02 setembro 2017

A Waterspout in Florida


What's happening over the water? Pictured here is one of the better images yet recorded of a waterspout, a type of tornado that occurs over water. Waterspouts are spinning columns of rising moist air that typically form over warm water. Waterspouts can be as dangerous as tornadoes and can feature wind speeds over 200 kilometers per hour. Some waterspouts form away from thunderstorms and even during relatively fair weather. Waterspouts may be relatively transparent and initially visible only by an unusual pattern they create on the water. The featured image was taken in 2013 July near Tampa Bay, Florida. The Atlantic Ocean off the coast of Florida is arguably the most active area in the world for waterspouts, with hundreds forming each year. Some people speculate that waterspouts are responsible for some of the losses recorded in the Bermuda Triangle.

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Caso Alexânia: contato com extraterrestres no Brasil

O Sr. Wilson Plácido Gusmão, casado e residente em Brasília, desde que adquiriu a fazenda “Vale do Rio do Ouro”, em Alexânia, a 120km do Distrito Federal, começou a notar estranhas ocorrências na sua propriedade.

Tudo começou em setembro de 1967. Primeiro era uma estranha luz, “como uma estrela”, que se aproximava até cerca de 200m da casa, permanecendo ali uns três minutos, afastando-se depois e desaparecendo no espaço. A notícia se espalhou atraindo curiosos que se postavam durante a noite no morro em frente à residência do fazendeiro para observarem o espetáculo que se repetia com freqüência.

No dia 27 de dezembro do mesmo ano, Eunápio Gusmão, irmão do Sr. Wilson, saiu para caçar e, no momento em que apontava a arma para uma perdiz viu um curioso objeto descer a poucos metros de onde se encontrava.

Naquele momento, sentiu-se inteiramente imobilizado mas, mesmo assim, pôde notar que por uma porta que se abriu na estranha nave em forma de prato, três seres o observaram por alguns segundos, após o que a porta se fechou e o aparelho partiu em alta velocidade.

Sonda ufológica que teria sido vista na fazenda

Ao recuperar os movimentos , o Sr. Eunápio imediatamente voltou à fazenda, reuniu os empregados, e todos, munidos de pás e picaretas, passaram a cavar o solo no ponto onde o objeto aterrissou na expectativa de descobrirem algum metal preciso ou coisa assim. Porém só encontraram pequenos cristais de quartzo e nada mais.

Bolas de luz em evoluções eram vistas inúmeras vezes, a ponto de aterrorizarem os empregados, que foram abandonando o emprego amedrontados.

No dia 18 de fevereiro de 1968, às 20:00hs, os serviçais David e Amadeu viram uma belíssima nave no alto do morro e chamaram o Sr. Wilson, que munido de um revólver e lanterna para lá partiu. Saindo do objeto um jato de luz varria o espaço, alcançando uns 500m de distância.

Foi então que ocorreu o fenômeno incrível: apagou-se a fonte luminosa, mas uns 40om do raio do raio permaneceram imóveis no ar durante 1 minuto, aparentemente sem qualquer ligação com a fonte de origem. Depois, foi lançado novo facho de luz que alcançou o primeiro, recolhendo-o todo, como se fosse algo materializado.

Preocupado com as ocorrências na sua estância, o fazendeiro reuniu em Brasília um grupo de pessoas qualificadas para estudar o fenômeno. Desse grupo participaram: Walter Radic, José Roque Martins, Volney Milhomem, Luis Macedo, Luis Albuquerque, Jarbas Rorrezenta, Cláudio Costa, Gutembergue Rodrigues, Alfredo Moacyr Uchôa, entre outros.

Foram tiradas várias fotografias e estabelecidos muitos contatos com tripulantes dos engenhos espaciais nas diversas ocorrências observadas.

Na noite de 31 de janeiro de 1969, o general Uchôa estas a postos com sua equipe na fazenda quando aproximadamente às 20:00hs surgiu uma nave, que passou a fazer evoluções costumeiras, aproximado-se até uns 20m do local onde se encontravam os pesquisadores e aterrissando mais adiante, cerca de 100m de distância. O fotógrafo Albuquerque bateu algumas fotos do engenho. Era uma noite de luar.

Outra foto da sonda ufológica que teria sido vista na fazenda

Convencionados, o Sr. Gusmão se destacou do grupo e foi em direção ao objeto. Chegou a 1 metros e parou. Observou a nave, que pequena, do tipo “chalana”, media uns 2 metros de comprimento por 1 apenas de largura, com um farol na frente. Enquanto observava, abriu-se uma entrada na parte superior e surgiu um tripulante que, aparentemente, foi levantado sem dobrar o corpo.

A pequena cosmonave não estava pousada no solo. A princípio balançava-se a meio metro de altura do chão, mas imobilizou-se quando o tripulante ficou em pé, na posição vertical, embora o corpo aparecesse apenas dos joelhos para cima.

