29 abril 2009

RITUAL DA SERPENTE DE PRATA)


Realize esse ritual no período do quarto crescente, quando a lua estiver em Câncer ou Escorpião (existem almanaques lunares que indicam o caminho da lua pelos signos no ano em vigor).
Você precisará de um ramo seco de alfazema, um punhado de sal marinho, uma pedra de rio, oito conchas da praia, um punhado de alecrim seco, quatro velas verdes e um cristal de duas pontas.
Trace um círculo com o sal marinho (espalhando-o a ponto de torná-lo uma delgada linha), coloque no centro o cristal e a pedra de rio, e, em torno deles, geometricamente dispostas, as oito conchas e por fim as quatro velas acesas na posição dos pontos cardeais. Salpique ao redor com o alecrim seco e queime incenso de alfazema. Sente-se no chão, dentro do círculo, com o rosto voltado para a vela que indica o Norte.
Respire pausadamente e vá relaxando à medida que seu coração se torna mais audível. Você perceberá, então, que sua respiração se encontra no mesmo ritmo que suas batidas cardíacas.
Quando sentir que seu corpo está bem relaxado, observe o cristal no centro do círculo e repare que dentro dele está refletido um pequeno sol, formado pela chama das quatro velas e que se retrai e expande; aos poucos você percebe que, dentro dele, um delicado fio de prata de enrosca, preguiçoso. Acompanhe seus movimentos, a princípio lentos e tomando velocidade à medida que o observa. Uma energia muito intensa o atrairá para o centro desse pequeno sol. Deixe que seu corpo seja levado, sem esboçar nenhuma reação contrária.
Você descobrirá dentro de um enorme labirinto circular, de que só consegue ver os altos muros cobertos por uma verde camada de musgo.
Estranhamente, você não tem a sensação de estar preso, e, dentro de si, existe uma alegre expectativa. Comece, então, a andar ao longo do labirinto. À medida que avança, uma música suave alcançará seus ouvidos. Essa música tem a predominância de flautas e parece vir seguindo as curvas do vento morno que agita seus cabelos. Uma intensa onda de felicidade invadirá seus coração. Nesse momento, você verá os muros do labirinto transformarem-se em finíssimos fios de prata que, delicadamente, se enroscam por todo o seu corpo. Em pouco tempo você estará toda envolvida, ainda que não experimente a menor sensação de opressão, ao contrário e inusitadamente, sente-se confortável, como se esse fosse seu estado natural.
A música torna-se mais intensa, e seu corpo é então atraído pelo solo. Deite-se e estique-se o mais que puder, dando-se conta de que se transformou numa imensa cobra prateada! Seu corpo traça curvas sinuosas no solo, e o contato com a terra úmida lhe provoca delicados arrepios. Com o passar do tempo, voc6e sentirá vontade de enroscar-se sobre si própria e, depois de fazer isso, sentirá um pequeno formigamento na região do ventre, que se dilatará enquanto intensa onda de calor tomará todo o seu ser. Um pequeno ovo de ouro estará depositado no centro da espiral que você terá traçado com seu corpo.
Pegue-o com a boca e enterre-o num estreito buraco no solo. Aos poucos seus membros estarão soltos, e você terá recuperado sua forma.
Nesse momento abandone a visualização. Levante-se suavemente e desfaça o círculo, dizendo as seguintes palavras:


Desfaço esta roda com a permissão da Mãe,
Apago o fogo, retiro o sal,
Recolho as conchas e as pedras,
Varro o alecrim e desfaço o Mal.
Que assim seja,
E assim se faça!


Nesse ritual estabelecemos contato com nossos medos, com aquilo que não queremos ver ou aceitar. Não foi à toa que a serpente se tornou um animal repelente para o ser humano. Por nos sabermos serpentes, por nos intuirmos fonte de prazer é que nos escondemos em medos, sempre metamorfoseados, a fim de não alcançar nossa serpente de prata. Desde muito pequenos somos persuadidos ao total esquecimento desse aspecto prazeroso que trazemos conosco. Tudo que vivenciamos deve ter sempre um aspecto de sacrifício, e, por mais que desconfiemos de que tal ensinamento deva estar errado, acabamos por sucumbir ao sofrimento e inventamos uma série de pavores que nos acompanham ao longo dos anos.
Uma bruxa sabe que viver é buscar o prazer, vivenciar cada instante em toda a sua plenitude. De nada vale a existência se ela não proporcionar prazer. A natureza é prazerosa; tudo nela parece uma grande risada. Voc6e não será capaz de encontrar um riacho infeliz ou um pássaro problemático, ou um coelho deprimido. Nesse ritual nos deparamos com nossos muros, mas não sofremos, pois sabemos que ao final de tudo encontraremos nossa serpente e só assim conseguiremos gargalhar em coro com nossos semelhantes.
(Marcia Frazão


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Stress: Uma doença moderna!


