20 dezembro 2010

Descubra o efeito das cores em sua mente



Um novo estudo da University of British Columbia esclarece um debate que vem sendo travado há tempos por psicólogos e publicitários - que cor torna o cliente mais receptivo à propaganda? Azul ou vermelho?


Aparentemente, ambas as cores podem produzir o efeito. Tudo depende da mensagem que a propaganda deseja passar. O estudo, que pode ter, também, um impacto significativo em design de interiores, diz que o vermelho deve ser usado para atrair a atenção do consUmidor a detalhes. O azul, por sua vez, estimula a criatividade.

"Tanto o azul como o vermelho foram considerados capazes de aumentar a capacidade cognitiva, em estudos anteriores" explica Juliet Zhu, professora da faculdade de administração da University of British Columbia. "No entanto, não podíamos dizer qual proporcionava um efeito maior. Agora sabemos que depende da mensagem que queremos passar" completa.

O estudo realizou testes cognitivos em 600 voluntários. Perguntas eram feitas em computadores - e a tela de fundo do programa era azul, vermelha ou branca.

O vermelho apresentou mais resultados positivos em tarefas que exigiam atenção a pequenos detalhes, ou uma leitura mais minuciosa (comparado com o azul, 31% a mais de acertos). Já o azul proporcionou mais acertos em situações que exigiam brainstorming, demonstrações de criatividade - usuários da tela azul tinham redações muito mais criativas do que os de tela vermelha.

"Graças a sinais de trânsito, ambulâncias e às canetas vermelhas dos professores, associamos essa cor a perigo, necessidade de atenção. Tomamos mais cuidado antes de responder algo, quando estamos expostos ao vermelho. Nos tornamos mais vigilantes" afirma Zhu.

"O azul é associado ao céu, ao oceano e à água. Sendo assim, as pessoas relacionam a cor à calma e à amplitude. O azul nos auxilia a deixar o óbvio e buscar soluções criativas" explica a professora.

Para estudar o impacto que essas descobertas têm na publicidade, os pesquisadores utilizaram uma série de propagandas e produtos fictícios, coloridos, e viram quais eram as reações dos consumidores diante deles. Os resultados foram impressionantes e confirmaram o que foi concluído das pesquisas anteriores.

Se o produto for uma pasta de dente, por exemplo, a cor vermelha na embalagem deixa as pessoas atentas para a especificação do produto - se ele é usado para combater cáries, placa, gengivite. Quando o azul era a cor predominante da embalagem, os voluntários ficavam mais atentos à questões estéticas, como clareamento dental e refrescância.


Bônus:


Branco

Decoração: Um ambiente todo branco, para algumas pessoas, pode trazer prazer e calma, e para outras, frieza, tristeza e impessoalidade. O branco nos passa também uma sensação de limpeza, até exagerada. O branco só é branco, quando recebe uma luz intensa direta.
Cromoterapia : Ela potencializa as demais cores. Representa a luz divina.
Feng Shui: É uma cor neutra, que pode ser usada em qualquer ambiente. Muito cuidado quando o branco aparece em demasia em um ambiente, pois nos passa uma sensação de infinito, frieza, vazio e hostilidade. Deve-se quebrar o branco com quadros e móveis bem coloridos.


Preto - Cinza

Decoração: É usado em pequenos detalhes, principalmente quando queremos fazer um "efeito especial", tanto dentro, como fora da casa. Ainda na área interna, é usado para fazer contrastes, principalmente com o branco. Muito usado no teto com pé direito muito alto, para dar a sensação de rebaixo.
Cromoterapia: É o oposto da luz, a escuridão total.
Feng Shui: É opressivo e depressivo. Representa o elemento água e deve se usar com muito cuidado. Em geral, é usado em pequenos detalhes na casa.


Verde

Decoração: É uma cor muito usada. No chão, nos lembra a natureza. Não incide muita luz, mantendo a cor original. Em locais abertos, complementa madeira e jardins.
Cromoterapia: É a cor da natureza, traz força equilibrada e progresso mental e corporal. Acalma o sistema nervoso e os sentidos. Também significa esperança e satisfação.
Feng Shui: É uma cor neutra que representa o elemento madeira. Muito cuidado em usar a cor verde em locais que predomina o vermelho, pois teremos um local muito quente. Deve-se usar nos banheiros para elevar a energia deste local. Para casas que abrigam pessoas com problemas de saúde, o verde é uma ótima opção.


