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25 abril 2010

Faraós no consultório


3As pirâmides não são o único legado do Antigo Egito. Graças a essa civilização, a Medicina começou a se organizar enquanto área da ciência. O paciente entra na sala do médico e se queixa de dor de cabeça. Sai de lá aliviado, com a promessa de que seu mal terá fim. Para isso, garante-lhe o especialista, há uma receita infalível: beber, três vezes ao dia, a mistura de gordura de crocodilo, sêmen e fezes dissolvidas em urina. Consultas como essa eram comuns no Antigo Egito, em que a prosaica beberagem era, de fato, tão popular quanto os comprimidos de analgésicos, hoje em dia. Em diversos papiros, são citados medicamentos com ingredientes ainda mais estranhos do que os dessa prescrição contra dores de cabeça. Não que, ao longo da História, outras culturas não tenham criado remédios igualmente esquisitos. Mas, sem sombra de dúvida, os relatos da terra dos faraós são os mais antigos e ricos nesse sentido. Foi nos tempos em que se erguiam as pirâmides, também, mais de um milênio antes de Cristo, que a Medicina começou a se organizar. E, nesse sentido, poucas pessoas conhecem a importância dos antigos egípcios.



windowslivewritermuseuegpcioexpecabelodofararamssii-b401ramss-ii5Costuma-se considerar a civilização do Antigo Egito um exemplo de morbidez, como se ali só se pensasse na morte e na vida além-túmulo, sem dar importância para a saúde neste mundo. Mas, na verdade, os antigos egípcios nada tinham de mórbidos. Eles simplesmente acreditavam que a vida depois da morte era tão real e concreta quanto à terrena. E, esclareça-se, estudaram o tratamento de doenças como poucos povos contemporâneos. O médico no Antigo Egito era chamado de sunu, palavra equivalente a doutor. Só que, na realidade, os sunus se dividiam em três grupos de terapeutas. Existiam, em primeiro lugar, os sacerdotes da terrível deusa Sekhmet, acusada de ser a principal causadora de todos os males. O papel desses homens, que mantinham um bom relacionamento com a deusa, era aproveitar esse poder de influência para induzi-la a não punir determinada pessoa com doenças.


Com esses sacerdotes, conviviam os magos, que tinham uma visão ligeiramente diferente do assunto. Para eles, a doença não era um simples castigo da deusa e, sim, a influência de um bando de maus espíritos - os quais, claro, eles tentavam exorcizar. Finalmente, a terceira categoria era a dos sunus, propriamente ditos, pessoas que recebiam instrução médica na chamada Per Ankh, que significa Casa da Vida. Era a faculdade de medicina da época, onde se podia aprender todos os princípios conhecidos sobre o funcionamento do organismo humano. Esses sunus, por sua vez, trabalhavam junto com os uts, como eram chamados os auxiliares de médicos - os primeiros enfermeiros de que se tem notícia.


Na prática, porém, todo sunu era também sacerdote da deusa ou mago à caça de maus espíritos. E essa combinação não bastava: pelos documentos que chegaram até os dias atuais, deduz-se que a maioria dos médicos ou sunus exercia paralelamente outras funções, como a de administrador, arquiteto ou escriba. Quer dizer, poucos arriscavam viver exclusivamente da medicina. Mesmo assim, quando o historiador grego Heródoto visitou o Egito, no século V a.C., espantou-se não apenas com o número de médicos, mas com o seu complexo grau de especialização.


Enquanto, na Grécia Antiga, o médico perambulava de cidade em cidade, demonstrando em praça pública os seus conhecimentos, os médicos egípcios eram devidamente organizados e, geralmente, atendiam em endereço fixo. Ou seja, tinham consultórios, como manda o figurino moderno. O curioso é que o médico no Antigo Egito se especializava em alguma área do corpo humano, mal começava os estudos. E isso é exatamente o oposto da tendência apontada no decorrer da história dos mais diferentes povos. Normalmente, o estudante de Medicina adquire primeiro um conhecimento generalista sobre os organismos vivos e só depois opta por alguma especialidade. Os egípcios, nesse aspecto, foram exceção.


O mais antigo médico egípcio conhecido foi Hesy-Ra, que viveu por volta do ano 3000 a.C. e só cuidava de dentes. No entanto, sabe-se por documentos que Hesy-Ra tinha colegas que se dedicavam exclusivamente ao nariz, ao ânus, aos olhos e ao abdome. Deduz-se, desse modo, que a medicina tenha surgido no Antigo Egito como uma constelação de especialidades muito distintas e que essas, com o passar do tempo, acabaram se reunindo. Ao desvendar a anatomia e mostrar as relações entre as estruturas do corpo, a mumificação deve ter contribuído para essa unificação.


Contudo, fique claro, a prática da mumificação rendeu conhecimentos anatômicos que nada têm a ver com as informações científicas de hoje em dia. O coração, é verdade, parece ter recebido um merecido destaque como centro da vida. No entanto, as demais vísceras eram desprezadas, na hora de fazer a múmia. Esta seguia para o outro mundo sem cérebro, por exemplo. Porque, segundo os antigos egípcios, a massa cinzenta, situada na cabeça, não iria fazer a menor falta.