Aquele ser mirou com firmeza o Sr. Wilson e logo baixou lentamente os olhos até um objeto que trazia no cinto, na parte da frente. E fê-lo como se pedisse ao fazendeiro que olhasse para aquilo. Pelo menos foi essa a intuição que o Sr. Gusmão teve no momento. Fitou a coisa e sentiu ou percebeu que o estranho ser o estava fotografando.

Depois este virou-lhe as costas e, como se obedecesse a uma ordem surgiu lá do morro uma grande luz. O tripulante voltou-se novamente de frente. Nesse momento ouviu-se uma algazarra vinda do grupo de observadores que, como se soubesse depois, brigavam pelo binóculo: todos queriam ver pelas aquelas lentes de aumento os gestos dos dois interlocutores nesse encontro memorável.

O alarido chamou a atenção do próprio cosmonauta, que olhou na direção do grupo e sorriu para o fazendeiro. Em seguida levou a mão ao cinto e fez surgir um halo luminoso ao seu redor. Esse halo não impedia o Sr. Wilson de ver o tripulante, mas as pessoas que estavam na observação só viram uma bola de luz ao lado do Sr. Gusmão. A foto batida nesse momento também fixou apenas uma bola luminosa. Depois, com um pequeno gesto como se fosse uma saudação, o estranho inclinou-se dentro da chalana, que, fechando-se, movimentou-se e partiu, desaparecendo rapidamente.

Antes desse encontro tão bem documentado, o Sr. Wilson, Plácido Gusmão teve outros contatos com seres extraterrestres. Nestes, as naves eram de tipo diferentes tendo cerca de 10m de diâmetro, e os tripulantes, em número de cinco, mediam entre 1,60m e 1,75m. tinham pele pálida, como porcelana, cabelos colados à cabeça; vestimenta colante ao corpo, cinza-escuro; botas de abas metálicas na parte superior, sendo que na de um – o chefe possivelmente – brilhava com uma luzinha no bico.

Embora sem pronunciarem palavras, mantiveram uma espécie de diálogo com o Sr. Gusmão. Pelo que pôde compreender, o fazendeiro supões que os seres que visitavam a Terra não procuram quaisquer minérios, mas estão interessados em conhecer nosso estágio de evolução, principalmente nas experiências atômicas que, mal orientadas, poderão afetar seriamente o equilíbrio de sistemas panetários.

Relatou ainda, a esposa do Sr. Wilson, que ela mesma chegou a ver o rosto de um tripulante, na noite de 22 de março de 1969, quando às 21:00hs, estava na varanda de casa junto aos seus dois filhos, Julio de 3 anos e Eliane de 5.

Enquanto seu marido tinha ido observar, com os visitantes, o jogo de luzes em movimento naquela noite na fazenda, viu ela, na penumbra, um rosto humano colado a uma das colunas da varanda, olhando-a e aos seus filhos. O corpo da pessoa que se ocultava atrás da coluna usava roupa escura e deixava ver o rosto, com um nariz comprido e fino. Assustada, pegou as crianças e as levou para dentro de casa.



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Caso Kelly Hopkinsville: Encontro com Extraterrestres

A história dos agressores fantasmas. Uma testemunha dos humanóides que supostamente sitiaram uma fazenda perto de Kelly, Kentucky, em agosto de 1955, diz que um deles agarrou seus cabelos. – Desenho do pesquisador Budd Ledwith, composto com base em descrições apresentadas pelas testemunhas

No cair da noite de 21 de agosto de 1955, Billy Ray Taylor, que morava com mais 10 pessoas em uma fazenda perto da cidade de Kelly, Kentucky, EUA, fora ao quintal apanhar água, mas voltou correndo para dentro dizendo ter visto um disco voador cair em uma vala do outro lado do campo.

Ninguém levou a sério a ponto de ir investigar, mas uma hora depois, quando ouviram os latidos atemorizados de um cachorro e viram-no esconder-se debaixo da casa com o rabo entre as pernas, Taylor e Lucky Sutton viram lá fora a coisa mais estranha de suas vidas: um ser luminoso, de 1 m de altura, cabeça grande, orelhas grandes, caídas e pontudas, olhos incandescentes e mãos com garras nas pontas.

A figura, vestida de metal prateado, estava com as mãos erguidas. Se aquilo era um gesto de paz, não foi interpretado assim, pois, quando a criatura chegou a 6 m de distância, os dois atiraram nela com uma espingarda de caça e um rifle 22.

A criatura reagiu com um salto e uma corrida, ocultando-se na escuridão ao lado da casa. Alguns minutos depois, o mesmo ser, mostrou o rosto em uma janela lateral e então J.C. Sutton (irmão de Lucky) e Taylor atiraram nele, no caso de J.C., quase à queima-roupa.

