06 maio 2015

Summer Triangles over Japan


Have you ever seen the Summer Triangle? The bright stars Vega, Deneb, and Altair form a large triangle on the sky that can be seen rising in the early northern early spring during the morning and rising in the northern fall during the evening. During summer months, the triangle can be found nearly overhead near midnight. Featured here, the Summer Triangle asterism was captured last month from Gunma, Japan. In the foreground, sporting a triangular shape of its own, is a flowering 500 year old cherry tree, standing about 15 meters tall. The triangular shape of the asterism is only evident from the direction of Earth -- in actuality the stars are thousands of light years apart in space.

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Ufólogos afirmam ter encontrado provas do ET do caso Roswell

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Ufólogos divulgaram uma série de fotografias que retratam um “extraterrestre” que teria caído na Terra durante o famoso incidente de Roswell.

Dr. Edgar Mitchell, um astronauta que foi a sexta pessoa a pousar na lua, e uma equipe de investigadores extraterrestres, estiveram no Auditório Nacional na Cidade do México para revelar alguns importantes avanços nas pesquisas que envolvem o “Caso Roswell”.

Estas fotografias teriam sido feitas por um geólogo e mostram os restos de um ET encontrado morto no Novo México. A criatura teria por volta de 1 metro de altura mas poucos detalhes podem ser vistos na imagem que foi divulgada.










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Tylenol Might Dull Emotional Pain, TooA common pain medication...



Tylenol Might Dull Emotional Pain, Too

A common pain medication might make you go from “so cute!” to “so what?” when you look at a photo of a kitten. And it might make you less sensitive to horrifying things, too. It’s acetaminophen, the active ingredient in Tylenol. Researchers say the drug might be taking the edge off emotions — not just pain.

“It seems to take the highs off your daily highs and the lows off your daily lows,” says Baldwin Way, a psychologist at Ohio State University and the principal investigator on the study. “It kind of flattens out the vicissitudes of your life.”

The idea that over-the-counter pain pills might affect emotions has been circulating since 2010, when two psychologists, Naomi Eisenberger and Nathan DeWall, led a study showing that acetaminophen seemed to be having both a psychological and a neurological effect on people. They asked volunteers to play a rigged game that simulated social rejection. Not only did the acetaminophen appear to be deflecting social anxieties, but it also seemed to be dimming activity in the insula, a region of the brain involved in processing emotional pain.

“But [the insula] is a portion of the brain that seems to be involved in a lot of things,” Way says. In older studies, scientists saw that people with damage in their insula didn’t react as strongly to either negative or positive images. So Way and one of his students, Geoffrey Durso, figured that if acetaminophen is doing something to the insula, then it might be having a wider effect, too.

The researchers gave about 40 people the equivalent of two extra-strength Tylenols and gave another 40 people a placebo. Then they asked the volunteers to rate pictures ranging from weeping, starving children to kids playing with kitties on how pleasant or depressing each photo was and how powerful they found the image.

On average, the people who’d taken the acetaminophen said they felt nearly 20 percent less happy when they saw the delightful photos and nearly 10 percent less sad when they saw the dreadful photos compared to those who’d taken the placebo. The same was true for their ratings for the power of each image. The results were reported this month inPsychological Science,

“It’s a surprising finding,” says Nathan DeWall, a professor of psychology at the University of Kentucky who was not involved in the study. Typically, he says, we think of acetaminophen as numbing painful experiences. Instead, DeWall says this study suggests that the drug may have a broader impact by muffling all emotions.

That’s intriguing, for sure, but this is a small preliminary study, and Durso and Way admit the effects they measured were small, too.

For one thing, it’s unclear how acetaminophen might be manipulating our minds. “I’d say there’s a common mechanism — a common lever, if you will, where one can affect both positive and negative systems in the brain,” Way speculates. Or maybe there are two levers to dampen each system, and the pain medication just seizes them both at the same time, numbing our entire emotional connection to the world. “The bottom line is we don’t know,” Ways says.

It’s also a puzzle to Dr. Lewis Nelson, a medical toxicologist at NYU Langone Medical Center who says though this new study is well done, he’s not entirely convinced that acetaminophen is having a measurable effect on people’s emotions.