De seu lado, os vasos sangüíneos, chamados de mutus, eram considerados importantíssimos. Talvez, porque fizessem parte do mesmo sistema do coração. Daí que apalpar os pulsos era a principal técnica usada para examinar o quanto andava a saúde de uma pessoa. A medicina do Antigo Egito dava prioridade aos movimentos de fluidos e compostos vitais pelas veias e artérias. Alguns estudiosos suspeitam que essa concepção sobre a fisiologia humana tenha sido resultado direto da influência do Rio Nilo nessa civilização.


Os papiros egípcios também relatam várias doenças. Os médicos se impressionavam, por exemplo, com a possibilidade de o sangue coagular e de as artérias endurecerem, nos casos de aterosclerose. O ânus recebia igualmente um tratamento especial: tanto assim que todo faraó tinha um médico exclusivo para cuidar do seu - os vermes provocavam pânico. Como eram encontrados freqüentemente nas múmias, os egípcios acreditavam que esses micróbios eram legítimos mensageiros da morte. Além disso, quando apareciam, muitas vezes eram o anúncio de diarréias fatais. Quanto às cirurgias, há diversas referências, inclusive gravuras de casos de circuncisão - aliás, não se sabe o motivo, só os sacerdotes e nobres podiam se submeter a essa operação.


Como os demais povos da Antigüidade, os egípcios não tinham idéias precisas sobre os mecanismos da fecundação. Acreditavam que só o esperma tinha o poder de gerar e a tarefa feminina seria a de uma espécie de receptáculo. O teste de gravidez era à base da urina da mulher: a paciente urinava sobre um punhado de cereais; se, dali a alguns dias, eles crescessem, era sinal de que estava grávida. Ao menos, de acordo com os médicos egípcios. Quanto aos remédios, eles acreditavam que o organismo era capaz de produzir, ele próprio, os mais potentes medicamentos. Daí a mistura para dor de cabeça. O fato é que quase todos os povos receberam influência dessa medicina e copiavam suas receitas, por mais estranhas que fossem.


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24 março 2010

O Olho de Hórus



Símbolo muito sagrado no antigo Egito. Se lhe chamava Outa: o olho direito representava o Sol e o esquerdo a Lua. O "olho" direito de Hórus era chamado "vaca de Hathor" e servia como poderoso amuleto ou talismã, emblema do Sol Espiritual, rei do mundo, que desde seu encoberto trono vê debaixo dele todo o Universo. O Olho é símbolo do conhecimento e também da divindade, para quem nada permanece oculto. "Olho que tudo vê". Para os gregos era "o Olho de Júpiter", para os pársis era "o Olho de Ormuzd". Deus Onividente, Salvador e Preservador.



OS EGÍPCIOS utilizavam vários amuletos protetores, tanto em vida quanto em suas múmias. Entre os mais antigos encontra-se o Olho Uedjat que já aparece no Império Antigo (c. 2575 a 2134 a.C.) e é um dos mais comuns em todos os períodos da história egípcia. Ele simbolizava o olho direito do falcão, isto é, de Hórus, o qual foi perdido durante a luta desse deus com seu tio Seth, que o fracionou em 64 partes. Entretanto, diz a lenda, o olho foi restaurado por Thoth. Além do olho propriamente dito, desenhado com traços bem marcados, o amuleto apresenta uma protuberância que reproduz a lágrima que normalmente brilha na face daquela ave de rapina. Podia ser feito de ouro, prata, granito, hematita, cornalina, lápis-lazúli, porcelana, madeira, etc. O que vemos acima, pertencente ao acervo do Museu do Louvre, é de faiança egípcia e mede 10,3 cm de altura por 13 cm de largura. Sua proveniência é desconhecida, mas foi datado como sendo do Período Tardio (c. de 712 a 332 a.C.). O LIVRO DOS MORTOS, em seu capítulo CXL, determina que tais amuletos sejam feitos de lápis-lazúli ou de ametista. A rubrica desse capítulo diz o seguinte:



Palavras a serem recitadas diante de um Uedjat de lápís-lazúli verdadeiro ou de ametista banhada de ouro, diante do qual serão feitas oferendas de todos os tipos de coisas boas e puras quando se mostrar no último dia do segundo mês da estação pert. E farás outro Uedjat de jaspe, que colocarás sobre a parte que quiseres do corpo do homem morto, e quando este capítulo tiver sido recitado diante do barco de Rá, o falecido será transportado de par com esses deuses, e tornar-se-á um deles, e levantar-se-á no mundo inferior. E enquanto este capítulo estiver sendo recitado, e enquanto as oferendas estiverem sendo feitas no tempo em que o Uedjat está cheio, quatro altares serão alumiados para Rá-Tem, quatro para o Uedjat, e quatro para os deuses citados. E sobre cada um deles haverá bolos de pão feitos de farinha fina, cinco bolos brancos, shai, cinco baaq, uma medida de incenso e um quarto assado de carne.