Até as 11h da noite, quando todos se espremeram dentro de um automóvel e foram à toda velocidade para a delegacia policial de Hopkinsville, a 11Km dali, as testemunhas não pararam de avistar e atirar nas criaturas, que rolavam e fugiam impelindo-se com os braços e as mãos. As pernas finas e inflexíveis pareciam não ter outra função senão a de orientá-los verticalmente.

Quando as criaturas eram atingidas em árvores ou telhados, flutuavam para o chão, em vez de caírem. Jamais manifestaram hostilidade ostensiva.

Quanto à quantidade, quem as viu não fazia idéia, sabia apenas que eram no mínimo duas porque, certa feita, viram duas ao mesmo tempo. Quando chegaram à delegacia, as testemunhas estavam em tal estado de histeria que o chefe de polícia Russel Greenwell disse estar evidente que estavam atemorizados com alguma coisa “além da razão, incomum”.

A caminho da fazenda, um investigador com treinamento médico tomou a pulsação no pescoço de Taylor, que estava o dobro do normal.

E havia provas adicionais: a aparição para um polícial estadual, enquanto as testemunhas se dirigiam para Hopkinsville, de “meteoros” estranhos sobrevoando o local “fazendo um barulho de tiros de artilharia”. Iam na direção oposta das testemunhas, para o norte, em outras palavras, na direção de Kelly.

Embora não encontrassem provas diretas de visitantes alienígenas, Grenweel e outros políciais investigadores encontraram muitos indícios de tiroteio. A

lém disso, Greenwell disse à ufóloga Isabel Davis: “Naquela noite, em toda a área e adjacências, a casa, os campos, pairava uma sensação estranha. Uma certa aflição, em parte, mas não absoluta. Todos a sentiam. E ali havia homens que posso chamar de valentes, e eles também a sentiam”.

Viram também um estranho trecho luminoso margeando a cerca, onde um ser fora alvejado e , no arvoredo, uma luz verde cuja fonte não pôde ser determinada. Mais tarde, já em casa, os moradores avistaram os seres várias vezes e em uma ocasião Lucky Sutton atirou num deles pela janela, causando mais danos a esta do que àquele.

A última aparição ocorreu às 4h45 da madrugada. As investigações da polícia, repórteres, oficiais da força aérea e ufólogos civis não encontraram indícios de embuste. Até mesmo o Blue Book, que geralmente tinha uma explicação para cada ocasião (nem sempre satisfatória), confessou-se atordoado.

E também Davis, dentre os investigadores mais teimosos dos OVNIs. Inevitavelmente, alguns céticos acusaram as testemunhas de estarem bêbadas, contrariando o depoimento do chefe de polícia Greenwell e especularam que elas podiam ter visto macacos foragidos. Sobre esta “solução” proposta, Davis escreveu: “Não há “ilusão óptica que explique um erro de tal magnitude”.



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Incidente Lonnie Zamora: encontro com OVNI em Socorro, Novo México

Até o meio da década de 60, existiam poucas evidências físicas sobre os UFOs. Parte da culpa disso é da Força Aérea que não acreditava em ninguém que afirmasse ter visto um disco voador pousar no seu quintal. Mas em 1964 tudo mudou com o Incidente de Socorro, Novo México.

No dia 24 de abril de 1964, por volta das 17:50hs, em Socorro, Novo México, , o policial Lonnie Zamora, estava perseguindo um carro que tinha ultrapassando o limite de velocidade. Durante a perseguição ele ouviu uma enorme explosão, e pensou que tivesse sido um paiol de dinamites próximo ao local de onde estava.

Quando ele observou uma intensa luz brilhante azul indo na direção do paiol largou a perseguição e entrou numa estrada de terra. A luz baixou e desapareceu atrás de um morro. Neste instante ele não ouvia mais nenhum barulho. Ele subiu no morro e tudo estava silencioso.

Ele parou seu carro e desceu procurando algo até que os seus olhos viram um objeto metálico pousado. A sua primeira impressão foi que era um carro branco de cabeça para baixo. Foi então que ele viu duas “figuras” ao lado do objeto como se estivessem inspecionando a nave. Uma das “figuras” – a que estava mais distante da nave – pareceu ter visto o carro do policial.

Marcas do suposto trem de pouso da nave alienígena

“Ele deve ter me visto, pois quando me virei ele estava olhando para o meu carro e parecia estar assustado. Ele um pulo para trás”.

Os seres eram muito pequenos, do tamanho de crianças. O objeto era olva e estava pousado de “pé”.

Enquanto ele relatava ao Departamento de Polícia pelo rádio de seu carro o que tinha visto, saiu novamente do seu veículo e com o rádio na mão ouviu um barulho parecido ao de fechar uma porta. Nesse momento ele ouviu um estranho som e viu o objeto começar a decolar.