“I’d like to know more about how it might happen,” he says. “One way to think about things in medicine is to understand the biological plausibility.”

And while science works to figure that out, popping a Tylenol when your nerves get a little jangly isn’t a good idea, says Nelson, who’s also an emergency room doctor. “This is not the kind of drug we want people to use to any sort of excess.”

The greatest value from the study might be in what acetaminophen could lend toward future research. “The door here has been propped open in ways we haven’t recognized,” says social psychologist Steve Heine, whose lab at the University of British Columbia has also been studying acetaminophen. “Both as a tool for helping us identify how the brain works, but also for practical purposes. There might be some real consequences to having acetaminophen work in your system.”

If what Way and Durso are saying is true, he ventures, there could be other effects that acetaminophen has on our minds that we have yet to uncover. But for now, what the drug is doing and how deeply it might influence emotion is a matter of speculation.

Source

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mercury & milky way, photographed by stereo b, late summer...



mercury & milky way, photographed by stereo b, late summer 2011.

26 images, photographed between 29th august and 6th september. 

image credit: nasa/stereo. animation: ageofdestruction.

age
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Nomes de meninos - a força e o poder dos registros bíblicos

Nomes bíblicos para meninos são ótimos e cheios de significados

O nome, além de ser a maneira de identificarmos outro ser humano, tem uma carga, um peso, que influencia a maneira com que lidamos com o mundo. Quando pensamos em homenagear alguém, imaginamos que queremos que nosso filho tenha algumas características dessa pessoa, ou que seja abençoado por ela. E neste caso, os nomes bíblicos para meninos são repletos de significados.

Escolher um nome bíblico é muito comum no mundo inteiro, pois ele traz mensagem especial, histórias inspiradoras e significado forte. Como vários nomes são muito diferentes para a língua portuguesa, acabamos optando pelos mais clássicos, pensando também na sonoridade e no impacto que causam.

Nomes de meninos bíblicos mais populares

Nomes bíblicos - Pedro

Foi um dos 12 discípulos de Jesus, mas este não era o seu nome inicialmente. Antes ele era chamado Simão. Em uma passagem importante na Bíblia, em que Cristo batiza Simão, ele diz: "E eu te declaro: tu és Kepha e sobre esta kepha edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão nunca contra ela." Kepha, em aramaico, significa pedra e, ao ser traduzido para o grego, o nome virou Petros. Pedro foi também o primeiro Papa da Igreja Católica.

Nomes bíblicos - João

João Batista foi um pregador judeu e foi considerado o precursor de Jesus. Seu apelido se deu, pois ele batizou diversos judeus no rio Jordão, entre eles o filho de Maria. Diz a Bíblia que, quando João foi batizá-lo, apareceu uma pomba e ouviu-se uma voz que disse: "Este é o meu filho amado, no qual ponho toda minha complascência". A festa de São João, muito popular, acontece no dia 24 de junho no mundo todo.

Nomes bíblicos - Gabriel

É conhecido como o anjo mensageiro de Deus. Foi ele quem anunciou os nascimentos de João Batista e Jesus. É tido por muitos como o anjo da verdade, e é retratado com uma corneta, que significa a voz de Deus. Segundo a tradição, este anjo é o responsável por trazer boas notícias, dar um rumo a nossas vidas e ajudar a quem estiver perdido.

Nomes bíblicos - Lucas

Médico e amigo fiel de Paulo, foi o escritor do Evangelho de Lucas e do Atos dos Apóstolos. Não sabemos muito sobre sua vida, apenas que usava seu dom com os mais necessitados e acompanhava o apóstolo Paulo em todas as suas viagens. É o santo padroeiro dos pintores, médicos e curandeiros.

Nomes bíblicos - Miguel

Um dos Arcanjos mais importantes, é tido como protetor das crianças e dos céus. Ele é retratado tanto no Antigo como no Novo Testamento, sempre liderando um exército celestial contra as forças do mal. Quando é representado, traz na mão direita uma espada (luta e vitória) e na esquerda, uma balança, que simboliza a justiça. Ele é invocado em meditações de cura, preces, pedidos de ajuda em diversas áreas de nossas vidas e limpezas espirituais.