A estação pert da qual fala o texto se refere ao período da semeadura e a citação ao "tempo em que o Uedjat está cheio" é uma referência ao solstício de verão, como veremos adiante, ao passo que os 12 altares correspondem aos meses do ano. HÁ DOIS TIPOS DE uedjats: um que olha para a esquerda e outro que olha para a direita. Juntos representavam os dois olhos de Hórus, sendo que um deles era branco e o outro preto, segundo consta de um texto bem antigo. Também se interpretava o primeiro como sendo o Sol e o outro a Lua, ou como sendo Rá e Osíris, respectivamente. De maneira geral, para os egípcios, o amuleto que representava o Olho Uedjat possuia um poder mágico especial e, por isso, aparecia no espólio funerário. Reproduzido em todos os tamanhos - nos diz Elisabeth Delange - ele veio a ser um simples amuleto disposto sobre a múmia, uma jóia pendente no peito, ou ainda um anel funerário, multiplicado por todos os dedos das mãos, e até nas várias falanges ao mesmo tempo, como foi o caso da múmia do jovem rei Tutankhamon (c. 1333 a 1323 a.C.). O anel cuja foto vemos acima encontra-se atualmente no Museu do Louvre sendo sua proveniência desconhecida. Mede 1,42 cm de altura e 1,90 cm de largura e está datado do Império Novo (c. 1550 a 1070 a.C.)


A LENDA DO OLHO SIMBOLIZA O CICLO DA LUA: Hórus, tendo perdido seu olho na Lua nova, é depois reconstituído são e inteiro na Lua cheia. Assim, o Olho Uedjat se torna o sinal da plenitude recuperada, da força, do vigor, da proteção, da segurança, da integridade física e da boa saúde. Nessas e em coisas semelhantes os egípcios pensavam ao usar esse amuleto, encarado provavelmente como o olho branco de Hórus, isto é, o Sol, como nós hoje pensamos em sorte ao usarmos um pé de coelho no chaveiro. Nos textos religiosos - ensina o egiptólogo Wallis Budge - usa-se com freqüencia a expressão "meh Uedjat", isto é, o "enchimento do Uedjat", e depreendemos claramente de inúmeras considerações que ela se refere ao Sol no solstício de verão; dessa maneira, o amuleto parece destinado a trazer ao seu portador força e saúde semelhantes às do Sol na estação do ano em que ele é mais poderoso. No capítulo CLXVII do Livro dos Mortos, extraído do papiro do escriba Nebseni, vemos essa associação entre a recuperação do olho pela divindade e a saúde do usário do amuleto. Ali o falecido recita:



O deus Thoth trouxe o Uedjat e o fez estar em paz depois que ele partiu, ó Rá. A tempestade afligiu-o terrivelmente, mas Thoth fê-lo descansar depois que ele se safou da tempestade. Sou são e ele é são; sou são e ele é são; e Nebseni, o senhor da piedade, é são.



CADA UM DOS ELEMENTOS DO OLHO UEDJAT, ou seja, a sobrancelha, a pupila, etc., serviam para formar uma fração do sistema numérico dos egípcios. Todos os pedaços reunidos formavam o Uedjat intacto, o número inteiro, a unidade recuperada e, por efeitos mágicos, o amuleto proporcionava a integridade física e a valentia do corpo. Quando Seth arrancou o olho de Hórus jogou-o para a orla do mundo. Nesse instante o céu noturno mergulhou em trevas. Isso simbolizava a fase da Lua nova, ou seja, a invisibilidade da Lua. O deus Thoth, protetor de Hórus, saiu à procura do olho e encontrou-o nas trevas exteriores, em pedaços. Essa é a fase do quarto crescente lunar. Trouxe-o de volta, juntou as partes novamente e formou a Lua cheia, sinal de que tudo estava bem novamente. De acordo com os textos funerários, Thoth exclamou:



Vim à procura do Olho de Hórus,
de modo que eu possa trazê-lo de volta e contá-lo.
Descobri-o [e agora está] completo, contado e bem,
de modo que possa chamejar e subir ao Céu
e golpear acima e abaixo...





De fato o símbolo do Uedjat pode ser decomposto em pedaços como se vê na figura acima. Cada parte do olho representa uma fração que somadas resultam em 63/64, ou seja, aproximadamente um. Os egípcios acreditaram que o último pedaço (1/64) era mágico e não podia ser visto. Ao juntar as partes dispersas do olho, Thoth restabeleceu a ordem no mundo e proclamou:



Sou o que devolve o Olho Uedjat.
Sou o que aboliu sua opacidade, quando seu brilho foi prejudicado...
Sou o que devolve o Olho Uedjat
quando é salvo de seu infortúnio... [de modo que agora tudo está bem] na casa da Lua.