Em que consiste:


O stress é uma resposta do organismo ao esforço físico, psicológico e emocional. Todas as pessoas conhecem o termo stress e, como não existe uma definição exacta, cada um interpreta-o de maneira diferente.
A palavra stress deriva do inglês e significa a tensão a que os metais são submetidos para comprovar a sua resistência. Em 1950, um médico comparou esse processo a que se submetiam os metais com a prova de resistência que a sociedade faz com as pessoas. Considerou que, em determinados momentos de tensão, o stress é um mecanismo que mobiliza todas as reservas do organismo humano, para proporcionar as energias extras de que necessitamos para enfrentar as dificuldades a que estamos sujeitos. Sem dúvida que o stress não é uma palavra negativa e, mesmo que o termo seja relativamente moderno, o conceito que encerra é tão velho como a existência do Homem na Terra. Sempre existiram mecanismos de defesa contra os problemas ou dificuldades da vida. É a capacidade do indivíduo reagir a certas agressões que faz com que o stress seja algo positivo (um estímulo que incita o indivíduo a superar as coisas de forma positiva) ou negativo (quando se encontra numa encruzilhada e o seu organismo se bloqueia, ao sentir-se ameaçado.


Sintomas:


As respostas possíveis do organismo podem classificar-se em níveis diferentes, mesmo que algumas delas sejam estereotipadas:
• Doenças psicossomáticas, como as dores de cabeça ou cefaleias, as sensações de vertigem, a prisão de ventre ou diarreia, as taquicardias, as contracções musculares. Há que salientar que estes sintomas também reflectem outras doenças, e não unicamente o stress.
• Disfunções do sistema endócrino e hormonal.
• Estados de irritabilidade, nervosismo, repentinas alterações de humor, impaciência e insatisfação pessoal, atitudes irascíveis, agressividade, abatimento e falta de incentivo.
• Cansaço físico, do qual não se recupera mesmo depois de uma boa noite de sono, fadiga permanente, dificuldade na conciliação do sono, esgotamento, podem ser sintomas de stress, no entanto consulte o seu médico para verificar se esses sintomas não correspondem a nenhuma doença orgânica.


Como se cura:


A primeira medida a ter em conta, perante uma situação de stress, é fazer todo o possível para não se entregar ao problema. Não se trata de levar uma vida de renúncia; está comprovado que a repressão sistemática provoca stress e leva a situações de depressão. Por exemplo, se alguém deseja ser o primeiro no emprego e sofre de stress, a solução não está em trabalhar menos ou deixar de lutar pelos seus objectivos; isso ainda iria provocar mais stress. Deve racionalizar a sua atitude em função dos seus desejos. Nunca vai conseguir ser o primeiro, se as suas ansiedades o fazem pagar um preço excessivamente alto, ficando com uma saúde deficiente, que o impede de conseguir realizar os seus propósitos.
• É imprescindível descarregar a tensão diária que se vai acumulando. Não se trata de gritar ou de dar murros nas paredes. O ideal é descarregar as tensões de forma racional, através do desporto, do esforço físico progressivo e regular. De facto, um exercício muito simples, mas muito eficaz, é passear: distrai e exercita os músculos, libertando tensões acumuladas.
• É fundamental que o indivíduo tenha sonhos na vida, que marque objectivos, tanto a nível pessoal como profissional. Mas há que ter em conta que, para os alcançar, não tem de levar à sua frente tudo o que lhe impede o caminho; deve considerar que existe a possibilidade de atingir esses objectivos com ordem e tirar deles satisfação pessoal, que não envolve necessariamente a satisfação material. Uma pessoa tem de ser capaz de criar novas ilusões e aproveitar de forma diferente os elementos com que pode contar.