Nomes bíblicos - Matheus

Foi um dos primeiros seguidores de Jesus, autor do Evangelho de Mateus e do Evangelho dos Hebreus. Antes era cobrador de impostos e muitos julgaram Jesus quando ele o chamou para ser seu apóstolo, mas a resposta foi: "Não vim chamar os justos, mas os pecadores ao arrependimento". Ele viajou o mundo pregando a palavra do messias e morreu na Etiópia.

Nomes bíblicos - Davi

É um personagem importante na Bíblia. Sua história está registrada em mais de 60 capítulos. É tido como o maior rei de Israel, mas teve um início de vida simples. Era pastor de ovelhas e tocava harpa para o rei Saul. Em uma batalha matou o gigante Golias e ganhou assim o direito de se casar com uma das herdeiras do rei. Quando Saul e seu outro filho Isboset faleceram, ele ocupou seu lugar, sendo adorado por todos por sua coragem. Trouxe união e prosperidade ao povo. Os judeus acreditam que o Messias será um herdeiro do rei Davi.

Nomes bíblicos - Felipe

Existem alguns Felipes citados na Bíblia. Os mais famosos são o apóstolo e o evangelista. Diz-se que o apóstolo realizou diversos milagres, viajou o mundo e morreu crucificado. Já o Evangelista era conhecido como um dos "homens acreditados, cheios de espírito e de sabedoria”. Ele viajou o mundo também evangelizando e batizando fiéis, além de ajudar os mais necessitados, como viúvas e crianças.

Conheça mais sobre os anjos e se inspire em seus nomes e atitudes


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A vida depois de uma desilusão amorosa

Quem nunca passou por uma desilusão amorosa?

Quem aqui pode levantar a mão e dizer que nunca sofreu por alguma desilusão amorosa? É uma dor muito grande e não sabemos direito como lidar com a vida daqui para a frente. Dói, afinal, depositamos nos relacionamentos nossos sonhos, planos, sentimentos e tempo e, ao ver que tudo acabou pensamos: para onde foi tudo isso? O que sobrou? Parece que nada. Mas não é verdade. Sobrou você. Inteira. É só se reencontrar.

Existem diversos fatores que levam a uma desilusão amorosa. Pode ser uma traição, uma mentira que descobrimos, uma mudança brusca no comportamento do parceiro, um momento em que não nos sentimos respeitadas e amadas. Outra coisa que pode levar ao desencanto é o fato de que colocamos muitas expectativas no outro. Queremos mudar algumas de suas características para que ele se encaixe melhor em nossa imagem do que seria um relacionamento perfeito e, quando descobrimos que isso não é possível, nos frustramos.

Mas também existe aquele momento em que o amor acaba para um dos dois e somos avisadas de que não cumprimos mais o papel que pensávamos. De qualquer maneira, terminar um relacionamento de repente, com uma desilusão, é muito complicado e requer mais tempo e força para nos reerguermos.

A escritora Martha Medeiros tem uma frase muito bacana sobre o término de um relacionamento: "Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente."

Como tirar a história de dentro de nós? Não dá. É preciso esperar que ela saia sozinha. Você pode fazer algumas coisas que ajudam a superar a desilusão amorosa e diminuem o poder que a dor tem sobre você. Com o tempo a história deixa de ser tão dolorida e passa a ser uma lembrança antiga, que faz parte da sua vida e de quem você é.

Como superar uma desilusão amorosa

Existem algumas atitudes que você pode adotar para se sentir mais forte e segura para recomeçar a sua vida:

  • Curta a dor: Tem gente que gosta de terminar um relacionamento e fingir que está tudo bem, mas isso só mascara o sofrimento. O ideal é tirar um tempo para refletir sobre o que quer, o que aconteceu e focar a energia em você.
  • Cuide-se: Faça uma mudança no visual, compre roupas novas, enfim, mime-se. Você merece um pouco de amor!
  • Procure amigos: Desabafe com quem já passou por uma situação parecida. Peça conselhos e veja que trata-se de uma fase, que você vai dar a volta por cima, por mais que esteja difícil de ver agora.
  • Comece do zero: Já reparou na quantidade de filmes e livros em que pessoas que sofrem por amor largam tudo para começar uma vida nova? Trocam de emprego, se mudam para outra cidade. Se você não quer ou não pode jogar tudo para o alto, por que não organiza uma viagem para um lugar legal? Tire as férias dos seus sonhos e explore outras culturas. Você vai se sentir renovada.
  • Perca o medo de amar: Depois de um relacionamento que não deu certo, nos sentimos retraídas e medrosas. "E se eu me decepcionar com ele também?" Bem, a vida é feita de tentativas e erros. É uma aventura e cada relacionamento proporciona um aprendizado diferente. Se você se trancar em casa para sempre, nunca vai encontrar a pessoa certa.