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18 março 2010

Os signos Egípcios


!cid_35308037B052460680C40A9FAD48F2BF@msoe4d7942dfc6Confira na tabela abaixo qual o Deus egípcio correspondente ao dia de seu aniversário. Veja quais as influências positivas e negativas dos deuses sobre sua personalidade:



Deusa Bastet...............16 de janeiro a 15 de fevereiro
Deusa Tauret ...............16 de fevereiro a 15 de março
Deusa Sekhmet...............16 de março a 15 de abril
Deus Ptah...............16 de abril a 15 de maio
Deus Thoth...............16 de maio a 15 de junho
Deusa Ísis...............16 de junho a 15 de julho
Deus Rá...............16 de julho a 15 de agosto
Deusa Neit...............16 de agosto a 15 de setembro
Deusa Maat...............16 de setembro a 15 de outubro
Deus Osíris...............16 de outubro a 15 de novembro
Deusa Hátor...............16 de novembro a 15 de dezembro
Deus Anúbis...............16 de dezembro a 15 de janeiro





Deusa Bastet


(de 16 de janeiro a 15 de fevereiro)

Representa o poder benéfico dos raios do sol; é uma das esposas de Rá, divindade dos gatos selvagens, com muita agilidade e vigor. As pessoas que nasceram sob sua proteção são bondosas, humanitárias, leais e muito cordiais e gostam de trabalhar em favor dos mais fracos. São independentes como os gatos, gostam de carinho, mas se mantêm muito distantes; são geralmente alegres e divertidos, gostam de brincar e têm aptidão para a carreira artística. Devem controlar a rebeldia.


Deusa Tauret


(de 16 de fevereiro a 15 de março)
!cid_227B10906A34421B893CFB93EBA7AC19@msoe4d7942dfc6A deusa da felicidade, protetora das mulheres grávidas, do nascimento, do renascimento no reino dos mortos, o Duad. As pessoas que nasceram sob sua proteção têm grande sensibilidade e intuição, tendência para assuntos místicos, esotéricos, astrológicos ou mágicos. Elas têm enorme bondade e capacidade de entendimento; possuem um olhar profundo e doce. As pessoas devem desenvolver essa capacidade inata em prol do bem ao próximo, mas devem evitar desperdício de energia.


Deusa Sekhmet


(de 16 de março a 15 de abril)
A poderosa deusa da força e da guerra, encarregada de destruir os inimigos de Rá e do faraó, é considerada o olho do sol. As pessoas nascidas sob sua proteção têm consciência da própria força, da grande vitalidade e potência física; são igualmente portadoras de grande magnetismo, com senso de organização e muita energia, aventureiras ou inovadoras. É necessário ter cuidado com os excessos, com os impulsos descontrolados, para não destruírem o que está a sua volta . Só encontram o equilíbrio com o casamento. A energia e a força devem ser usadas para construir o bem próprio e dos outros.


Deus Ptah


( de 16 de abril a 15 de maio)
O grande deus da fertilidade masculina, criador de tudo que existe. Ele representa as forças criadoras espirituais, sendo considerado o Grande Construtor ou Divino Artesão, protetor das belas-artes e dos artistas. As pessoas que nasceram sob sua proteção têm firmeza de temperamento, paciência, perseverança, um grande talento para as artes e tudo que se relaciona à construção de objetos. Para alcançar a felicidade devem canalizar todas as virtudes para a realização de coisas que tenham valor espiritual e despertem sentimentos de beleza e harmonia; caso contrário, correm o risco de se transformarem em pessoas que vivem em constante insatisfação e não se realizam. No amor, encontrarão a felicidade quando conseguirem satisfazer sua exigente capacidade sexual.


Deus Toth


(de 16 de maio a 15 de junho)
É uma divindade auto-concebida, que apareceu no mundo sobre uma flor de lótus, no amanhecer dos tempos. É um dos deuses primordiais. É o senhor das palavras, criador da fala e da escrita, deus do tempo e das medidas, criador de todas as ciências, portador das forças civilizadoras. É representado como um homem com cabeça de Íbis, a ave sagrada. Por ter recuperado o olho de Rá, que tinha fugido para Núbia na forma de Tefnut, como prêmio o deus Rá deu a Toth a Lua, e o transformou no deus do disco branco, governador das estrelas; também foi advogado do deus assassinado, Osíris, e de seu filho Hórus. As pessoas nascidas sob sua proteção têm grande capacidade de comunicação e uma inteligência rápida e penetrante. Seus protegidos têm uma natureza dupla, nervosa e inconstante, são muito ativos, sempre inventando coisas para fazer ou dizer. Embora sensíveis como a flor de lótus, no amor eles são frios como a lua e inconstantes como as aves, voando de galho em galho.