Causas que provocam a doença:


Quando atravessamos momentos críticos, o nosso organismo também se prepara para o esforço em poucos segundos e toda a energia se acumula para poder ser utilizada no momento certo.
• O processo é o seguinte: o estímulo chega ao cérebro. Este avisa as glândulas supra-renais, que injectam adrenalina e noradrenalina no sangue. O coração bate mais depressa, para que exista maior fluxo sanguíneo, porque há maior necessidade de oxigénio. As pupilas dilatam-se, para aumentar a capacidade de percepção. A adrenalina mobiliza o fígado, para que aproveite as suas reservas de glicose e a tensão sanguínea aumenta. As reservas de açúcar passam para os músculos, tonificando-os. O pensamento fica bloqueado. Toda a energia disponível se concentra para fazer frente ao perigo.
• Sempre que a pessoa se excita, todo o processo se volta a desencadear. Perante cada estímulo, o processo é iniciado, vez após vez. O problema surge quando existem demasiados estímulos, quando esse processo tem de ser desencadeado com demasiada frequência e, em contrapartida, o esforço físico não se realiza e não há dispêndio de energia.
• É fundamental entender e compreender que, quando o corpo humano está preparado para um grande esforço e este acaba por não ser feito, isso envolveu o coração, as glândulas hormonais, os rins, o cérebro e muitos outros órgãos. No entanto, não houve dispêndio de energia, que acabou por ficar acumulada. Se isso acontece com muita frequência, o corpo acaba por dar uma série de avisos como, por exemplo, a diminuição das defesas, esgotamento, irritabilidade, etc.
• Em suma, o nosso corpo acaba por se queixar, porque não conseguimos utilizar a energia que ele tinha ao nosso dispor.



Como prevenir:


Praticando um desporto que exija esforço físico, regular (pelo menos trinta minutos, três vezes por semana). Isso vai ajudar a descarregar as tensões acumuladas e o corpo poderá voltar a equilibrar-se.
• Ficou provado que a vida profissional é um grande estímulo para muitas pessoas, mas não deve ser o único objectivo ou razão de viver. Todas as pessoas devem ter muitas metas, sem se limitarem às que giram em redor da sua vida profissional (no caso do trabalhador, o trabalho, no caso do estudante, os estudos, no caso da dona de casa, os seus filhos e a casa). Resumindo em poucas palavras: tem de se fazer tudo para se ser feliz, diversificando as nossas actividades, complementando-as.
• E imprescindível comunicar com aqueles que nos rodeiam, despojar-mo-nos dos problemas e tensões do dia-a-dia e, ao mesmo tempo, partilhar os bons e os maus momentos.
• As pessoas necessitam de libertar tensões e recarregar as pilhas. Aproveite o tempo livre. Utilize-o da melhor maneira e não pense que a solução está em dormir, para recuperar energias e enfrentar uma nova semana de trabalho.


A ter em conta:


• É importante salientar que cada pessoa possui uma quantidade de energia física e psíquica para gastar ao longo do dia. Por isso, não se deve ir além desse limite, nem acumular energias sem as gastar.
• O stress não é provocado apenas por situações negativas. A reacção biológica do organismo é a mesma, perante uma emoção desagradável e uma emoção agradável.
• Todos devemos estar conscientes de que o clima de tensão que provoca o stress não se vai reflectir apenas na pessoa afectada, mas em todas aquelas que a rodeiam e partilham a sua vida.
Stress: Uma doença moderna!