A dor do coração partido demorar para passar. Você vai ter recaídas, momentos de rancor e raiva. Deixe que eles venham e vão embora. Tente se livrar de energias negativas para que seu campo energético esteja pronto para receber só coisas boas do universo.

Leia também:

Como Lidar com a rejeição

 


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Oração pedido cura



Teu Nome é minha cura, ó meu Deus, e a lembrança de Ti, meu remédio.

Aproximar-me de Ti é minha esperança, e meu amor por Ti, meu companheiro.

Tua misericórdia por mim é minha cura e meu socorro, neste mundo como no vindouro.

Tu, em verdade, és o Todo-Generoso, o Onisciente, a Suprema Sabedoria.


via @notiun

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How to Be a Better Sleeper It’s tempting to blame our...



How to Be a Better Sleeper

It’s tempting to blame our sleep deprivation on nightly interruptions by our nine-month-old or our toddler. Thirty percent of  Americans have sleep habits are fairly wretched. Scientists have linked sleep disruption to accelerated aging, increased risk of obesity, and immune system and cardiovascular dysfunction. The good news is that becoming a better sleeper may be simpler than it seems.

#1 Take bedtime lighting seriously (but not too seriously). Recent studies have shown that reading on an electronic screen right before bed can inhibit the production of melatonin, a hormone that helps lull us to sleep. Although it’s true that these gadgets can mimic the effect of daylight on the eyes and influence the timing of the body’s internal clock, circadian neuroscientist Russell Foster of the University of Oxford says that in the end, quantity of light matters more than quality. “Bright light has a basic alerting effect on the brain, and the amount of light these portable electronic devices give off is pretty low,” Foster says. “Ironically, the last thing most of us do before getting in bed is to stand in a massively illuminated bathroom while brushing our teeth.” So instead of stressing out about whether you read in bed on a screen or on paper, put your bathroom light switch on a dimmer—or just brush your teeth earlier. However you do it, aim to minimize your exposure to light 30 to 60 minutes before bed.

#2 Take a morning “photon shower. According to Foster, the same eye cells that rely on dim light to ease you into slumber also need a burst of brightness in the morning to resynchronize your circadian rhythm. “The human body clock is slightly longer than 24 hours, so without this stabilizing effect from morning light, the clock starts to drift,” Foster says. In other words, you’ll start going to bed later and later while waking up at the same time each morning, gradually building up a sleep deficit. The best medicine is, of course, natural morning light. But if your job, your geography or your kids force you to rise before dawn, grit your teeth and flip those ceiling lights on full blast until you can get some sun. Most indoor lighting has at least the same ambient brightness as a sky at sunrise—between 400 and 1,000 lux (the scientific unit for measuring illuminance). Foster recommends “showering” with 1,000 to 2,000 lux in the morning to ensure alertness and set your body clock up for a proper winding down later in the evening. If you really want to get scientific, you can download light-meter smartphone apps that will tell you exactly how bright any spot in your home is.

#3 Hack your dreams. The function of dreaming is still unknown, but a 2011 study done by Robert Stickgold, director of Harvard Medical School’s Center for Sleep and Cognition, showed that subjects who were told to solve a maze were able to do so more efficiently if they experienced dreams related to the task prior to doing it. And lucid dreaming—in which the dreamer becomes able to control his or her experience without waking up—may boost dreaming’s insight-producing and anxiety-reducing effects. “There are studies showing that people who have one lucid dream per month or more are more resilient in the face of stressful events,” says Tore Nielsen, a sleep researcher at the University of Montreal. You can prime yourself to experience spontaneous lucid dreaming, Nielsen explains, by making it a habit to ask yourself, “Am I dreaming?” throughout the day. Eventually you’ll probably ask the question during a dream, realize you’re dreaming and take control. “It’s been shown that you can fly, you can explore creative ideas, even treat nightmares” with lucid dreams, he says.