“Ele tinha uma espécie de chama saindo da parte de baixo. A chama era azul e também tinha uma coloração alaranjada. Ele não expeliu fumaça alguma”.

O objeto era liso, sem janelas e portas. Zamora notou algumas letras esquisitas em vermelho no meio dele. Ele parecia ser feito de alumínio.

Suposto local do pouso do OVNI

Quando isso aconteceu, Zamora estava a menos de 15m do objeto, e viu a chama. Logo pensou que o objeto iria explodir. Então ficou na diagonal e começou a subir. Ele chegou até mesmo a sentir o calor emitido pelo UFO.

“O objeto estava indo embora na direção sudeste e entrei em contato com Nep Lopez, o operador de rádio para que ele olhasse pela janela e tentasse vê-lo. Ele perguntou: como ele se parece?’, e eu respondi: ‘parece com um balão’. Não sei se ele chegou a ver o UFO”.

“Enquanto eu falava com Nep, ainda conseguia ver o objeto. Ele parecia estar subindo bem devagar, e finalmente desapareceu atrás das montanhas”.

Nep Lopez pediu para que o sargento M.S. Chavez fosse até o local.

“Quando desci até o lugar onde o UFO havia pousado, percebi que o solo estava queimado. Nesse momento o sargento Chavez me chamou pelo rádio perguntando se eu estava com problemas, e então lhe contei tudo”.

Todo o incidente durou cerca de dois minutos. Quando Chavez chegou e viu a expressão de Zamora, ele perguntou se havia visto o diabo. Zamora respondeu: “Talvez sim”.

As marcas pareciam ter sido feitas por algo muito pesado, tinham 30cm de comprimento por 42 de largura. A profundidade era de 10cm.

Zamora (à esquerda) juntamente com os investigadores militares do Projeto Blue Book

Os investigadores do Projeto Blue Book concluíram que Zamora tinha credibilidade e era uma pessoa íntegra. Eles também examinaram as marcas encontradas no deserto.



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During the Choson Dynasty (1392 to 1897) in Korea, it was...



During the Choson Dynasty (1392 to 1897) in Korea, it was customary to make a food offering to one’s deceased parent, at every meal for the first three years after they passed. So offering stands like this one are a common pottery type. They were made to be sturdy more than pretty, since each one was expected to last three years of daily use.

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Incidente Kinross: o que aconteceu com Felix Moncla?

O Incidente de Kinross é um famoso acidente de aviação que muitos acreditam ser uma prova de um encontro extraterrestre. A história se desenrola no final de novembro de 1953 sobre os Grandes Lagos.

O Comando de Defesa Aérea foi ativado em 1946 para oferecer aviso aéreo e defesa aérea para as continentais dos Estados Unidos. O plano era estender o poderoso radar terrestre com unidades de alerta e controle no ar.

Em pouco tempo, o Comando de Defesa Aérea cresceu de quatro esquadrões de combate para 93 esquadrões ativos de interceptores de combate da Força Aérea, 76 esquadrões de interceptores de combate da Guarda Nacional da Aérea, vários esquadrões de combate naval, esquadrões aéreos de alerta prévio da USAF e USN, esquadrões de radar, esquadrões de treinamento e numerosos unidades de apoio.

O primeiro tenente Felix Moncla Jr foi um piloto da Força Aérea dos EUA em trabalho temporário na Base da Força Aérea de Kinross. Ele tinha mais de 1.000 horas de tempo de voo. Seu último voo foi uma interceptação de defesa aérea que foi coordenada pelo Comando de Defesa Aérea.

Em 23 de novembro de 1953, os operadores de rádio em Sault Ste. Marie, Michigan viu algo inesperado no rio St Mary’s. O rio St Mary’s flui entre o Lago Superior e o Lago Huron, marcando a fronteira entre Michigan, EUA e Ontário, Canadá.

Os operadores de radar identificaram um alvo incomum em espaço aéreo restrito sobre os Soo Locks, o conjunto de bloqueios paralelos no rio St. Mary’s, que permite que os navios viajem entre o Lago Superior e os Grandes Lagos inferiores.

Um avião F-89C Scorpion foi ordenado para sair da base da força aérea de Kinross para investigar.

O Northrop F-89 Scorpion era um a jato americano projetado para uso como um interceptor. O nome “Escorpião” vem da forma da cauda levantada. O Scorpion tem dois motores, seis armas (controladas por radar) e dois tripulantes: o piloto e o operador de radar.

O F-89A foi um protótipo: apenas oito modelos foram feitos. F-89B entrou em serviço em junho de 1951; No entanto, devido a problemas consideráveis, os motores e outros sistemas foram substituídos pelo F-89C.

Os problemas com os motores persistiram e o F-89 foi aterrado quando os problemas estruturais com as asas foram descobertos. O F-89D entrou em serviço em 1954, um ano após os eventos do Incidente de Kinross.