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25 abril 2009

RITUAL DE PERSÉFONE


Realize esse ritual no último dia da lua minguante e enquanto ela estiver no signo de Virgem.
Você precisará de:
1. uma romã,
2. folhas secas de manjericão,
3. uma tigela pequena de cerâmica com um punhado de terra fresca,
4. seu caldeirão com água pela metade,
5. um punhado de alecrim fresco,
6. duas velas negras,
7. um punhado de sal marinho
8. flores do campo.
Vista uma roupa negra, mas que não seja calça comprida. Dê preferência a algo bem solto, uma túnica, por exemplo. Comece o ritual traçando um círculo com o sal marinho. Coloque água fervendo no caldeirão até sua metade e despeje delicadamente as ervas dentro dele. Deixe o aroma do alecrim e do manjericão penetrar seu corpo.
Acenda as duas velas, ladeando o caldeirão, diante do qual colocará o pote com terra; espalhe as flores dentro do círculo. Com o seu atame, trace um pentagrama no ar e, depois, sente-se dentro do círculo, diante do caldeirão, voltada para o norte e deposite o atame à sua frente.
Você já deve Ter reparado que a romã não foi colocada dentro do círculo. Ela deve permanecer o tempo todo que durar a visualização sobre seu altar ou, no caso de não possuir um, sobre uma mesa limpa. Relaxe lentamente, procurando coordenar sua respiração com as batidas cardíacas. Enquanto respira, procure fixar seus olhos na fumaça que sai do caldeirão e tente acompanhar o seu trajeto. Aos poucos seus músculos estarão descontraídos e você terá a sensação de estar voando. Visualize, então, um campo de trigo. Note que ele se assemelha a um grande oceano, cujas ondas se agitam ao bater do vento. Deixe seu corpo ser levado ao longo do campo pela suave ondulação que a brisa provoca.
Repare que um lindo falcão descreve sinuosas curvas no céu, e você, por um instante, parece estar observando uma velha bordadeira confeccionando a concha de casamento de alguma princesa. Num dado momento, o falcão descerá ao campo, como se procurando algo. Observe.
Note que ele vem vindo na sua direção. Não tenha medo. Ele pousará na sua mão esquerda, e, de seu bico, sairá uma chave de ouro. Você ficará imóvel por um instante, e logo a ave alçará vôo e desaparecerá entre as nuvens. Na sua mão restará apenas a chave. Guarde-a e continue a explorar o campo de trigo. Depois de Ter andado bastante, encontrará uma bela mulher que lhe dará um lindo baú de carvalho.
Pegue a sua chave e abra o delicado baú. Dentro haverá um espelho de prata. Mire-se e nele verá refletido o seu rosto.
A mulher ficará a seu lado por alguns minutos e depois sairá caminhando lentamente pelo campo. Siga-a, e chegarão a uma pequena clareira. Fique do seu lado externo, onde o trigo está plantado. A clareira se abrirá devagar, até formar um buraco que docemente engolirá a magnifica dama. Numa fração de segundos o buraco se terá transformado num pequeno lago de águas cristalinas. Terão sumido o baú e a chave; restando em sua mão apenas o espelho, que você deverá jogar na água; tente, então, localizá-lo, espiando da margem do lago.
Continuando a busca, você verá que cada espelho reflete um rosto, estando o seu refletido apenas no que você jogou no lago. Quando o encontra e o pega, uma intensa onda de felicidade a envolve. Abandone a visualização e desfaça o círculo com seu atame. Recolha tudo e embrulhe as velas, as flores, as ervas e o sal, e deposite esse material usado ao pé de uma grande árvore. Pegue, então, a romã e, antes de comê-la, repita três vezes este encantamento:


Falcão do campo sagrado
Tua chave eu recebi,
Perséfone me deu um agrado
E no espelho me descobri
Que no lago eu me veja
Que a sombra se desfaça
E que assim seja
E assim se faça.



Por meio desse ritual, estabelecemos contato com nossa verdadeira identidade, que, desde muito cedo, aprendemos a camuflar, chegando a ponto de esquecer totalmente a nossa verdadeira face.


Na bruxaria aprendemos a nos ver com os olhos do Falcão e recuperamos as passagens que nos levam à identidade perdida. Para nos resgatar, entretanto, é necessário estabelecer o olhar para o outro, pois só assim podemos nos reconhecer complemente. Olhar apenas para si próprio não leva ao resgate da identidade, porque ela implica, necessariamente, disponibilidade para com os outros seres.
Foi por amor ao ser humano e toda a natureza que Perséfone retornou à Terra e estabeleceu um pacto com sua mãe, permitindo que todos os seres vivos recuperassem o alimento de que tanto precisavam. A Deusa, enquanto Perséfone mostra-nos que só pelo amor ao outro florescemos.
Tente realizar esse ritual pelo menos quatro vezes por ano e nunca deixe de realizá-lo durante a primavera, estação de Perséfone.
(Marcia Frazão)



