, então nossa prosperidade se manifestará livre e regularmente. Este experimento é baseado na aplicação da lei da prosperidade. Foi feito para desenvolver uma atitude mental positiva, a compreensão do dinheiro e para auxiliar-nos a entender que a fonte de suprimento é infalível e que emite mais do que pedimos ou aceitamos. Considerar a prosperidade como coisa limitada é admitir a limitação do Cósmico, pois é dele que provém a prosperidade.

Há o suficiente para cada um de nós, sem faltar para os outros. O objetivo de colocar uma moeda ou nota na "Caixinha de Prosperidade" diariamente, por 40 dias, é de aprendermos a dar com boa vontade e livremente. Se esquecermos de colocar UM DIA, o experimento não terá resultado. O valor da contribuição diária é importante pela impressão que causa em nossa consciência. Se a importância pode ser dada sem pensar, então é duvidoso que o experimento tenha êxito.

O ato de dar deve deixar uma impressão definida na mente, diariamente. É por isso que o mesmo valor deve ser depositado por dia. Ao final dos 40 dias o dinheiro deve ser usado como a nossa intuição mandar, de forma construtiva, pondo em prática a lei de DAR E RECEBER.

Assim, mantendo na mente a afirmação de que o Cósmico é a fonte de toda prosperidade, quando o pensamento é positivo, abre-se o caminho para que a prosperidade chegue até nós. O experimento também considera as importantes leis da visualização e reconhecimento.

Lembre-se de que a prosperidade se manifesta de outras formas que não através do dinheiro, como novas idéias, melhoria de negócios, emprego superior, melhores condições de moradia, companhia e felicidade. E sobretudo, um influxo de compreensão dos recursos ilimitados do Cósmico para suprir nossas necessidades.



"LEI MARAVILHOSA DA PROSPERIDADE"


Todos nós somos um, cada qual dependente e ligado ao outro por um laço que nos torna verdadeiros irmãos. Aquilo que tenho e aquilo que posso produzir ou fazer é para beneficio dos outros.

"Portanto, a tua existência depende dos meus esforços e a minha dos teus, e ambos dependemos daquilo que os outros fazem. A mim serão dadas as coisas que os outros necessitam de modo que eu possa distribuí-las neste plano Cósmico".

QUE A PAZ PROFUNDA ESTEJA CONVOSCO.



"PRECE INICIAL"

Deus do meu Coração, Deus da minha compreensão, abre o caminho para a minha grande abundância e prosperidade, pois sou ímã i rresistível para tudo o que me pertence por direito Divino.



ASSIM SEJA!



Deus do meu coração, Deus de minha compreensão, envolve-me com as vibrações do Teu Poder Cósmico e traze para minha mente a mais alta compreensão do uso da abundância.

ASSIM SEJA!

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16 outubro 2007

Taoísmo: Respiração e ecologia


malrieux09.jpg


Taoísmo: Respiração e ecologia *"Quem respira apressado não dura Quem
alarga os passos não caminha".* Lao Tse - Tao Te Ching cap. 24
Mestre Wu Jyh Cherng