De volta ao 23 de novembro, o registro Scorpion F-89C 5853 foi pilotado pelo primeiro tenente Moncla; O segundo tenente Wilson era o operador de radar do Scorpion. Eles partiram do aeródromo e voaram para a área conforme solicitado pelo operador de rádio.

Mas uma vez que estavam lá, o tenente Wilson relatou que estava tendo problemas para rastrear o bogey (o termo “alvo desconhecido” usado na Força Aérea) no radar do Scorpion.

Enquanto isso, o operador de radar terrestre podia ver dois blips em sua tela de radar, um para o Scorpion e outro para o alvo desconhecido. O operador dirigiu o primeiro tenente Moncla em direção ao objeto, levando-os para baixo de 25.000 pés para 8.000 pés. O Scorpion estava voando a 500 milhas por hora rumo ao blip não identificado.

O operador observou dois blips enquanto se aproximavam e, em seguida, pareciam se fundir no lado canadense do Lago Superior.

O operador acreditava que o primeiro tenente Moncla tinha voado abaixo ou acima do alvo. Ao mesmo tempo, o sinal IFF (Identificação de Amigo ou Inimigo) do Scorpion desapareceu.

Ele continuou a acompanhar, esperando que o Scorpion e o objeto se separassem novamente em dois blips. Então, ele ficou assustado com o fato de os dois objetos terem sumido como uma colisão no ar.

Mas nenhuma dessas possibilidades parecia ser verdadeira. O single blip continuou em seu curso anterior ao norte sobre o Canadá e depois desapareceu.

Controle de solo tentou contactar o primeiro tenente Moncla no rádio, mas não recebeu resposta. O operador, então, contatou busca e resgate. Ele disse a eles que achava que poderia ter havido uma colisão no ar, apesar de ter visto um dos alvos voar para longe.

Ele esperava que os dois pilotos pudessem ter resgatado antes da colisão. Com seus coletes salva-vidas, eles poderiam sobreviver por um curto período de tempo na água fria.

A Força Aérea dos EUA iniciou imediatamente uma operação de busca e resgate, solicitando apoio do Canadá. O piloto de outro Scorpion juntou-se à busca e ao resgate e disse que ouviu uma breve transmissão de rádio do primeiro tenente Moncla após o avião ter desaparecido do radar.

Ninguém mais ouviu a chamada de rádio e não pôde ser confirmada. Não havia outro traço do Scorpion e da tripulação de dois homens.

Durante a noite, os aviões de pesquisa dos EUA e do Canadá circularam pelo lago. Na manhã seguinte, os barcos se juntaram na busca, atravessando a área onde a aeronave acreditava ter caído.

Naquele dia, alguém na Força Aérea dos EUA divulgou uma declaração: “O avião foi seguido pelo radar até que se fundiu com um objeto a 70 milhas de Keweenaw Point, no Alto Michigan”.

O Chicago Tribune publicou a informação na edição inicial, mas a Força Aérea desmenotiu a história, negando que o jato tivesse “fundido” com qualquer coisa.

Nem o avião nem a tripulação de voo nunca foram encontrados.

A resposta oficial da Força Aérea dos EUA foi que os operadores de radar mal interpretaram o caso. Eles alegaram que o objeto desconhecido era uma aeronave da Royal Air Force canadense que tinha saído do curso e o Scorpion tinha ordem para investigar.

No entanto, a Royal Canadian Air Force negou que tivessem alguma aeronave na área e descartou alegações de que suas aeronaves estavam envolvidas em um incidente.

Os investigadores da Força Aérea dos EUA tomaram uma linha mais cuidadosa, teorizando que o primeiro tenente Moncla pode ter experimentado vertigem e caído no lago. Eles disseram que Moncla sofria de “ataques de vertigem em um ponto a mais do que o grau normal”, mas não conseguiram desenterrar qualquer evidência disso.

O relatório interno, entretanto, implica que algum contato foi feito com o bogey com base nesta afirmação:

O bogey não estava ciente de nenhuma aeronave na área, e a GCI não viu nenhum alvo. Ambos pilotos e observadores estão desaparecidos e oficialmente listados como mortos.

Outra explicação foi dada à família. Um dos parentes do primeiro tenente Moncla alega que a Força Aérea disse à viúva de Moncla que o primeiro tenente Moncla tinha voado muito baixo enquanto identificava uma aeronave canadense que tinha caído no lago.

O relatório investigativo também afirmou que o radar era de uma aeronave da Royal Air Force:

A aeronave desconhecida que foi interceptada era uma Dakota da Força Aérea Canadense Real (C-47), número de série VC-912, que viajava de Winnipeg a Sudberry, no Canadá. No momento da intercepção, estava atravessando o norte do Lago Superior de oeste a leste a 7.000 pés. Este voo estava a aproximadamente 30 milhas a sul da rota de voo pretendida.