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21 abril 2009

RITUAL DA CURA


Deve ser realizado em uma manhã, preferencialmente ensolarada.
Em um bosque, jardim ou em seu próprio quarto, erga um altar, faça o círculo, sempre tendo em mente o desejo de curar-se ou de curar alguém, invoque a Grande Mãe e seu Consorte, invoque os quatro guardiões.
(se este ritual for para curar alguém, tenha o cuidado de obter o consentimento da pessoa antes de fazê-lo).
Você precisará:
1 estátua com um símbolo masculino e outro feminino;
1 tigela com água
1 tigela com sal
1 prato de cobre ou um que suporte calor(evite o alumínio);
sândalo, eucalipto, mirra, frankincenso
areia
carvão
Sobre o altar coloque a estátua que representa o masculino, o Deus, da medicina, da luz e da verdade.
Coloque a que representa o feminino, a Deusa, mãe, os céus.
Em frente das estátuas, coloque a tigela com água, a tigela com sal, o prato com a areia e sobre a areia o carvão.
Tudo pronto, vamos iniciar:
Na tigela com água, coloque um punhado de sal e misture os dois. Feito isto, erga a tigela acima de sua cabeça em direção ao sol, segurando com as duas mãos e diga:
"Oh, Antigos, abençoem e tragam a energia que preciso(ou que fulano necessite. Façam isto sobre esta água para que eu (ou fulano) a utilize neste rito para a cura."
Coloque a tigela no altar.
No prato de cobre acenda um pequeno braseiro com o carvão sobre a areia. E sobre este braseiro coloque os ingredientes (a quantidade de cada um dos ingredientes, você com certeza vai saber intuitivamente. ). Feito isto, deixe-se envolver pela fumaça e pela fragrância que se levanta com a queima.
Sinta ser abençoado pelos elementos do fogo e do ar. Sinta a presença dos Deuses à sua volta. (se for para outra pessoa, seja o instrumento que projeta esta presença para o doente).
Então, diga:
"Oh, Antigos que estão à minha volta, sejam bem vindos. Abençoem este ritual que faço para me ver livre (ou para livrar fulano) do mau que atormenta. Se esta for a vontade de Vocês, então, que assim se faça!"
Fique em silêncio por alguns minutos, preste atenção ao seu redor, tente entender o que os Deuses sopram no seu ouvido.
Feito isto, ajoelhe-se na frente de seu altar e na presença dos Deuses que estão agora participando de seu ritual, apanhe a tigela com a água e o sal. Coloque seus dedos na água e sinta as energias poderosas deixadas ali.
Coloque a tigela no altar e vire-se para o braseiro com ervas. Acrescente mais ervas na brasa.
Como as elevações de fumaça, visualize você sendo banhado nos poderes do fogo, da água, da terra e do ar e dos Deuses que estão aos seu redor. As energias Deles se unindo às suas, e limpando as impurezas que estão em você e em sua volta. (Se o ritual for feito para a cura de outra pessoa, visualize você sendo um instrumentos dos Deuses e estes, por sua vez, te dando os poderes e você dirigindo estes poderes de cura para a pessoa certa.
O resultado não são imediatos, mas, com o passar dos dias você ou a pessoa que você dedicou este ritual vai se sentir cada vez melhor. Feito isto diga:
"Meus Senhores,
Eu lhes agradeço que tenham estado comigo neste ritual.
Eu peço agora que vocês abençoem este círculo me concedendo a cura da (dizer o nome da enfermidade (ou concedendo a cura de fulano) e permitam-me continuar (ou ,permitam fazer com que Fulano continue) florescendo e crescendo sob a luz de Suas sabedorias e o calor de Seus poderes.
Pela Terra que é o Corpo
Pelo Ar que é a Respiração
Pela Água que é o Útero
Pelo Fogo que é o Calor
Eu agradeço pela União
O Círculo está desfeito
Abençoado Seja!


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17 abril 2009

UM RITUAL DE CELEBRAÇÃO E MEDITAÇÃO FEMININA


De Moondancer.
Tradução e adaptação Blackmoor.