Deusa Ísis


(de 16 de junho a 15 de julho)
Irmã e mulher de Osíris, tinha grandes poderes mágicos. Entre outras coisas, era a protetora das crianças, o que a tornava mais popular. As pessoas nascidas sob sua proteção têm grande sensibilidade e poderosa imaginação, forte instinto materno ou paterno; estão sempre prontas para socorrer os necessitados, são fiéis no amor e compreensivas em relações aos outros. Gostam da vida doméstica, são muito sentimentais, fracas para entender os aborrecimentos, gentis, têm um latente mau humor quando as coisas não são como o esperado, tornando-se fechadas e antipáticas. De natureza tímida e introvertida, sua candura natural e sua ingenuidade lhe renderam, tanto da vida quanto dos outros, alguns bons tombos e decepções, o que o fez com que se tornasse desconfiado e um tanto arredio, como que para se proteger. Às vezes, é uma presa fácil de um complexo de inferioridade. Mas se sobressai quando se trata de julgar, colocar as coisas em seus devidos lugares, separar o joio do trigo. Sua melhor qualidade, sem dúvida, é o discernimento. É naturalmente dotado para todas as profissões que exijam precisão e habilidade manual, sabe se filiar à disciplina, trabalhando bem em administrações. Profissão médica ou paramédica são indicadas.


Deus Rá


(de 16 de julho a 15 de agosto)
Deus Rá, o sol, é a principal divindade dos egípcios. As características deste deus são poder, força e criatividade.
As pessoas que nasceram sob sua proteção são extrovertidas, cheias de energia e ótimos líderes. Gostam de enfrentar situações difíceis e de superá-las. Seu ponto fraco é não saber perder. Elas se consideram como o sol, o centro do universo, que tudo gira à sua volta. Se contrariadas, ficam deprimidas.


Deusa Neit


(de 16 de agosto a 15 de setembro)
É a antiga deusa da caça, seu animal sagrado era o cão. Neit era chamada "a que abre os caminhos". As características desta deusa são sua grande capacidade de análise, paciência e senso de organização. As pessoas nascidas sob a sua proteção são muito práticas, cuidadosas e reparam nos mínimos detalhes, porque estão sempre atentas a tudo o que acontece. Sabendo usar as suas qualidades positivamente, alcançam o que consideram a sua maior felicidade, segurança e serenidade, mas sempre correm o risco de perder o equilíbrio por não saberem dar o justo valor a cada coisa.


Deusa Maat


(de 16 de setembro a 15 de outubro)
Filha de Rá, é a deusa da justiça, da verdade e do senso da realidade. No mundo dos deuses, ela ocupa um lugar muito importante. Sem Maat, a criação divina (a Terra e seus habitantes) não poderia existir, pois tudo se afundaria no caos inicial. As características desta deusa são capacidade de observação, senso de justiça e sabedoria para criar harmonia à sua volta. As pessoas nascidas sob sua proteção têm um temperamento simpático e afável, além de um grande senso estético. Usando as suas qualidades positivamente, tornam-se famosas e muito queridas. Em geral, essas pessoas têm problemas em fazer escolhas e precisam sempre da opinião dos outros. Para terem sucesso, no entanto, é necessário aprenderem a fazer suas próprias escolhas.


Deus Osíris


(de 16 de outubro a 15 de novembro)

É o deus mais importante. De acordo com a lenda, ele era o Rei dos deuses. O faraó que, junto com sua irmã e esposa Ísis, governava com justiça, mas era invejado por seu irmão Set que o assassinou por ciúme. As pessoas nascidas sob sua proteção também têm a proteção de Ísis; se caracterizam por terem emoções e sentimentos muito intensos além de terem uma persistência incomum. Possuem uma enorme energia e resistem a todas as adversidades, dispostos sempre a lutar por aquilo em que acreditam. São também vítimas da influência de Set; por isso são extremamente ciumentos e, quando não se encontram, vivem desconfiados de todos. Para ajudá-los, Osíris deu-lhes o dom da intuição que, bem empregado, os livrará das situações perigosas.


Deusa Hátor


(de 16 de novembro a 15 de dezembro)
É a deusa dos céus, a grande sacerdotisa do panteão egípcio, deusa da música e da dança, protetora dos prazeres e do amor, da vaidade feminina e da alegria. As pessoas que nasceram sob sua proteção possuem muita sensualidade e uma grande capacidade de amar; a permanente jovialidade, a alegria, o riso são constantes. Estas pessoas são quase sempre felizes, mas basta um pequeno problema para que se sintam desgraçados.


Deus Anúbis


(de 16 de dezembro a 15 de janeiro)

O deus com cabeça de chacal, o guia dos mortos, o mediador entre o céu e a Terra, temido pela sua frieza e severidade do seu juízo. As pessoas que nasceram sob sua proteção têm grande força de vontade, paciência e inteligência aguda. Essas pessoas sabem conduzir o seu destino, tornando-se pessoas de sucesso em qualquer setor, porém este demora a chegar, porque Anúbis é o senhor do tempo e retarda as conquistas. Embora sejam fiéis, têm excesso de ambição e exagerado orgulho que, às vezes, os torna egocêntricos e pouco modestos.


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28 novembro 2009

As incríveis pirâmides do Egito!


Existem mais de 80 pirâmides no Egito, mas as mais conhecidas são as 3 pirâmides de Gizé.