De acordo com o relatório, a aeronave tinha sido identificada, mas foi classificada como um bogey porque estava a cerca de 30 milhas fora do curso. Não havia nenhuma referência de tentar entrar em contato com o bogey antes de colocar o F-89 para uma interceptação.

Poderia ser que o pessoal da Força Aérea dos EUA usasse a inesperada aeronave Royal Canadian Air Force para uma interceptação simulada como um teste dos de resposta.

O relatório de pesquisa também diz que eles contataram o piloto da aeronave canadense e ele disse que nunca viu o Scorpion F-89 e não sabia que ele era objeto de intercepção. O F-89 tinha caído, o relatório concluiu, por razões desconhecidas depois de interromper a intercepção.

O que tudo faz sentido, exceto que os arquivos da Real Força Aérea Canadense não mostram nenhum incidente envolvendo aeronaves Royal Canadian Air Force na área do Lago Superior em 23 de novembro de 1953. A única aeronave próxima, um Dakota C-47 VC-912, foi pilotado por Gerald Fosberg, que nega que ele estava fora do curso ou no espaço aéreo dos EUA.

Em uma carta pública, ele escreveu:

Lembro-me do voo razoavelmente bem, e só verifiquei meus livros de registro para confirmar a data. Era um voo noturno. Estávamos provavelmente a 7.000 ou 9.000 pés sobre um deck de nuvem sólida abaixo e um céu absolutamente claro acima.

Em algum lugar perto de Sault Ste. Marie e ao norte de Kinross AFB, acho que uma estação terrestre (não posso me lembrar se era americano ou canadense) nos perguntou se nós tínhamos visto as luzes de outra aeronave em nossa área. Eles diziam naquela época que a USAF tinha encurralado um interceptor e eles perderam contato com ele. Respondemos que não vimos nada. Poucos dias depois, recebi um telefonema de alguém em Kinross que estava realizando uma investigação sobre uma aeronave desaparecida. Eu só poderia dizer que não vimos nada. Esse foi o último que já ouvi falar sobre o incidente.

Esta lembrança se relaciona com a declaração inicial de que “o bogey não estava ciente de nenhuma aeronave na área” e, tecnicamente, também apóia o relatório de investigação da Força Aérea dos EUA de que o piloto desconhecido não sabia que ele estava sendo interceptado e não viu o F-89.

No entanto, o piloto do Dakota C-47 é bastante claro que ele nunca saiu curso e que ele nunca foi informado de que a aeronave desaparecida estava tentando interceptá-lo.

Infelizmente, não temos registro das comunicações de rádio entre o primeiro-tenente Felix Moncla no F-89 e os controladores de radar, então não sabemos se ele fez contato visual com o C-47 ou alguma outra aeronave.

No caso de não ser suficientemente estranho, cinco anos depois, o Major Donald Keyhoe escreveu um livro no qual ele expôs o encobrimento.

O Major Keyhoe inicialmente havia sido cético sobre a existência de objetos voadores inexplicados e não identificados, mas em algum lugar ao redor desta época, ele ficou convencido de que os discos voadores eram reais. Ele escreveu um livro alegando que a Força Aérea tinha provas de visitas extraterrestres, mas estavam enterrando os relatórios para evitar entrar em pânico no público.

Em um livro posterior, com base em entrevistas e relatórios oficiais da Força Aérea, ele descreveu o acidente e disse que foi contactado na noite do desaparecimento.

Ele disse que houve um rumor no Selfridge Field que um F-89 de Kinross foi atingido por um disco voador. Ele seguiu telefonando para o Oficial de Informação Pública que lhe disse que o desconhecido era um DC-3 canadense que estava por cima dos bloqueios por engano.

Quando o livro foi lançado, a Força Aérea repetiu que a aeronave desconhecida havia sido confirmada como uma Royal Canadian Air Force Dakota C-47. Eles declararam que o F-89 definitivamente não colidiu com a aeronave, mas que depois de interromper a intercepção, algo não especificado aconteceu e causou o acidente.

Em 1968, foram encontrados fragmentos de avião perto da costa leste do Lago Superior. Um oficial da Força Aérea dos Estados Unidos confirmou que os fragmentos vieram de um avião militar e os relatórios de notícias locais especularam que estes poderiam ser do Scorpion F-89. No entanto, nenhuma informação adicional foi publicada e o governo canadense não parece ter nenhum registro do achado.

Mais de cinquenta anos depois, o mistério voltou ao olho do público. Em 2006, um conhecido pesquisador de OVNI recebeu um e-mail que incluiu um trecho citado de uma notícia da Associated Press sobre a descoberta do Scorpion F-89 no fundo do Lago Superior.

O e-mail afirmou que um grupo de mergulhadores de Michigan descobriu o local aproximado onde a aeronave havia desaparecido do radar. O e-mail também incluiu um link para o site da Great Lakes Dive Company.