INVOCAÇÃO DAS QUATRO DIREÇÕES E DOS ANIMAIS SIMBÓLICOS
Imagine-se numa clareira de uma Floresta durante a noite. A Lua está cheia, uma suave brisa envolve você e o ambiente. Não faça um altar, coloque as oferendas abaixo no solo. Se possível, não use roupa nenhuma.
Voltado para o Leste, ofereça incenso e diga:
EU CONJURO A BENÇÃO DA DIREÇÃO LESTE, SOL NASCENTE! LUZ, PODER, MAGIA, AVE! (imagine um grande Falcão suspenso nesta direção).
Voltado para o Norte, ofereça sal (ou flores) e diga:
EU CONJURO A BENÇÃO DA DIREÇÃO NORTE, MEIA-NOITE! ESCURIDÃO QUE ESCONDE, PODER, PROTEÇÃO, AVE! (imagine um grande Cão ­ um galgo por exemplo, nesta direção).
Voltado para o Oeste, ofereça água e diga :
EU CONJURO A BENÇÃO DA DIREÇÃO OESTE, SOL POENTE! ANOITECER, SILÊNCIO, PAZ, AVE! (imagine uma Ursa nesta direção).
Voltado para o Sul, ofereça fogo (uma vela) e diga :
EU CONJURO A BENÇÃO DA DIREÇÃO SUL, MEIO-DIA! DESERTO, CONTEMPLAÇÃO, VENTO, AVE! (imagine uma Égua selvagem nesta direção).
INVOCAÇÃO DE DIANA : Voltado para o Leste, ajoelhe-se e com os braços erguidos, diga :


CAÇADORA !
SAGRADA DAMA CAÇADORA,
ARTEMIS! ARTEMIS!,
VENHA A SUA PRESENÇA ATÉ MIM,
VENHA A SUA BENÇÃO E A DE SEUS ANIMAIS!
VENHA! DIANA QUE VOA NO AR,
VENHA! DIANA QUE NADA NA ÁGUA,
VENHA! DIANA QUE VIVE NA TERRA,
VENHA! DIANA QUE ARDE NO FOGO.
VENHA! DIANA QUE ARDE NO FOGO.
VOCÊ E EU SEREMOS O UM !


Abaixe os braços e coloque a cabeça no chão. Mentalmente dirija as energias a toda a Terra, principalmente aos animais e criaturas da Natureza que estão em sofrimento.
(Imagine a forma divina de Diana, percorrendo os quatro cantos do mundo e levando sua benção, em forma de uma energia verde, a todos os lugares e seres. Finalizando, imagine o planeta circundado por um círculo de proteção verde).
ENCERRAMENTO :
Levante-se, agradeça a Diana e a todas as suas criaturas mágicas aliadas. Agradeça suas presenças, bençãos e proteção. Extenda os braços em forma de cruz e diga:
AVE! DIANA, ARTEMIS,
CRIATURAS SAGRADAS E ALIADAS!
SUAS BENÇÃOS ESTEJA COMIGO,
PARA SEMPRE, SEMPRE,
AVE!



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13 abril 2009

FEITIÇO PARA LIMPEZA DA CASA.


Ferva 1 litro e meio de agua e depois de desligar o fogo coloque 1 girassol (prosperidade, alegria), 1 rosa vermelha (amor) e 3 rosas brancas (dissipa energia negativa, paz).Ponha uma de cada vez, imaginando a sua casa cheia da energia positiva que cada flor traz. Tampe o recipiente e deixe esfriar ao ar livre para receber a energia da Lua, faça isso pedindo para que a Deusa carregue a sua poçao com suas bençãos de paz


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09 abril 2009

FEITIÇO PARA ELIMINAR VERRUGAS


Pegue uma cebola média e corte pela metade, com uma colher tire o miolo mas deixe dentro da cebola bem miudinho , coloque mais ou menos uma colher de sobremesa ou menos de sal, misture bem. Com uma cotonete passe esta mistura na verruga quantas vezes puder até ela sumir. leva mais ou menos 15 dias.


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05 abril 2009

RITUAL DA LUA CHEIA


Comemore a primeira Lua Cheia do Ano acendendo uma vela branca no primeiro degrau de uma escada de sua casa (pode ser uma escada simbólica feita com uma pilha de livros, por exemplo). Isso significa que você está disposto a receber todas as luas do Ano com amor e fé. A Lua agradecerá e um importante elo de Magia se formará entre vocês.