Lilás - Violeta

Decoração: Tons mais claros podem ser usados em todos os ambientes. Se for uma cor monocromática, pode cansar.
Cromoterapia: Tem efeito purificador, tranforma as energias negativas em positivas. Ótimo para a saúde. Acalma o coração, a mente e os nervos.
Feng Shui: Traz tranquilidade, sossego e calma. Estimula a espiritualidade. Nas casas, deve ser aplicado em locais de meditação e oração. Em excesso, pode trazer depressão e ansiedade.


Laranja

Decoração: Inconscientemente, lembra sabores agradáveis, sendo muito usado em cozinhas. Abre e estimula o apetite. Pode ser usado na sala de jantar, em uma só parede, em tons bem suaves. Em tons mais escuros, sugere estabilidade.
Cromoterapia: Auxilia a mente a assimila novas idéias, mas deve ser usado com certo cuidado.
Feng Shui: Em pequenas doses, estimula os sentidos, a criatividade e a comunicação. Boa para áreas da casa que quer se estimular o diálogo, como sala de visitas, de jantar e cozinhas. Em excesso, pode provocar conversas demais e até rebeldia.


Amarelo

Decoração: É muito usado para esquentar áreas escuras e para dar mais iluminação. Em pisos, provoca sensação de avanço. Em grandes áreas e superfícies, pode incomodar por causa da incidência de luz.
Cromoterapia: É uma cor que atua diretamente sobre o mental. É animador, inspirador e estimula o raciocínio. Ajuda no auto-controle. Fortalece os ouvidos e os olhos.
Feng Shui: É a cor da luz. Estimula a comunicação, atividades mentais e abre o apetite. Deve ser usado no quarto de estudo ou na criança. Na cozinha, em doses equilibradas. Em excesso, provoca muita conversa e pensamentos acelerados e confusos, provocando preocupação.

Vi no Paraná Online / hypescience.com/
Fonte Bônus Blog da Adri


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19 dezembro 2010

Simpatia Para não faltar dinheiro no Natal




Na véspera do Natal (24 de dezembro), ao meio-dia em ponto, ponha em sua árvore de natal quatro moedas de mesmo valor.


Ajoelhe em frente à árvore, reze quatro pais-nossos e quatro ave-marias com uma vela branca acesa em sua mão direita.




Peça a todos os santos muita fartura, saúde, prosperidade e trabalho no ano que está prestes a começar.

Deixe a vela próxima à árvore (mas não perto demais por causa do risco de incêndio) e a deixe queimar até o fim.


As moedas devem permanecer na árvore durante toda a semana seguinte.


Na véspera do Ano Novo (31 de dezembro), coloque cada uma dessa moedas nos quatro cantos da casa, onde devem permanecer até o dia 20 de janeiro do novo ano.

Então, guarde-as em qualquer lugar da casa.




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12 dezembro 2010

A história do dia da criança e da Padroeira do Brasil


cri1 O Dia das Crianças no Brasil foi criado por um político, na década de 1920. O Deputado Federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças. Os deputados aprovaram a idéia e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, através do Decreto nº4.867, de 5 de novembro de 1924. Mas, somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela decidiu fazer uma promoção em conjunto com a Johnson & Johnson, para aumentar suas vendas, lançando a "Semana do Bebê Robusto", é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu tão certo, que desde então o dia das Crianças passou a ser comemorado com muitos presentes!



Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto. Só a partir dai o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.


NSraAparecida1[2][7] Dia de Nossa Senhora Aparecida 12 de outubro


Juntamente com o dia da criança, 12 de outubro é o dia da Padroeira do Brasil, o dia de Nossa Senhora de Aparecida. A sua história tem o seu início em meados de 1717, quando chegou a Guaratinguetá a notícia de que o conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, governador da então Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, iria passar pela povoação a caminho de Vila Rica (atual cidade de Ouro Preto), em Minas Gerais.