#4 Just do it. Engaging in sleep-hacking tricks, from taking a midday “caffeine nap”—drink a cup of coffee, then sleep for 20 minutes—to keeping one foot outside the covers at night. But at the end of the day, Stickgold says, it’s pretty simple: you either choose to get the sleep you need, or you choose not to. “I tell people to do an experiment: go to bed one hour earlier than usual each night for a week,” Stickgold says. “And if you find at the end of the week that you’re really seven hours ‘behind’ on everything, then stop doing it! But if you suggest to me that you’re not more efficient with that extra seven hours of sleep, you’re totally delusional.” 

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In 1944, Alaska businesses routinely post signs reading, “No dogs, no Indians.” Alberta Schenck, age sixteen and a mixed-race Eskimo, decided she was not going to passively allow this. She went to the movies and deliberately sat in the whites-only section, and the police put her in jail.  Afterwards, Alberta published an essay, decrying the discriminatory practices of Nome’s businesses. That’s her essay, published in the local newspaper. The public response was so big, the Nome mayor and the Alaska Territorial Governor promised to seek a legislative end to the discrimination. In 1945, after much fighting and advocating by many Native Alaskans, Alaska’s territorial legislature finally passes anti-discrimination law. 

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L Frank Baum (1856 - 1919)


1900 title page of 'The Wonderful Wizard of Oz'

May 6th 1919: L. Frank Baum dies

On this day in 1919, the famous American author L. Frank Baum died in Hollywood aged sixty-two. Born Lyman Frank Baum in 1856, he was plagued with health problems in his youth, which prevented him from graduating high school. Baum tried his hand at journalism, business, and chicken farming before turning to children’s writing when he was in his forties. His initial forays were not successful, and Baum received so many rejection letters that he kept them in his own ‘Record of Failure’. He finally broke into the children’s books business when he published his popular collection Mother Goose in Prose in 1897. However, he is best known for his 1900 work The Wonderful Wizard of Oz, which enchanted young readers and sold 90,000 copies in its first two years. The novel told the story of the young Dorothy from Kansas and her adventures in the magical land of Oz, accompanied by a tin man, a scarecrow, and cowardly lion. In 1902, the story was adapted for a Broadway musical - earning an impressive $160,000 - and two years later Baum published a sequel. In 1910, enjoying fame for his Oz books (which ultimately totaled fourteen) and other works under various pseudonyms, Baum and his family moved to Hollywood, attempting to translate his work into film. Influenced by his wife, who was an active feminist, Baum was a supporter of women’s suffrage, and is notable for his early depictions of female protagonists. Baum was widely mourned upon his death in 1919, but the Oz stories continued at the hand of Ruth Plumly Thompson. Twenty years after his death, the famous film adaptation of The Wizard of Oz, starring Judy Garland, was released to great success. L. Frank Baum’s stories continue to entertain children and adults alike.

“I believe that dreams — day dreams, you know, with your eyes wide open and your brain machinery whizzing — are likely to lead to the betterment of the world”

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vox: Little Italy and Canton are two nearby neighborhoods in...





vox:

Little Italy and Canton are two nearby neighborhoods in Baltimore. It’s about 1.5 miles from one to the other, either seven minutes by car or a half-hour walk.

But for a newborn baby, the neighborhoods couldn’t be further apart. Kids born in Little Italy are more than 10 times as likely to die before their first birthday as those born in Canton.

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TAROT DO AMOR – SOBRE VOCÊ A JUSTIÇA INVERTIDA

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Essa carta do tarot ao parecer em posição invertida, é indicio de que a consulente está propensa a analisar os sentimentos, o instinto e a intuição. Você deve sofrer muito quando adia as coisas. Uma decisão importante deve ser tomada; no entanto a demora se deve ao fato de você querer analisar a situação mais uma vez. Você deve estar trabalhando demais e se esquecendo do companheiro ou da vida social. Tente recuperar uma perspectiva mais equilibrada.
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