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01 abril 2009

FEITIÇO PARA ARRUMAR EMPREGO


1 vela azul
1 incenso do Sol
algo que represente os 4 elementos, como vela, água, planta, outro incenso
papel e caneta


Escreva no papel o nome completo das pessoas que você gostaria que arranjasse emprego, peça a ajuda da Deusa e do Deus, dos Guardiões das Torres, dos quatro elementos, e a cada um deles, peça para que o sei desejo seja atendido, e que seja para o bem de todos. Passe o papel em cada elemento, faça o seu pedido, e depois, segure a folha em cima da vela azul, e diga:


"Vela que queima luminosa e clara
Atenda às palavras que profiro
Leve-as à Deusa de toda a vida
Senhora em que tanto confio
Nesta noite eu canto a magia
Em tons fortes sempre seja
Que a Deusa da Bruxaria um desejo me conceda
Pois três cetros vós tendes
Doca brisa da manhã
Pois tres faces vós tendes
Virgem, Mãe e Anciã
Um desejo eu tenho
Realize minha vontade
Um desejo eu tenho, traga a felicidade".


Em seguida, queime o papel e sopre as cinzas ao vento, mentalizando que seu desejo vai ser atendido, e pedindo para que a Deusa realize-o. No momento em que estiver soprando as cinzas, diga Que assim se faça e que assim seja!.



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Por que 1º de abril é considerado o dia da mentira?

Há datas comemorativas pelas mais diversas razões. Algumas prestam homenagem a heróis, outros comemoram eventos religiosos, mas o primeiro de abril sobressai como a única data para comemorar a mentira. O dia da mentira, ou 1º de abril, é uma antiga comemoração e tem uma história curiosa. Em qual outro dia podemos pregar peças e enganar nossos queridos amigos e conhecidos?


Existem dúvidas sobre quando essa tradição bizarra começou, mas a explicação mais aceita liga o primeiro de abril à França do século XVI. Até 1564, o calendário em vigor era o calendário Juliano, que considerava o início do ano novo próximo de abril. De acordo com o livro "The Oxford Companion to the Year", o rei Carlos IX, declarou um dia que a França começaria a usar o calendário Gregoriano, onde o ano novo iniciaria em primeiro de janeiro.


Nem todos aceitaram essa mudança de datas, ao mesmo tempo, alguns acreditavam que as datas não deveriam ser alteradas, e foi esse pessoal que serviu de alvo às brincadeiras de abril, pois foram considerados tolos. As pessoas enviavam presentes e os convidavam para as falsas festas. Os cidadãos das zonas rurais da França também eram vítimas dessas piadas. Nesta época, as notícias viajavam lentamente e eles podem ter ficado sem saber sobre a troca de datas durante meses ou anos. E ainda tiveram que suportar as piadas por celebrarem o ano novo no dia errado.


Atualmente, na França, as pessoas que "caem" no primeiro de abril são chamadas de 'Poisson d'Avril', literalmente significando "peixe de abril". Uma piada comum é a de pregar um peixe de papelão nas costas da pessoa. A ligação entre os peixes e o dia da mentira não está clara. Alguns acreditam que o peixe representa Jesus Cristo, freqüentemente representado por um peixe nos primeiros tempos da era cristã. Outros dizem que o peixe é relacionado com o signo de Peixes no zodíaco, que é representado por um peixe e que cai perto de abril. Mas é interessante salientar que Napoleão ganhou o apelido de Poisson d'Avril quando casou com Maria Luísa da Áustria, em 1º de abril de 1810.


Provavelmente, não se trata de uma coincidência que o dia da mentira seja comemorado ao mesmo tempo do que dois outros dias semelhantes. Na Roma antiga o festival de Hilária foi uma iniciativa para celebrar a ressurreição do deus Átis. A palavra hilária, provavelmente, é derivada da palavra hilaridade e hilariante, ambas significando alegria ruidosa. Hoje em dia, Hilária é também conhecida como o Dia da risada romana. Na Índia, o festival Holi (site em inglês) comemora a chegada da primavera. Como parte do festival, as pessoas fazem brincadeiras e se lambuzam mutuamente com cores.


Não há uma conexão clara entre a observância moderna do dia da mentira e essas duas antigas comemorações, o que leva muitos historiadores a aceitarem a explicação francesa de como surgiu o dia da mentira.

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