Desejosos de obsequiá-lo com o melhor pescado que obtivessem, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves lançaram as suas redes no rio Paraíba do Sul. Depois de muitas tentativas infrutíferas, descendo o curso do rio chegaram a Porto Itaguaçu, a 12 de Outubro. já sem esperança, João Alves lançou a sua rede nas águas e apanhou o corpo de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição sem a cabeça. Em nova tentativa apanhou a cabeça da imagem. Envolveram o achado em um lenço e, animados pelo acontecido, lançaram novamente as redes com tanto êxito que que obtiveram copiosa pesca.


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Dia Universal da Criança


Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, data que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece como dia Universal das Crianças por ser quando se comemora a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças.


Declaração Universal dos Direitos das Crianças


UNICEF - 20 de Novembro de 1959


As Crianças têm Direitos


Direito à Igualdade, sem Distinção de Raça Religião ou Nacionalidade


Princípio I


A criança desfrutará de todos os direitos enunciados nesta Declaração. Estes direitos serão outorgados a todas as crianças, sem qualquer exceção, distinção ou discriminação por motivos de raça, cor, sexo, idioma, religião, opiniões políticas ou de outra natureza, nacionalidade ou origem social, posição econômica, nascimento ou outra condição, seja inerente à própria criança ou à sua família.


Direito a Especial Proteção para o seu Desenvolvimento Físico, Mental e Social


Princípio II


A criança gozará de proteção especial e disporá de oportunidade e serviços, a serem estabelecidos em lei por outros meios, de modo que possa desenvolver-se física, mental, moral, espiritual e socialmente de forma saudável e normal, assim como em condições de liberdade e dignidade. Ao promulgar leis com este fim, a consideração fundamental a que se atenderá será o interesse superior da criança.


Direito a um Nome e a uma Nacionalidade


Princípio III


A criança tem direito, desde o seu nascimento, a um nome e a uma nacionalidade.


Direito à Alimentação, Moradia e Assistência Médica Adequadas para a Criança e a Mãe


Princípio IV


A criança deve gozar dos benefícios da previdência social. Terá direito a crescer e desenvolver-se em boa saúde; para essa finalidade deverão ser proporcionados, tanto a ela, quanto à sua mãe, cuidados especiais, incluindo-se a alimentação pré e pós-natal. A criança terá direito a desfrutar de alimentação, moradia, lazer e serviços médicos adequados.


Direito à Educação e a Cuidados Especiais para a Criança Física ou Mentalmente Deficiente


Princípio V


A criança física ou mentalmente deficiente ou aquela que sofre da algum impedimento social deve receber o tratamento, a educação e os cuidados especiais que requeira o seu caso particular.


Direito ao Amor e à Compreensão por Parte dos Pais e da Sociedade


Princípio VI


A criança necessita de amor e compreensão, para o desenvolvimento pleno e harmonioso de sua personalidade; sempre que possível, deverá crescer com o amparo e sob a responsabilidade de seus pais, mas, em qualquer caso, em um ambiente de afeto e segurança moral e material; salvo circunstâncias excepcionais, não se deverá separar a criança de tenra idade de sua mãe. A sociedade e as autoridades públicas terão a obrigação de cuidar especialmente do menor abandonado ou daqueles que careçam de meios adequados de subsistência. Convém que se concedam subsídios governamentais, ou de outra espécie, para a manutenção dos filhos de famílias numerosas.


Direito à Educação Gratuita e ao Lazer Infantil


Princípio VII


A criança tem direito a receber educação escolar, a qual será gratuita e obrigatória, ao menos nas etapas elementares. Dar-se-á à criança uma educação que favoreça sua cultura geral e lhe permita - em condições de igualdade de oportunidades - desenvolver suas aptidões e sua individualidade, seu senso de responsabilidade social e moral. Chegando a ser um membro útil à sociedade.
O interesse superior da criança deverá ser o interesse diretor daqueles que têm a responsabilidade por sua educação e orientação; tal responsabilidade incumbe, em primeira instância, a seus pais.
A criança deve desfrutar plenamente de jogos e brincadeiras os quais deverão estar dirigidos para educação; a sociedade e as autoridades públicas se esforçarão para promover o exercício deste direito.