O site mostrava duas imagens difusas de uma aeronave quase completamente intacta que descansava sobre o leito do lago com o nariz no limo, que foi encontrada com um sonar de varredura lateral. A asa exposta tinha um tanque de ponta e uma cauda levantada, característica do Scorpion F-89.

O pesquisador do OVNI ficou intrigado e postou o conteúdo do e-mail em um site de atualizações de OVNIs. A notícia da descoberta dos destroços Scorpion rapidamente se espalhou.

Vários jornalistas contactaram a Great Lakes Dive Company e falaram com o porta-voz da empresa que confirmou a descoberta. Ele disse a jornalistas que as imagens do sonar tinham sido feitas com um buscador de peixes, um dispositivo usado por pescadores comerciais para localizar escolas de peixes debaixo d’água.

A resposta inicial foi a excitação de que os destroços finalmente respondessem a questão do que aconteceu com o primeiro tenente Moncla e o tenente-menor Wilson em 1953.

O porta-voz da Great Lakes Dive Company anunciou que um objeto metálico inexplicado também havia sido encontrado perto do naufrágio da aeronave. O objeto metálico estava meio enterrado no limo, com a parte exposta aproximadamente 2 a 4 metros. Sua protuberância parecia como o centro de um disco voador.

As imagens difusas do objeto foram publicadas no site com o comentário de que este era possivelmente o OVNI que os operadores de radar haviam visto, aquele que havia se fundiu com Scorpion.

Os jornalistas começaram a se desconfiar quando se aprofundaram no caso. Logo ficou claro que a Great Lakes Dive Company não existia realmente fora desses anúncios extraordinários.

Eles não conseguiram encontrar informações biográficas ou antecedentes sobre o porta-voz da empresa: tudo o que existia sob seu nome era um endereço de e-mail e um telefone celular.

As pessoas locais envolvidas na história nunca ouviram falar do porta-voz nem da empresa.

Então, três semanas após a descoberta, o site desapareceu e o porta-voz já não respondeu o telefone nem respondeu aos e-mails.

O Diretor Internacional da Mutual UFO Network, a mais antiga e maior organização civil de investigação de OVNI nos Estados Unidos, liderou uma investigação sobre as alegações feitas pelos mergulhadores.

Ele não conseguiu encontrar nenhuma evidência da história supostamente divulgada pela Associated Press; O artigo de notícias original era uma falsificação. Também não encontrou nenhum registro da Great Lakes Dive Company além do site que havia existido apenas por algumas semanas.

Em um contato com o porta-voz antes de desaparecer, o representante se recusou a lhe dar informações sobre a empresa ou mesmo o tipo de navio que usaram para tirar as imagens do sonar.

Um teria que ser muito otimista para acreditar que alguns mergulhadores sortudos tinham achado os destroços em águas profundas, usando apenas equipamentos primitivos.

No entanto, a descrição do equipamento significava que era impossível. As imagens laterais liberadas não poderiam ter sido feitas com um buscador de peixes em águas profundas de 150 m, onde os destroços supostamente foram encontrados.

As imagens nessa água teriam exigido um scanner para produzir imagens dessa qualidade na água profunda e sombria do Lago Superior. A comunidade local e os pesquisadores do OVNI concordaram que a suposta descoberta dos destroços era uma fraude.

Fotografia da placa memorial para Felix Eugene Moncla, Jr., recolhida no Cemitério do Sagrado Coração em Moreauville, Louisiana, em 2002, por Gord Heath.

Enquanto isso, o jato F-89 ainda não foi encontrado e nenhuma explicação foi feita sobre o conflito entre os relatórios militares dos EUA e do Canadá. O que realmente aconteceu naquela noite? Até agora é seguro assumir que nunca saberemos.



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Incidente Ufológico Voronezh: alienígena de três olhos na Rússia

Seu nome oficial é Comitê Voronezh para o Estudo dos Fenômenos Anômalos, e o seu responsável Genrikh Silanov, diretor do Laboratório de Geofísica de Voronezh. Eles enviam valiosas informações, materiais e fotografias para o Centro de Pesquisa Ufológica Russa desde 1991.

Até mesmo a TASS (agência de notícias russa) já relatou estranhos eventos ocorridos em Voronezh, eventos que impressionaram o mundo.

Testemunhas afirmaram que no dia 27 de setembro de 1989 viram um UFO sobre a cidade. Alguns garotos que jogavam futebol no parque Yuzhni viram uma luz rosa no céu e depois uma bola vermelha de 13m de diâmetro.

A esfera circulou, desapareceu e alguns minutos depois reapareceu e sobrevoou os garotos. A platéia viu um alienígena de 3 olhos através de uma escotilha aberta. O alienígena tinha cerca de 3 metros de altura, vestia roupas cinza, botas de cor bronze e tinha um disco no peito.