Elas foram construídas como tumbas reais para os faraós: Kufu, Quéfren e Menkaure - pai, filho e neto. Existem camadas dentro das pirâmides, onde foram enterrados rainhas, sacerdotes e pessoas do governo, ou seja, existe uma cidade dos mortos dentro das pirâmides.




A maior delas é denominada a "Grande Pirâmide" e foi construída cerda de 2550 a.C.:

> Ela manteve-se como a mais alta estrutura feita pelo homem por 4.400 anos, até a construção da Torre Eiffel, em 1900. Possue 146,6 metros altura e 230,38 metros de base. Se você pegar 2 vezes o comprimento da base e dividir pela altura...

> Ocupa a primeira posição na lista das 7 maravilhas do mundo. A "Grande Pirâmide" já era a mais antiga dentre todas as maravilhas do mundo antigo e é justamente a única que se mantêm até hoje.

> Estima-se que foram necessários aproximadamente 100.000 trabalhadores por mais de 20 anos para construí-la. Ao contrário do que se aprende nas escolas, eles não eram escravos e sim trabalhadores livres.

> Foram usados aproximadamente 2,6 milhões de enormes blocos de calcário, cada bloco pesava em média 2,5 toneladas, mas isso variava: o tamanho diminuía de acordo com a altura, e em lugares específicos, como a câmara do faraó, havia pedras gigantes, estimadas em até 80 toneladas. Se todos os blocos de pedra fossem alinhados sobre a linha do equador, cobririam 2/3 do mesmo.

> A construção da pirâmide foi feita com pedras justapostas, ou seja "encaixadas", sem auxílio de cimento ou qualquer material colante, e alguns blocos estão tão bem unidos que não é possível passar entre eles uma folha de papel, até mesmo uma agulha. Todos aqueles blocos de pedra foram deliberadamente inclinados e entalhados com exatidão à curvatura da Terra. O raio dessa inclinação é igual ao raio da Terra.

> Os lados da pirâmide estão posicionadas para os quatros pontos cardeais com uma incrível precisão, apresentando somente 0.015% de margem de erro. Atualmente, para se conseguir essa precisão são necessários um teodolito de laser, um mapa dentro dos 10 metros de precisão, engenheiros, astrônomos e mestres de obras. No planeta, há área suficiente de terrenos para oferecer 3 bilhões de possíveis locais para a construção das pirâmides e estatisticamente as chances de uma escolha intencional são de 1 para 3 bilhões.

> Até hoje, não se sabe ao certo como essas pirâmides foram construídas.






Clique aqui para ver as pirâmides pelo Google Maps.
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04 abril 2008

O caso do papiro Tulli


No número 41 (1953) da revista Doubt (pags. 214-215 ), Tiffany Thayer publicou uma transcrição e uma tradução de um papiro egípcio datando do reinado de Thuthmosis III (XVIII dinastia, Novo Império ). O texto aqui reproduzido era uma transcrição da escritura hierática em hieróglifos ( com a indicação das lacunas). Teria sido enviado a Thayer pelo príncipe Bóris de Rauchewitz, que escreveu: 'a transcrição que envio foi feita de um papiro do Novo Império que encontrei entre outros papéis e documentos do falecido professor Alberto Tulli, antigo diretor do Museu Egípcio do Vaticano. Ele havia restaurado esses documentos do Egito, mas após a sua morte eles permaneceram sem tradução nem publicações.'

Tradução
"(lacuna 1 ...). No 22º ano, no terceiro mês do inverno, na 6ª hora do dia (...2..) . Os escribas da Casa da Vida descobriram que era uma bola de fogo que vinha do céu. Se bem que ela não possuísse cabeça, o sopro de sua boca tinha um odor fétido. Seu corpo, uma vara, cerca de 5 metros de comprimento e 1 vara de largura. Não falava. Seus corações estremeceram e lançaram-se à terra de bruços (...3...). Eles foram ter com o rei...(?) para relatar. Sua Majestade ordenou (...4...) foi examinado (...5...) tudo quanto foi escrito na Casa da Vida, Sua Majestade meditou a cerca do que chegara. Ora, após alguns dias se passarem essas coisas, eis que elas foram mais numerosas que nunca! Elas brilharam no céu mais que o sol até os limites de quatro pilares do firmamento (...6...) . Poderosa era a posição das bolas de fogo. A armada do rei as observava e o rei encontrava-se no meio dela . Era após a refeição da noite. Sobre esta, elas ( as bolas de fogo ) se elevaram mais alto em direção sul. Peixes e voláteis caíram do céu. Era uma maravilha jamais vista desde a fundação do país! Ela pediu à Sua Majestade que usasse incenso para apaziguar a Terra ( ...9...) Para escrever ?) o que chegou no livro da Casa da Vida (...10...) a fim que se guarde a lembrança?) na Eternidade".