Direito a ser Socorrido em Primeiro Lugar, em Caso de Catástrofes


Princípio VIII


A criança deve - em todas as circunstâncias - figurar entre os primeiros a receber proteção e auxílio.


Direito a ser Protegido Contra o Abandono e a Exploração no Trabalho


Princípio IX


A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono, crueldade e exploração. Não será objeto de nenhum tipo de tráfico. Não se deverá permitir que a criança trabalhe antes de uma idade mínima adequada; em caso algum será permitido que a criança dedique-se, ou a ela se imponha, qualquer ocupação ou emprego que possa prejudicar sua saúde ou sua educação, ou impedir seu desenvolvimento físico, mental ou moral.


Direito a Crescer Dentro de um Espírito de Solidariedade, Compreensão, Amizade e Justiça entre os Povos


Princípio X


A criança deve ser protegida contra as práticas que possam fomentar a discriminação racial, religiosa, ou de qualquer outra índole. Deve ser educada dentro de um espírito de compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e fraternidade universais e com plena consciência de que deve consagrar suas energias e aptidões ao serviço de seus semelhantes.


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03 dezembro 2010

Qual a Origem da Ceia de Natal?


eia é uma reunião festiva entre os familiares e amigos para se comemorar algum evento importante. A ceia natalina é uma reunião ainda mais familiar, íntima e carinhosa, quando afloram nos corações das pessoas os sentimentos mais variados.


Haverá a alegria do encontro, a saudade de quem partiu, a presença de um novo membro, mesclando emoções diversas, pois todos ficam predispostos a se entregar afetivamente, trazendo a mensagem de que Cristo quer renascer no coração de cada um de nós. A tradição nos conta que após a Missa do Galo, celebrada à meia-noite do dia 24, era servida uma refeição frugal aos presentes.


Com o passar do tempo essa refeição foi transferida para as casas dos fiéis e tornou-se mais sofisticada. Iguarias deliciosas, assados, bolos, pudins, passas, nozes, castanhas, tâmaras, frutas cristalizadas… se tornaram indispensáveis. Na ceia natalina não falta uma vela acesa, nos lembrando a fé das pessoas em Jesus Cristo, que continua brilhando através dos tempos.


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01 dezembro 2010

A origem do Natal



papppainoel O Natal é uma adaptação católica de antigas festas pagãs. Estas festas eram promovidas por culturas ancestrais para comemorar o solstício de inverno e trazer boa sorte na agricultura. O solstício de inverno (verão no hemisfério sul) é a noite mais longa do hemisfério norte, e acontece no final de dezembro. Depois do solstício, o sol vai gradativamente aumentando seu tempo de exposição no céu. A celebração do solstício é atribuída a épocas anteriores ao nascimento de Cristo. Na antiguidade, significava uma virada das sombras para a luz - o renascimento do sol.



O costume foi adotado pelos gregos e, logo em seguida, pelos romanos, que perpetuaram a tradição através das Saturnálias, realizadas entre os dias 17 de dezembro e 1º de janeiro. Os persas, por sua vez, comemoravam, neste período, o nascimento de Mitra, Deus do Sol. Os persas acreditavam que um pequeno sol nascia sobre a forma de um bebê, comemorando em 25 de dezembro o Dia do Nascimento do Sol Invicto.


Grandes jantares e árvores verdes ornamentadas enfeitavam átrios para espantar os maus espíritos da escuridão, e presentes de bom agouro eram ofertados aos amigos.
No Egito, celebrava-se a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos. Povos antigos da Grã-Bretanha também comemoravam o evento. As festividades aconteciam ao redor do monumento de Stonehenge, construído em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano. A construção existe até hoje.
Até os primeiros três séculos da era cristã, a humanidade não celebrava o Natal como conhecemos hoje. Foi preciso que o Império Romano adotasse o cristianismo como religião oficial, no século IV. A partir desse momento, a Igreja passou a conferir significados católicos para as tradições e os simbolismos pagãos. Foi a apropriação destes cultos, sobretudo o de Mitra, que acabou gerando o nosso Natal, com a data de nascimento de Cristo sendo celebrada no dia 25 de dezembro.


Reprodução do site: http://www2.portoalegre.rs.gov.br/pwnatal/default.php?p_secao=3


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