Jornal Tao do Taoísmo -
Os versos de Lao Tsé falam da pressa. Todas as coisas feitas com pressa são
feitas de uma maneira superficial. Falam da naturalidade. Todas as coisas
têm um tempo próprio para acontecerem. Ao darmos um passo maior do que
podemos dar, nos cansamos e não podemos caminhar mais.
Também essas palavras dizem que a cultura moderna é uma cultura de "alargar
passos". Nós consumimos muito rapidamente. Existe uma grande crise na Terra
em função do que o ser humano dá um passo maior que a natureza. Ou seja, o
homem deixa de se integrar à natureza, com o céu, com a terra, com a
floresta e com outros seres, por que tende a dar passos maiores, consumir
mais do que pode oferecer.
A terra é rica, mas por mais rica que seja, esse consumo exagerado, esses
grandes passos, acabam cansando a terra, cansando o mundo.
Igualmente, passos grandes podem significar o excesso de informações. Temos
informação através da visão, da audição, do paladar, das sensações. Nossos
sentidos sensoriais e não sensoriais (intelectuais, racionais e memórias)
estão em processo muito acelerado. A quantidade de informações é muito
grande. São os grandes passos. Isso nos leva ao stress, a uma ruptura.
Se andarmos muito rapidamente com passos grandes, vamos tropeçar, cair e
pisar em buracos, sem conseguirmos nos desviar dos obstáculos da estrada. Ou
nos cansamos. Isso traz a ruptura, a quebra.
Quando a vida é vivida em excesso de informação, alimentação e preocupações,
de efeitos intelectuais, racionais e sensoriais, todo o nosso recurso humano
é desgastado rapidamente quando "alargamos os passos" estamos reduzindo
nossa distância de vida.
Se a vida é uma estrada que pode ser caminhada durante digamos, até 120
anos, hoje somos capazes de caminhá-la em doze, trinta, cinqüenta anos e
terminá-la.
A vida reduz e a intensidade de cada momento aumenta. Isso faz com que a
vida se torne muito estressante e curta. O Taoísmo dá muita importância à
longevidade, à constância e a fluidez contínua da vida humana. E "alargar os
passos" é metaforicamente, uma atitude de redução da vida.
Uma respiração muito apressada não dura muito tempo. Quando a respiração é
lenta, podemos respirar por muito tempo. Quem pratica o
*Tai-Chi*<http://www.taoismo.org.br/stb/modules/dokuwiki/doku.php?id=tjq>,
*Chi Kun*<http://www.taoismo.org.br/stb/modules/dokuwiki/doku.php?id=qigong>ou
meditação sabe disso.
Existe no *Taoísmo*<http://www.taoismo.org.br/stb/modules/dokuwiki/doku.php?id=start>um
conceito que é pouco diferente das outras tradições místicas. As
outras
tradições dizem que uma pessoa quando nasce já vem com um relativo karma que
lhe proporciona a possibilidade de uma certa duração na vida. A maioria das
escolas pensa que, dependendo do karma da pessoa, ela pode ter uma vida de
menor ou maior duração.
O *Taoísmo*<http://www.taoismo.org.br/stb/modules/dokuwiki/doku.php?id=start>não
vê assim. O
*Taoísmo* <http://www.taoismo.org.br/stb/modules/dokuwiki/doku.php?id=start>diz
que quando uma pessoa nasce, de acordo com o seu karma anterior, ela
vai
ter provavelmente uma certa quantidade de respirações.
Em resumo, se a pessoa conseguir realizar um bom trabalho respiratório,
profundo, e não apressado, naturalmente terá um prolongamento de sua vida,
independente do seu "merecido karma". Respiração mais suave e profunda, vida
mais longa.
Quem respira profunda e suavemente capta maior quantidade de oxigênio,
energia vital e elimina mais gás carbônico e energias impuras. Uma pessoa
com uma respiração suave e profunda possui um diafragma mais conservado, sem
tensão e sem reter energias do campo emocional.
Na parte superior do corpo, uma boa energização e oxigenação, possibilitam
uma capacidade mental mais ampla. Na parte inferior do corpo, as energias
vitais e sexuais ficarão mais plenas. A pessoa tem mais saúde física e
mental.
Por isso o taoísmo prega que quem respira mais suavemente e profundamente,
naturalmente terá mais saúdo física, energética, mental e emocional.
Imaginemos nós e um trilhão de pessoas respirando com ansiedade, como seria
a energia do planeta? Isso traz os desastres naturais como a alteração do
clima, do vento, das tempestades, na Terra.
A alteração emocional altera imediatamente a respiração. A grande alteração
emocional coletiva altera a respiração da humanidade".
Devemos ter equilíbrio para respirar e caminhar integrados com a vida. O
Taoísmo tem uma visão da consciência. Uma pessoa com consciência é
naturalmente uma pessoa ecológica e sensata.


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