Muitos pesquisadores afirmam que este seria o relato de uma incursão de extraterrestres . Outros pesquisadores têm relacionado o texto do papiro Tulli com aquele da Bíblia que descreve a "roda de fogo" por ocasião da levitação misteriosa do profeta Ezequiel. A questão fica aberta


http://www.edicolaweb.net/nonsoloufo/tulli1.htm


http://www.fenomeno.matrix.com.br/fenomeno_inexplicavel_1_papiro.htm

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28 dezembro 2007

Pleíades (a subtil vibração de amor e harmonia)


Em Pleíades repousam almas Egípcias alinhadas pelas pirâmides em encantamentos mágicos e ritos para irem para lá, não considerando espaço nem tempo, mas iluminação espiritual.
Estas almas sabem toda a alquímia elemental da natureza Universal e estão lá para alquimia de elementos naturais dos planetas e conceber as primeiras formas de vida com a ajuda de DEUS quem lhes âmpara a sua Luz estacionária no tempo e no espaço e num paralelo para lá do físico: eterno e intemporal.

São sabedorias iluminadas vindas dos ensinamentos das próprias estrelas que brilham no céu, pelo amor a elas e á sua Terra juntaram-se aqui e disseram-me que sou um bicho com cornos...sentado no meu trono existêncial.

Haja de facto paz para que estes seres de luz resultantes de Sacerdotes, Faroós e outros homens iluminados vivam na calma do seu tempo trazendo novos planetas de vida inteligente e congregada a consciência acima das próprias criações fisícas.

O espírito esse vive sempre no coração de cada um ….
O espírito primordial que alimenta o homem é calma, paz, reflexão sobre os seus erros sem os manifestar sobre os outros.
A razão é tomada pelo correcto pensamento é não pelo ódio e fúria constantes que levam á incoerência de ideias.
O homem não deve ignorar deve compadecer-se dos seus erros perante as circunstâncias da vida.
O ignorar leva a que não se constitua os sentimentos certos…é a negação sobre si próprio.
O esquecimento é algo que deve subsistir sobre a ignorância…..é algo que o tempo trás sobre o pensamento correcto e o livre curso da vida.
Os prazeres do Homem condenam-no ao sofrimento e á irreflexão consistente das suas ideias.
No prazer existe desconsideração em criar massa de pensamento crítico é um refúgio de defeitos e faltas de virtude ……
O prazer e os vícios cobram vida. O amor deve ser manifestado de forma sincera.

Pleiadianos
São irmãos estelares da constelação das pleíades que dista cerca de 45 anos-luz da terra.
Esse grupo de pessoas vive em geral na 5ª dimensão da consciência e é representado por grupos distintos, todos aparentados com a nossa forma humana, sendo em geral caucasianos, muito belos e amorosos, amantes da arte, em todas as suas formas, principalmente a música.
Esses irmãos estão direccionando o Portal 12:12 que establece um mínimo de 63% de energia cármica transmutada em luz, para que as pessoas possam acessá-lo. Esse grupo das pleiades está subdividido em 3 grupos iniciais e 13 grupos raciais internos que ajudam no resgate, através de distintas tarefas, que vão desde a protecção orbital, limpeza magnética, desactivação dos armamentos orbitais da terra, sustentação do portal 12:12 e dos pontos de ancoragem da energia conhecida como cinturão de fotões, que é uma outra extensão da actual projecção dos 22 Raios de Alfa & Ómega que estão a chegar á Terra.
Esse cinturão de fotões tem relação com outras tarefas desse grupo no que diz respeito á alteração orbital do sistema solar. Donos de uma elevada tecnologia, são seres ligados à hierarquia do comandante Jeová. A sua participação em alguns casos pode ser feita no plano fisíco através de comandos avançados que, por diversas vezes, já estiveram na Terra recentemente. Outros são efectuados através de canalização e trabalhos de cura junto com outros grupos estelares.
O trabalho desses grupos também está direccionado para ajuda psíquica e estudos das distintas actuações dos corpos subtis da humanidade nos diversos campos em que cada um actua.

Foram os senhores da minha requalificação energética, onde o corpo Astral e o emocional deixam de existir, e passei a ser um SER de nova geração com o padrão genético GNA a vibrar a partir da 5ª dimensão que em geral está acima da maioria das manifestações..
Muitos dos novos Seres Humanos que virão ao mundo terão maior inteligência e novas variações de genoma que lhes permitirão ir mais além do que as gerações passadas.

É de salientar que há uma guerra directa entre MIB's e existe mesmo um governo secreto contra os comandos estelares que vão aparecendo na terra, existem forças nefastas e há que fazer uma desmagnetização pesada contra as forças das trevas.
E é claro que há agentes secretos que conhecem os fenómenos OVNI e têm contactos com este tipo de manifestações, o uso que lhes dão é tentarem se apoderar da sua tecnologia para conceber artefactos nefásticos á Humanidade na 3ª dimensão.
Um exemplo disso é a tão referida Arma de espectros iónicos e tambem uma espécie de irradiador de raios em vários comprimentos de onda para alterar o tempo, um bom uso para situações de guerra, para criar intempéries.

Isto porque a forma de estar no mundo, como pensarão e agirão os próximos Humanos que nascerão depende do próprio Astral terrestre, que como já referi é um repositório das acções do Homem, há em si registos magnéticos cármicos.