O UFO pousou e duas criaturas, uma delas um robô, saíram do objeto. Um garoto gritou de medo, mas quando o alienígena olhou para ele (seus olhos brilhavam), o garoto silenciou-se e não pôde se mover. Os outros começaram a gritar e o UFO desapareceu.

Cinco minutos depois ele reapareceu com o alienígena apontando uma “arma” (um tubo) para um garoto de 16 anos que então desapareceu. O alienígena caminhou para dentro do UFO e decolou. O mesmo tempo o garoto que havia desaparecido voltou.

Silanov e seus colegas investigavam avistamentos na área de Voronezh por anos e imediatamente colocaram em dúvida a notícia da TASS.

A estória começou com um pequeno artigo escrito por Alexander Mosolov no jornal local. Ele entrevistou as testemunhas do avistamento, entre elas o jovem Vasya Surin. A mãe do garoto recordou que ela e os vizinhos tinham observado um estranho objeto avermelhado alguns dias antes sobre o seu prédio.

Silanov e o seu grupo foram ao parque Yuzhni no dia 3 de outubro de 1989 para investigar. Os garotos mostraram o exato local onde a nave e o alienígena haviam estado. Tudo foi filmado: o local, a possível área da anomalia e o relato das testemunhas.

Suposto local do Incidente mostra marca do pouco do OVNI

Outras crianças já relataram vários avistamentos no parque em outras épocas.

Interessantes detalhes foram descobertos: Os UFO tinham formas diferentes, alguns tinham suportes estranhos, imagens holográficas foram relatadas, como também efeitos biofísicos após contato com alienígenas.

Enquanto a estória tornava-se uma sensação, oficiais do governo em Voronezh deram ajuda ao grupo de Silanov. Ufólogos puderam recolher amostras do solo e materiais para exames. A base aérea local providenciou seus relatórios (nenhum UFO foi registrado naquela ocasião) e a polícia local ajudou nas interrogações.

Depois que a TASS divulgou a estória no dia 10 de outubro, durante o programa de TV “120 Minutes” , Silanov informou os moradores de Voronezh suas descobertas e avisou aos jornalistas a não tirar conclusões precipitadas. Mas eles tiraram.

O parque Yuzhni tornou-se o centro das atenções do mundo. O ufólogo Philip Mantle foi perguntado pela revista “Izvestiya” sobre os estranhos aspectos do caso e relatos dos avisamentos que inundaram os escritórios do Grupo Ufológico de Voronezh e os jornais locais.

Enquanto a Central Soviética de Televisão desiludia nos seus noticiários no dia 11 de outubro o caso, milhares de pessoas em Voronezh observaram um UFO sobrevoar a cidade a baixa altitude e depois ser visto em vários outros lugares.

Ufólogos soviéticos descobriram que em setembro de 1989 houve uma onda ufológica sobre a ex-URSS. Em muitos casos os relatos eram idênticos ao de Voronezh.

Esses casos trouxeram à cidade o jornalista espanhol Miguel Bas, que trazia consigo um caso ocorrido em Cádiz, Espanha, idêntico ao ocorrido.

Uma comissão especial escolhida pela cidade de Voronezh concluiu que o que se passou lá foi mais do que um mero fenômeno anômalo.



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During World War II, the United States experimented with glass...



During World War II, the United States experimented with glass pennies like this one. Copper was extremely scare, and extremely valuable for munitions, as gun ammunition casings and bullet jackets. In 1943 the US Mint tried making coins out of steel. Then out of glass.

But the problem was making glass coins – they kept cracking during production. The coin above is worth above $60,000 because so few glass coins have survived unbroken!

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Why Does The Pillow Never Stay Cool?

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historical-nonfiction: Did you know Tibet once controlled an...



historical-nonfiction:

Did you know Tibet once controlled an empire? It ruled the Himalayan highlands, Bengal, and the modern Chinese provinces of Gansu and Yunnan from 618 CE to about 840 CE. Between the first and third emperor, their territory expanded eventually to the height shown in the map above. But difficulty of transportation and communication, and religious tensions due to the introduction of Buddhism in the early 700s CE, led to infighting which pitted the royal family against ancient noble families and supporters of the new religion.

The last two emperors were assassinated, one by pro-native religionists, one by a Buddhist hermit. Yes, a Buddhist assassinated an emperor. After the death of the tenth emperor, the Tibetan Empire disintegrated into civil war.

cris-yi: We call it “Tubo”

This comment made me go a little deeper, and you are right! The Chinese chroniclers called their western neighbor “Tubo.” This is often mispronounced as Turfan, which westerners may recognize. The Chinese had to call the new Tibetan state something, because the Tibetans established diplomatic relations with the Tang Dynasty, which was in power at the time.

The Tibetans themselves called their empire “Bod.” The Chinese heard this, and somehow derived a more-pronounceable-in-Chinese name, Tubo.

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