Estes trabalhadores de Luz vindos de vários pontos da galáxia abraçam a vida e curam o lado espiritual da Terra dos seus males, tentam que os proximos homens sejam mais iluminados, de maior consenso , que vivam em maior equilibrio com a próprio Biosfera.
Haverão certamente novas opções energéticas, e uma miríade de novas invenções que terão sempre os dois lados do uso : para o bem ou para o mal. via


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04 novembro 2007

Antigos egípcios: “reformadores das pirâmides atlântidas”?



Vejam a imagem acima. A legenda "Hieroglifos" está sobre as câmaras superiores à "Câmara do Rei", que estavam fechadas e inacessíveis - só foram descobertas no século XIX quando as passagens foram dinamitadas. Nestas câmaras, como diz a legenda, há hieróglifos com o nome do faraó "Queóps" dispostos entre os blocos de pedra, isto é: tais hieróglifos só podem ter sido inscritos nos blocos durante a construção da pirâmide. Veja a imagem de um deles:



É a assinatura na Grande Pirâmide (mais sobre as inscrições aqui e aqui). Pois bem, há uma outra legenda na imagem no início deste post. Ela diz "Reforma".


Porque é esta a proposta de Marcelo Del Debbio, segundo o qual:



"existem inscrições dentro das pirâmides … , mas, como eu disse no meu texto, os grafitti foram feitos milhares de anos DEPOIS da construção das pirâmides. As pirâmides foram construídas por volta de 11.000 AC e os grafittis foram feitos por volta de 4.000 AC. Agora, se foram feitos pelos "reformadores das pirâmides atlântidas" ou se foram feitos pelos "construtores da tumba do faraó", cada um que julgue por si mesmo e acredite no que quiser".



Sim, toda a área indicada pelo gradiente vermelho teria sido uma reforma dos egípcios feita em 4.000 AC em pirâmides originalmente construídas por atlantes em 11.000 AC. Não acho que seja necessário fazer qualquer comentário adicional sobre a idéia: que "cada um que julgue por si mesmo e acredite no que quiser".


Del Debbio também replicou insistindo que "movimento dos planetas é perfeito", mencionando "uma lista com efemérides calculadas para cerca de 6.000 anos, com precisão absoluta da posição de cada planeta em décimos de grau". Precisão absoluta de décimos de grau é um oxímoro, não existe. E, como notamos, a própria lista que ele menciona apóia o que criticamos em suas teorias, que é o fato de que "em períodos de tempo muito longos, ou mesmo mais curtos mas dependentes de vários fatores …, os movimentos celestes podem acabar respondendo de forma imprevisível". Explico.


A lista indicada é baseada neste programa, que declara sua (im)precisão com relação a catálogos estabelecidos:



"Com os planetas interiores, Standish mostra que entre 1600-2160 há uma diferença máxima de 0,1-0,2″ … Com os planetas exteriores, os diagramas de Standish mostram que há grandes diferenças de vários " por volta de 1600, … Com a Lua há uma diferença que aumenta 0.9″/cty2 entre 1750 e 2169. Vem primariamente dos erros em LE200″.



Para efeitos práticos, estas são precisões fenomenais, mas não são precisões absolutas. E esta não é apenas uma objeção tola: embora haja enorme precisão para cálculos celestes ao longo de milhares de anos, a humanidade como espécie existe há mais de uma centena de milhar de anos, a vida existe sobre o planeta há alguns bilhões de anos, e o Universo tem algo em torno de 13 bilhões de anos. A precisão de cálculos celestes ao longo mesmo de milhões de anos já se torna significativamente imprecisa, e na casa dos bilhões, é quase completamente imprecisa em escalas terrestres. Del Debbio, curiosamente, acredita em um mito de infalibilidade e precisão científica que a própria não clama para si. Isto é, pseudociência.


Também há menções à "energia mais sutis da sincronicidade" - as quais não iremos nem tentar contestar - e ao alinhamento de monumentos antigos a constelações na data de 10.500 AC, seguindo as idéias de Graham Hancock, sobre as quais indicamos esta leitura. Não é de um cético, mas demole o mito de 10.500 AC. Há outros trabalhos expondo as inúmeras falhas desse mito, incluindo um documentário da BBC: Atlantis Reborn Again.


Note-se por fim que Del Debbio ignorou por completo nossa crítica a suas teorias sobre a Santa Ceia de Da Vinci.


http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=1012


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11 setembro 2007

O homem com cabeça de íbis


fenomeno-thoth2.jpgO íbis é uma ave pernalta de bico longo e recurvado. Existe uma espécie negra e outra de plumagem castanha com reflexos dourados, mas era o íbis branco, ou íbis sagrado, que era considerado pelos egípcios como encarnação do deus Thoth. Esta ave tem parte da cabeça e todo o pescoço desprovido de penas. Sua plumagem é branca, exceto a da cabeça, da extremidade das asas e da cauda, que é muito negra. Um homem com cabeça de íbis, era outra das representações daquele deus.




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